domingo, 29 de setembro de 2013

Uma surpresa.

Era uma agradável tarde de sábado na Capsule Corporation, no início de uma primavera modorrenta e cálida. Fazia um tempo excelente para um passeio em família, aproveitar o sol e descontrair de uma longa semana de afazeres costumeiros, mas a família não se decidira por uma incursão no exterior. Reunia-se, o que era coisa rara, pois nunca estavam todos juntos a partilhar qualquer coisa, nem que fosse o mesmo espaço, no grande salão do complexo.
O enorme ecrã da televisão de última tecnologia dominava o compartimento, abarcando uma enorme porção de parede. Estava a ser transmitido um programa de variedades, música e divertimento com muita guincharia pelo meio, letras coloridas coladas aos cantos superiores ou dançando ao sabor da melodia, o par de apresentadores trajados de azul e verde a fazerem malabarismos com o microfone e com a voz, quando anunciavam os próximos convidados.
Esparramado no sofá, Vegeta assistia ao programa com o controlo remoto numa mão. Depois de ter percorrido vários canais, tinha-se detido naquele, pois ali se exibia a estupidez da raça humana em todo o seu esplendor. Contemplava as idiotices desempenhadas pelos apresentadores e convidados com uma expressão indiferente, olhos semicerrados, mergulhado num aborrecimento gigantesco. Mas naquela tarde de sábado não lhe apetecia fazer nada mais do que vegetar diante da televisão.
Sentada no mesmo sofá, perna trocada, costas muito direitas, ligeiramente afastada, mas perto o suficiente para que o saiyajin sentisse o perfume caro dela, estava Bulma. Via uma revista enquanto fumava um cigarro, que prendia entre dois dedos da mão direita, cotovelo apoiado na coxa tapada pela minissaia do vestido verde curto. Desfolhava as páginas com a mão esquerda. Era uma daquelas publicações fúteis sobre moda feminina que ela costumava comprar amiúde, que lia depressa – ler era uma forma de expressão, pois o que Bulma fazia, na realidade, era passar os olhos pelos figurinos. Nem sequer leria os grandes títulos e muito menos as colunas pejadas de letras diminutas que orlavam cada página. Revista que depois descartava sem cerimónias em qualquer canto da casa. Havia exemplares daqueles aos pontapés, literalmente, pois se o saiyajin não atentasse onde pisava, haveria de afastar as revistas com os pés. Enquanto se entretinha com a publicação, ignorava pomposamente o programa de variedades da televisão.
Vegeta sentiu fortemente a fumaça do cigarro indo para o seu lado, em direção às suas narinas apuradas, tirou os olhos vagarosamente da televisão e olhou a mulher, ainda folheando a revista.
- Não dá para fumar essa porcaria em outro canto? – perguntou, fungando e torcendo o nariz.
- Não vai começar a implicar, Vegeta.
- Sabe que eu odeio o cheiro dessa coisa, se for para ficar aqui, ao menos fique sem parecer uma Maria Fumaça – reclamou, voltando o olhar a grande televisão.
Bulma não queria uma discussão desnecessária, até porque aqueles vestidos exibidos glamorosamente pelas modelos em cada folha da revista valiam muito mais a pena do que uma troca azeda de palavras com o saiyajin. E apagou o cigarro.
No grande tapete felpudo diante do sofá, entre este e a televisão, Trunks, o filho do casal que tinha completado recentemente cinco anos, sentava-se entretido com jogos de construções. Tinha descoberto esse novo brinquedo depois da festa de aniversário, pois a prenda da mãe, do pai – que o pai não tinha verdadeiramente comprado, nunca tinha tempo para essas inutilidades – do avô e da avó tinha sido um conjunto impressionante de caixas recheadas de peças coloridas. Trunks já tinha misturado as caixas e ignorado as instruções que acompanhava cada conjunto. Compunha as suas próprias máquinas e veículos, auxiliado pela sua prodigiosa imaginação e pela sua incrível destreza, inventando e desfazendo, preparando talvez o futuro tecnológico da humanidade. Mas os seus esforços eram ostensivamente ignorados pelo pai que via televisão e pela mãe que desfolhava a revista.
A senhora Briefs distraía-se a limar as unhas, cantarolando. Sentava-se num cadeirão perpendicular ao sofá e à televisão, completamente alheada do fervor do neto inventor, que construía e destruía com uma afã digna de se observar ou de reter num filme familiar, para mais tarde recordar. Mas a senhora Briefs nunca teria essa lembrança quando se ocupava em tratar da sua beleza, enquanto congeminava os cupcakes e os bolos que iria fazer a seguir, após terminada a tarefa importantíssima de corrigir as imprecisões da sua manicure.
O doutor Briefs, sentado à mesa redonda do salão, trabalhava numa engenhoca que tinha desmontado em milhentas peças e chips eletrónicos sobre o tampo. Se a esposa cantarolava, ele murmurava, chave de fendas na mão, a tentar perceber o intricado mecanismo daquilo que tinha inventado há séculos e que fora rebuscar à arca das velharias e dos inventos falhados. De vez em quando lembrava-se de remexer na arca e de sacar do seu interior uma ideia enterrada, para a desempoeirar e ressuscitar. Também tinha os seus jogos de construções, que nunca tinham tido instruções e era um espelho do neto de cinco anos, fazendo e desfazendo, criando o futuro tecnológico da humanidade. O gato negro de grandes olhos escancarados, observava mandrião os rasgos e esforços de génio do dono, aninhado no seu ombro.
Uma agradável tarde de sábado na Capsule Corporation, com toda a certeza.
Apenas o ruído da televisão quebrava a paz do salão. O volume não estava demasiado elevado, contudo. A audição apurada do saiyajin permitia que ele conseguisse escutar tudo sem dificuldade, mesmo que o som se mantivesse num registo baixo. Assim teria de ser, até porque a chinfrineira daquele programa insano não era totalmente compatível com a paciência do seu único espetador e ele não se queria irritar por uma ninharia.
Vegeta moveu o polegar sobre o controlo remoto. Já tinha visto tudo o que seria suposto visualizar daquela palermice pegada. Estava na altura de mudar de canal e de aterrar em paragens menos estupidificantes. Mas nunca vira nada naquela televisão, pensava enfastiado, que não fosse estupidificante. Os habitantes daquele planeta miserável tinham uma noção bastante reles de divertimento de massas.
Bulma voltou outra página da revista, entretida com as fotos da nova coleção de roupas.
Trunks terminava de montar uma enorme torre no centro de uma floresta de outros edifícios, que emulavam a grande metrópole do Oeste.
A senhora Briefs admirava a obra efetuada nas unhas da mão esquerda.
O doutor Briefs havia descoberto um defeito no processador da engenhoca que desmontara e o gato miara em concordância. O bichano, à força de o acompanhar, já lhe conhecia as variações de humor que indicavam frustração ou satisfação.
Tudo isso a acontecer no grande salão, em simultâneo.
Quando um acontecimento inesperado quebrou a paz daquela tarde perfeitamente agradável de sábado na Capsule Corporation.
A campainha da porta da rua soou.
Um toque prolongado, porém ansioso, com uma pitada de desespero.
Bulma disse, sem levantar os olhos da revista:
- Vegeta, vai ver quem é.
O saiyajin ergueu uma sobrancelha indignado. Não apreciara ter sido interrompido na sua preguiçosa existência. Não se moveu nos três segundos seguintes e Bulma insistiu:
- Vai ver quem é, por favor.
Rosnou tão baixo que nem ele mesmo conseguiu ouvir a sua indignação.
Podia perguntar por que razão tinha de ser ele a abrir a maldita porta ao idiota que havia resolvido passar pela Capsule Corporation numa tarde de sábado, pois só podia ser uma visita de cortesia de um dos amigos inúteis da mulher, ou mesmo que fosse alguém relacionado com o trabalho normal da maior empresa mundial, não fazia sentido que fosse precisamente ele a chegar-se à porta, já que ele continuava a ser um mero convidado daquela casa. Podia argumentar que não lhe apetecia ou devolver a ordem dizendo a Bulma que fosse ela abrir a porta em vez dele, mas anteviu um grito nada amável e na verdade não pretendia irritar-se por nenhuma ninharia, naquela agradável tarde de sábado.
Atirou com o controlo remoto para o lado, levantou-se do sofá a fungar, enfiou as mãos nos bolsos das calças de ganga, resmungou algo inaudível e saiu do salão com passos pesados que não soaram no soalho de madeira, pois ele calçava apenas meias. Como vingança, iria escorraçar o visitante com uma carranca de assustar o fantasma de Freeza.
Ninguém se moveu dos seus afazeres. Ficaram todos onde estavam – Bulma com a sua revista, Trunks com o seu jogo, a senhora Briefs com as suas unhas e o doutor Briefs com a sua engenhoca mais o gato.
Desceu o lanço de escadas, alcançou o átrio a acentuar o mau humor por cada metro conquistado dentro daquela mansão descomunal. 
Abriu a porta de supetão e deixou-se ficar de boca aberta. Em vez de um grito a despachar o inoportuno infeliz que lhes tentava fazer uma visita, soltou da garganta um barulho arranhado, como um gorgorejo.
O lado exterior da porta estava… vazio.
Ostensivamente vazio. Ninguém.
Vegeta piscou os olhos, para certificar-se de que estava a ver bem. Olhou de um lado para o outro.
- Deve ser algum verme fazendo brincadeiras idiotas – remoeu.
Depois sorriu. Ótimo, não era ninguém e poderia regressar à inutilidade do estado sonâmbulo diante do ecrã da televisão.
Mas quando ia fechar a porta, reparou que a soleira estava ocupada com um objeto esquisito. Analisou-o, encaixando-o na noção que tinha das coisas daquele planeta. Aparentemente, ele parecia adaptar-se perfeitamente àquela existência normal de uma família terrestre, mas interiormente travava quase diariamente uma luta interna para compreender tudo o que se lhe apresentava. Era bom não esquecer que ele era um alienígena que passara a maior parte da vida errando pelo universo, em trabalho para um tirano, combatendo e massacrando. Por vezes a simples visão de um tacho, de uma escova de cabelo ou de uma vassoura era tão confusa quanto uma nave redonda a piscar milhentas luzes sobre West City para a maioria dos seus habitantes.
Vegeta analisou o objeto. Era um cesto de verga, daqueles que se podiam carregar numa mão com flores. Já tinha visto a mulher loira, que arranjava as unhas no salão, com algo semelhante cheio de flores. O cesto estava tapado com um cobertor branco e outro rosa, viam-se folhos pelo meio. Focando melhor os sentidos, descobriu um ki minúsculo no interior do cesto e admirou-se.
Inclinou a cabeça. Não devia dar um pontapé naquilo, tinha alguma coisa viva ali dentro. Mas estava tentado a fazê-lo. Se empregasse a força correta, enviaria aquele problema pelos céus afora e retornava ao salão. Diria que não tinha encontrado ninguém, que deveria ter sido engano, agarrava no controlo remoto e deixava o resto da tarde agradável escoar pela sua vida como um dia de saborosa inatividade.
Estava mesmo tentado a dar-lhe um pontapé.
Curioso, agarrou no cesto. Só uma espreitadela primeiro, antes de o enviar para um destino longínquo. Também podia arremessá-lo com os braços, não tinha as pernas como único recurso. Um bom lançamento teria o mesmo efeito que um pontapé bem colocado. Levantou a ponta do cobertor, para saber o que se escondia ali. Talvez um animal, pois o cientista maluco era bastante conhecido na cidade por acolher animais abandonados.
Um berro fê-lo estremecer e largou a ponta do cobertor.
- Na-nani?
Havia alguns anos que não ouvia uma coisa daquelas.
Mais precisamente… cinco anos.
Os gritos subiram de tom e a coisa viva começou a espernear dentro do cesto, como que a querer afastar o que a tapava e abafava. Ao movimentar os cobertores, fez surgir um papel dobrado em dois. Vegeta abriu-o com a mão direita, equilibrando o cesto na mão esquerda, junto à orelha. Os gritos começavam a ser insuportáveis.
Leu:
“Para que nunca te esqueças. Perdoa-me pelo erro, sempre se poderá reparar mais tarde. Adoro-te, és a minha vida. Mas há decisões que nos partem o coração e eu acabei de partir o meu. Quero que saibas que nunca me esquecerei de ti, minha doce filha. Espero que sejas cuidada com muito carinho, te amo.”
   O que raios significava aquilo?
Os gritos convertiam-se num choro aflito, uma exigência em crescendo de uma criaturinha indefesa que só conseguia comunicar daquela forma incoerente. Havia cinco anos que ele não ouvia nada como aquilo, o choro de um bebê.
Afastou os cobertores com um safanão, deixando-os pendurados do cesto, pois enrolavam-se na parte de baixo daquela caixa arredondada com uma alça. Espreitou lá para dentro. A cria berrava a plenos pulmões, vermelha, mãozitas fechadas em pequenos punhos. Pelas fitas e rendas indicava tratar-se de uma fêmea. Nunca tinha visto Trunks vestido daquela maneira idiota.
- Vegeta, o que é que se passa?
Bulma aparecia, intrigada por ele estar a demorar demasiado.
Estacou imediatamente ao escutar o choro da criaturinha. Vegeta voltou-se para ela, com o cesto entre as mãos, estendendo-o como se o ofertasse. Exibia-o com uma expressão desnorteada. Também ele queria respostas. Não sabia que podiam despejar crias de humanos às portas das casas, como se fazia com os animais indesejados que o cientista louco recolhia no seu zoológico particular.
Mas Bulma empalidecera e ele deduziu que havia ali alguma coisa de errado.
A senhora Briefs apareceu também e levou as mãos à cara, exclamando:
- Oh!, Vegetazinho… Mas o que tens tu aí?
O doutor Briefs era o último, seguia Trunks que descia os últimos degraus aos saltinhos. Bulma aproximou-se. Recuperava as cores do rosto e agora corava de irritação. Vegeta crispou a testa. Conhecia demasiado bem aquela expressão, significava a chegada iminente de tempestade.
- Vegeta, o que significa isto?
Ele respondeu tentando imprimir à voz um tom neutro, mas soou trapalhão, na melhor imitação de Kakarotto quando era apanhado a fazer o que não devia:
- Estava à porta. Alguém o abandonou aqui.
- E porquê precisamente aqui? Na minha casa?... Na tua casa?!
- E eu é que vou saber isso, mulher! – Ergueu a sobrancelha não entendendo a reação estourada da mulher.
Tinha de se defender, precisamente do quê, desconhecia. A tempestade engrossava sobre a cabeça de Bulma. Ela arrancou-lhe o bilhete da mão, leu-o. Viu a irritação crescer, os primeiros relâmpagos estalaram e os trovões troaram entre eles.
- O que significa isto?! – Ela apontou com o dedo indicador para o bilhete que segurava no ar, com o cenho franzido.
A senhora Briefs arrebatou-lhe o cesto das mãos. Vegeta indagou confuso:
- O que significa o quê?
- Isto?!!! – Bulma esfregou-lhe o bilhete no nariz.
Vegeta deu um passo atrás.
A criaturinha não se calava e chorava cada vez mais alto. O doutor Briefs espreitou para dentro do cesto, ele e o gato dos olhos escancarados, e disse:
- Oh! Que linda!
Trunks repartiu a atenção entre a mãe e o pai, olhando para os progenitores alternadamente, até que perguntou:
- Eu agora ganhei um irmão? – O garoto saltava tentando olhar o cesto nas mãos da avó.
- Acho que é uma irmãzinha, Trunks-chan – esclareceu a senhora Briefs enlevada.
- Eu ganhei uma irmã? – emendou o miúdo.
Bulma fervia entre nuvens negras, relâmpagos e trovões. Amarfanhou o bilhete na mão, esticou os braços ao longo do corpo, rosnava como uma leoa ferida, fulminava-o com os olhos azuis raiados de sangue.
Vegeta não estava a entender nada. Era só um maldito cesto com uma cria humana abandonada, que tinha uma goela potente e que não se calava com os guinchos. E ficou definitivamente sem entender quando Bulma lhe voltou as costas, urrando e arrepanhando os cabelos.
A senhora Briefs disse, sem desfitar o interior do cesto:
- Deves estar com fome, pequenina. Vamos lá tratar de confortar essa barriguinha.
- Eu ganhei uma irmã? – insistiu Trunks, seguindo a avó, com uma insuportável curiosidade infantil.
O doutor Briefs acrescentou lacónico, coçando o queixo:
- Hum…
E Vegeta quedou-se no mesmo sítio, enquadrado pela porta aberta, completamente aparvalhado.
Todos deixaram o átrio e o pobre saiyajin abriu os braços, perguntando para as paredes:
- Mas o que é que se está a passar aqui?
Fechou a porta com uma perna, fez uma carranca.
- Humanos malucos... – resmungou.



sábado, 28 de setembro de 2013

Show da virada.

- A galera votou e nossos vencedores são... – Goku fazia suspense abrindo o envelope bem lentamente, fazendo Vegeta ficar rubro e muito nervoso.
- Fala logo esse maldito resultado Kakarotto. – Ele cerrava os punhos e queria sumir dali o mais rápido possível.
Goku fazendo suspense, a plateia em silêncio e finalmente ele olhou o papel, depois voltou o olhar para plateia, depois voltou-se ao microfone;
- O nosso vencedor é... – Ele fez mais um pouquinho de suspense. – Abre a porta Bulminha. – A plateia aplaudia de pé a votação chegou ao fim.
- Nosso casal vai para o Brasil. – Goku anunciava enquanto a plateia aplaudia. – E o nosso show de calouros DBZ termina por aqui, até a próxima pessoal. – Goku dava por encerrado o programa e Vegeta dando graças a Kami por aquilo ter terminado, mas uma ideia lhe passou pela mente, um sorriso de canto surgiu em seu rosto e ele realmente iria colocar aquela ideia em pratica a se ia.


No dia seguinte Vegeta chegava à montanha Pauzo onde seu amigo treinava golpes na forma super sayajin. O vento fresco soprava as folhas das arvores o ar da montanha mais natural e revigorante.
- Ola Vegeta! - Goku estava animado.  – Achei que ia surtar lá no programa.
- Hunpf. – Ele aproximou-se a passos pesados de Goku e o encarou com um sorriso de canto.
Goku percebeu que Vegeta queria alguma coisa com ele, era sempre assim poucas palavras e um sorriso de canto e o encarando.
- O que quer Vegeta? – Perguntou Goku desfazendo a cara de bobo e ficou sério aproximou dele.
Vegeta cochichou algo que só Goku pode ouvir. O cantar dos pássaros, o sol cintilante coberto por nuvens no céu encobriam as palavras quase inaudíveis até para Goku.
- Então Kakarotto? – Vegeta perguntou de braços cruzados, sobrancelhas quase unidas formando uma ruga na testa.
- Sem problemas Vegeta eu vou falar com o pessoal do programa. – Goku falou animado e vendo o sayajin sorrir mais uma vez de canto, fora mais fácil que ele imaginava.
- Ótimo. – Ele estava satisfeito e saiu voando sem ao menos dizer um tchau, ou até logo.
- Eu nunca vou entender esse Vegeta. – Goku olhava o vago do lugar e voou para ir à rede que transmitia o programa que estava fazendo o maior sucesso.


Na Corporação Cápsula...
- Vamos participar de novo Goten, foi tão divertido.
- Foi mesmo, vamos sim, que tal cantarmos essa musica aqui. – Goten mostrou um cd ao Trunks, mas dessa vez vamos nos vestir de... – Goten sussurrou ao ouvido de Trunks.
- Só se for nós dois.
- Claro que é. – Eles sorriam animados e foram ensaiar a musica para o show de calouros.
Bulma também estava animada tinha decidido participar de novo até por que era o ultimo dia do ano e seria maravilhoso, mas não sabia onde seu marido tinha se metido, então resolver participar sozinha.


As luzes já acendiam no palco a banda tocando agora com a troca de um integrante, palmas vinham no fundo, pois a plateia já estava animada.
Piccolo estava tocando teclado, Tenshinhan no pandeiro e Yancha no violão.
A plateia aplaudia animada quando de repente elas param de aplaudir vendo um homem baixinho, de cabelos espetados para cima como fogo e negros, um palito azul escuro com leves brilhos, uma camisa branca por baixo, uma gravata borboleta evolvendo socialmente o pescoço do nosso charmoso sayajin, uma calça preta social e um sapato preto na mesma cor.
- Boa noite seus vermes malditos. – A voz rouca e imponente soou arrancando suspiros de todas as meninas na plateia.
- Boa noite. – A plateia aplaudiu e apesar de ter um rosto levemente rosado, Vegeta estava gostando do novo desafio.
- Hoje eu serei o apresentador desse maldito programa e ai de quem não gostar. – Ele falou serio e imponente segundo o microfone.
Bulma não estava acreditando no que via, dos bastidores ela escutava voz do seu amado príncipe.
- Goku como você conseguiu isso? – Perguntou a Bulma vendo o amigo se preparar para participar.
- Mais a ideia foi dele, Bulma eu só troquei de lugar. – Ele sorriu animado e entrou para o camarim.
Bulma não acreditava. Trunks não acreditava, Bra não acreditava, estava todos de boca aberta.
- Meu pai esta aprontando alguma coisa Goten. – Falou Trunks sussurrando ao amigo.
- Por que Trunks?
- Porque ele nunca ia apresentar esse programa por vontade própria. – Trunks olhava para o palco desconfiado.

A plateia estava amando aquele baixinho marrento, com cara de galã de novela, suspiros baixos vinham das ultimas cadeiras enquanto o mais novo locutor começa a falar.
- Está no ar, mais um programa inútil. Aonde gente inútil vem dar as caras aqui e se chamar de cantor, o programa onde só verme participa.  O programa Show de calouros Dbz, aquele que sempre luta por você. – A cara de poucos amigos e as palavras fortes, na voz rouca de Vegeta estava aumentando a audiência do programa, as garotas fãs do nosso príncipe estavam ligadas no canal que exibia o programa.

Os aplausos da plateia faziam cada vez mais altos dando um ar de animação ao programa.
- Então vamos trazer o nosso primeiro verme insignificante. – Vegeta fala vendo um baixinho entrar acenando com a mão para o publico e dizendo;
- Obrigada, obrigada, obrigada.
- Qual o seu nome nanico. – Vegeta fala ao microfone e vê o baixinho responder ajeitando ele mesmo o próprio microfone em sua altura.
- Kuririn. – Ele respondeu olhando a cara de poucos amigos pra ele.
- Cante inútil. – Ele saiu dali sem ao menos perguntar o que o Kuririn fosse cantar.
- Bom eu vou cantar uma musica é sufoco do anão espero que vocês gostem. – Kuririn vê a plateia parar de aplaudir enquanto a musica entra para ele poder começar a cantar.
- Humpf. – Bufou Vegeta encostado na parede vendo o Kuririn começar a cantar.
- Não levante suas mãos assim. Que vem um cheiro de cecé. – Kuririn levanta o braço. – Busão lotado e o fim. Vou ter que encoxar você. – Kuririn estava animado, afinal ele realmente era pequeno. – Só porque eu sou baixinho. Todo mundo finge que não vê. Vão me empurrando no cantinho. – Kuririn começou abater palmas novamente. – Eu nunca consigo descer. – Mais uma vez entra a introdução da musica. – Será! Que alguém tem coração. Será! Que o emprego eu vou perder. Será! Que não respeitam o anão. Será! Que eu vou conseguir descer. – O Kuririn animava a plateia. – Ohooohoooo. – A plateia estava gostando da musica. – Não consigo ver os pontos. Para saber a minha estação. Ta parecendo micareta. – Kuririn dançava no ritmo da musica. – O povo suado sem perdão. To me sentindo bem melado. A bunda grudando no calção. – A plateia aplaudia no ritmo da musica. – Já perdi minha marmita. No meio dessa multidão. Será! Que perco a noção. Será! Que passo em baixo de você. – Kuririn apontava o dedo mexendo o braço. – Será! Que te faço um cuecão. Será! Que sambo pra alguém me ver. Cobradoooohoooorrrr. – Kuririn estava arrasando o seu pequeno show. – E quando eu fui tentar descer. Fecharam a porta e eu fiquei. Sentei no banco e desencanei. – Kuririn segurava o microfone. Pelo ao menos agora. Fiquei eu e você... – Kuririn terminou a musica e agradeceu. – Te amo Dezoito. – Deixando a mulher sentada na plateia rubra.
- A musica caiu como uma luva verme anão. – Vegeta deu um sorriso de canto vendo o baixinho sair.
Kuririn deixou o palco bem animado.

- Agora vamos aos vermes dos nossos patrocinadores. Sinceramente eu nem ser pra que eles servem. – A plateia caiu na gargalhada.
- Sabonete sayajin, é aquele que é do homem, da mulher e do sayajin. – A plateia aplaudia a voz do patrocinador. – Vamos a musica do patrocinante. – Vegeta fez cara de poucos amigos enquanto a plateia aplaudia.
- Sabonete sayajin, sabonete sayajin é aquele que nunca tem fim, sabonete sayajin, sabonete sayajin é aquele que não tem fim.

- E agora vamos a mais um verme participante dessa tolice toda. – Vegeta via Goten e Trunks vestidos de mulher entrar no palco. Seus olhos regalados com a roupa dos garotos. Bateu a mão na testa em sinal de desgosto, balançou a cabeça em um gesto de não. “Eu não acredito nessa merda”. Ele pensou os encarando com a pior cara possível. Era muito desgosto para um sayajin príncipe guerreiro. Sem dizer mais nenhuma palavra deixou o palco para os dois.
- Somos a dupla Goten e Trunks. – Trunks falou ao microfone.
- E vamos cantar Robocop Gay. – Goten disse logo em seguida recebendo olhares reprovadores de seu irmão.
A musica começou ao fundo e os Trunks entrou na primeira parte.
- Um tanto quanto másculo. Ai com M maiúsculo. Vejam só o meus músculos. Que com amor cativei. – Trunks brincava fingindo ser um gay mesmo.
Vegeta não acreditava no que via, ele estava puto da vida com aquela musica que seu filho e o idiota do filho do Kakarotto escolheram.
- Minha pistola é de plástico (quero chupar-pa pirulito). Em formato cilíndrico (quero chupar-pa pirulito). Sempre me chamam de cínico (quero chupaar... pirulito). Mas o porquê eu não sei (quero chupar-par pirutlito). – Goten e Trunks cantavam juntos, o refrão da musica.

- O meu bumbum era flácido. Mas esse assunto é tão místico
Devido a um ato cirúrgico. Hoje eu me transformei. – Goten erguia a saia mostrando o bumbum enquanto a plateia ria das asneiras dele.
- O meu andar é erótico (silicone yeah! yeah!). - Com movimentos atômicos (silicone yeah! yeah!). - Sou um amante robótico (silicone yeeah...). Com direito a replay (silicone yeah!). – Os dois cantavam juntos colocando a mão sobre os “seios” brincando com o ritmo da musica. 
- Um ser humano fantástico. Com poderes titânicos. Foi um moreno simpático. Por quem me apaixonei. – Trunks agora quem cantava. Vegeta o encarava com o maior desgosto do mundo, sua mão formava um punho de tanta raiva.
-E hoje estou tão eufórico (doce, doce, amor). Com mil pedaços biônicos (doce, doce, Amor). - Ontem eu era católico (doce, doce, amoor...). Ai, hoje eu sou um GAY!!!  Aoooo. – Os dois deram um gritinho enquanto catavam juntos novamente fazendo a galera sorrir.
- Abra sua mente. - Gay também é gente. - Baiano fala "oxente"
E come vatapá. – Era o Goten cantando, batendo palmas e pulando vestido de mulher.
- Você pode ser gótico. - Ser punk ou skinhead. - Tem gay que é Mohamed. - Tentando camuflar: - Allah, meu bom Allah! – Agora era Trunks cantando e se soltando todo vestido de mulher.
A plateia aplaudia animada e sorrindo da graça que eles faziam.
- Faça bem a barba. - Arranque seu bigode. - Gaúcho também pode
Não tem que disfarçar. – Agora era o Goten fazendo a maior graça de todas e Vegeta louco para aquela palhaçada acabar de uma vez, estava quase indo lá e expulsando os dois idiotas.
- Faça uma plástica.  Aí entre na ginástica. Boneca cibernética
Um robocop gay... Um robocop gay, Um robocop gay.
Ai... eu sei, Eu sei Meu robocop gay... – Os dois catavam junto se divertindo com a plateia batendo palma. - Ai como dói! – Os dois afinam a voz e abaixaram em agradecimento com mais palmas e palmas vindas do auditório.
Goten e Trunks saíram do palco e Vegeta com o rosto rosado, cara de poucos amigos e com vontade de matar os dois híbridos disse;
- O patrocínio. – Sem o menor animo, pois aquilo fora ridículo.
- Shampoo sayajin aquele que lava e deixa seu cabelo espetadinho. Shampoo sayajin, shampooo sayajin você usa e deixa seu cabelo espetadinho. – A plateia ajudava a cantar a musica e logo Vegeta apareceu no palco.
- Eu juro que esses vermes malditos morrem hoje. – Ele falou imponente olhando para os bastidores do programa e viu Goten e Trunks se encolherem. - Vamos mais um verme inútil que vem cantar. Vegeta deu espaço ao Goku que entrava com o sorriso mais bobo e acenando para plateia e se aproximou do microfone.
- Eu vou fazer uma homenagem a minha queria esposa Chichi. – Ele sorri o sorriso mais aberto e vê Chichi meio rubra na plateia. – A musica é Chichizinha. – Ele sorri animado enquanto ouve a orquestra.
- Essa música eu tava cantando lá no outro mundo aí e
um dos deuses gostou tanto que me levou pra cantá na
planeta supremo, Chichizinha é o nome dela. – Goku começou a dançar engraçado mexendo os braços e as pernas enquanto a plateia o ajudava animando.
- Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz?
- Eu tava cantando e o senhor Kaio disse: "Rapaz, tu canta muito, bora cantá no planeta supremo?" Chego lá me colocou no tablado, aí tinha um guerreiro lá no centro e queria lutar ai ele me olhou e falou; "Qual é? Qual foi? Porque que é que tu tá nessa?”
Eu disse não só porque eu tava cantando: - Goku começou a dançar de novo. – Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas. Pra que tu me seduz? – Goku tentava animar a plateia. - Ele falou: "Pode crê meu caro, cala tua boca senão eu boto seus dente pra dentro!" Eu olhei ele serio queria eu era lutar com ele e eu que ia colocar o dente dele pra dentro isso sim. Quando foi no outro dia o Daikaishin falou: "Quem é o cantor?" Eu disse pronto...
“Rapaz, você livre pode voltar pro teu mundo”! Mas nunca mais cante esse negócio de: - Goku começou a dançar com há musica.  – Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz? Graças a Kami, desde este dia pra cá nunca mais eu cantei esse negócio de:
– Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz? – Goku brincava com há musica e fazia plateia aplaudir, quem não estava gostando muito era a sua esposa, sua cara fechada e seus braços cruzados não gostando da musica que Goku escolhera.  - Chega de tanta... - Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz? – Goku dançava no ritmo da musica.
-Isso é uma coisa que todo mundo abusa esse negócio de: Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz?
Eu num canto mais esse negócio de: Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz? – Goku sorria animadamente com sua carinha ingênua enquanto catava a musica, o que ele não sabia era o que vinha depois.
Agora eu já parei com esse negócio de: - Goku dançava lembrando dos passos da musica.
Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz? – A plateia ajudava batendo palmas.
Eu quero é cegá do sovaco se eu cantá esse negócio de:
Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz? Agora eu vou cantá prá vocês uma música de Roberto Carlos que chama: Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz? – Goku ouvia os aplausos da plateia menos Chichi.
- “Quando chegar lá em casa o Goku me paga.” Ela pensava bufando.
- Graças a Kami essa musica ridícula acabou, eu já estava sentindo dor de cabeça com tanta: Chichizinha, Chichizinha, Chichizinha de Jesus, não sei se tu me amas pra que tu me seduz?.  Kakarotto é um idiota mesmo pra escolher uma musica tão inútil. – Vegeta falava com seu tom forte e imponente.
A plateia ria alto com até Vegeta brincando com há musica um sorriso de canto.
- Vamos a mais um patrocínio. – Ele saiu do palco imponente enquanto a assistente de palco com uma caixa de sabão em pó.
- Sabão em pó Satã, aquele que lava e Tcham. - Sabão em pó Satã, aquele que lava e Tcham.
- E agora ao nosso ultimo verme inútil pode entrar. – Vegeta apontou para onde uma bela dama de lindos olhos e cabelos azuis, um vestido aberto ate o meio da coxa num tom de preto, um batom vermelho nos lábios. “Ela esta querendo é matar um desse jeito”. – Pensava Vegeta olhando de cima em baixo a moça que era a sua esposa.
- Maestro música. – Ele disse e não tirava os olhos dela.
Há musica começou e Bulma começou a cantar.
- Se tem uma coisa que me deixa passada. É gritar comigo sem eu ter feito nada.  Se tem uma coisa que eu não admito
É você mandar em mim e fingir que não existo. – Bulma fazia gesto com as mãos e mais uma vez Vegeta bufou no canto já sabia que vinha coisa.
- Você gosta de mandar. - Você só me faz sofrer. Você só sabe gritar. E grita sem saber. Mas sem mim você não vive. Sem meus cuidados amor Fala baixinho comigo. A sua dona chegou. – Bulma sorriu vitoriosa para Vegeta que cerrou os punhos de raiva.
Vem aqui que agora eu tô mandando
Vem meu Sayajin, a sua dona tá chamando(4x)
Sit, junto, sentado calado (2x) – Bulma fazia gesto com a mão brincando com a música enquanto a plateia aplaudia ajudando.
- Se tem uma coisa que me deixa passada. É gritar comigo sem eu ter feito nada. Se tem uma coisa que eu não admito. É você mandar em mim e fingir que não existo. – Bulma cantava animada e toda serelepe, adorando a cara que o Vegeta fazia ao olhar para ela.
- Você gosta de mandar. Você só me faz sofrer. Você só sabe gritar
E grita sem saber. Mas sem mim você não vive. Sem meus cuidados, amor. Fala baixinho comigo. A sua dona chegou...
- Vem aqui que agora eu tô mandando,
- Vem meu sayajin, a sua dona tá chamando(4x)
- Sit, junto, sentado e calado(2x). – Bulma fingia mandar mesmo no sayajin que estava muito irritado com há musica.
- Você gosta de mandar. Você só me faz sofrer. Você só sabe gritar. E grita sem saber. Mas sem mim você não vive. Sem meus cuidados, amor. Fala baixinho comigo. A sua dona chegou...
- Vem aqui que agora eu tô mandando,
- Vem meu sayajin, a sua dona tá chamando(4x)
- Vem aqui
- Sit, junto, sentado, calado.
Meu sayajin turrão e mandão. – Ela mandou um beijo pra ele quase fazendo ele se transformar em super sayajin.
Bulma agradeceu os aplausos e Vegeta se aproximou dela e escutou ele sussurrar em eu ouvido.
- Eu vou te mostrar quem é minha dona lá em casa. – Ele sorriu um sorriso malicioso enquanto Bulma se arrepiava.
- Agora vamos escolher o melhor dessa noite. – Vegeta falou com a cara de poucos amigos, um pouco rubro e com a sua voz imponente. 
Depois de alguns minutos, uma das assistentes de palco chegou com o envelope.
- Vamos ver quem foi o verme que fez a maior basbaquice de todas. – Vegeta abria o envelope. A plateia balançava as mãos em suspense.
Vegeta fazia suspense, enquanto puxava o papel de dentro do envelope, todos os participantes unidos no palco tensos com a decisão.
- A ganhadora é... - Vegeta com sua voz imponente e seu charmoso sorriso de canto e seu orgulho quase estampado para todos ver anunciou. – Bulma com há musica sayajin.
Os aplausos vinham da plateia e juntando todos ali no palco, cada um pegou um microfone e disse uníssonos.
- Um feliz 2013 a todos vocês que viram o nosso programa Dbz Aquele que luta por você.
O céu resplandece e ao meu redor, vou voar e as estrelas brilham entre as nuvens sem fim. Só a verdade vem o céu azul, A verdade vai crescer dentro de mim... Como um vulcão que entra em erupção... Sua lava a espalhar... E verá toda fúria do dragão. Cha-la head cha-la! Não importa o que aconteça. Sempre tenho a força e o poder.
Cha-la head cha-la! Vibrante o meu coração...
Sente emoção e tem amor pra dar. Cha-la head cha-la!
Não pense em nada só escuta... Sonhos dentro do coração.
Cha-la head cha-la Não importa o que aconteça. Tudo vai ficar melhor!
Feliz ano novo pessoal. – Turma brincava e dava por encerrada o programa da virada.

Fim. 

Um novo show de calouros.

Gritos já saiam de dentro da Corporação Capsula para todos os vizinhos e os vizinhos dos vasinhos ouvirem.
- Vegeta vamos, por favor? – Bulma suplicava de frente a ele.
- Não adianta Bulma eu não vou pagar mico em rede nacional de novo, eu não vou.  Já basta a Bra ter me inscrito naquele maldito programa que o Kakarotto inventou de apresentar, por que aquela cafona queria que ele trabalhasse. – Ele estava muito irritado.
- Vegeta, por favor, vai ser divertido e nós podemos ganhar uma viagem para outro lugar, nós podemos conhecer o mundo. – Bulma o encarava com o seus olhos brilhantes e azuis, seu rosto sereno e usando todo o seu charme para convencer o Vegeta.
- Eu não vou participar de porcaria nenhuma, eu sou o príncipe dos sayajins, eu sou...
- Vegeta ou você participa ou vai ficar um mês sem o que você mais gosta. – Ela o encarou mudando a sua expressão pra uma bem irritada e quase assassina.
Vegeta fez a pior cara que podia ter e quase convencido pensa em uma estratégia. “Eu não vou ir para forca, sozinho”.  Ele pensou e deu um leve sorriso de canto, descruzou os braços e deu um passo pesado aproximando da mulher.
- Eu participo dessa porcaria, mas com uma condição. – Ele falou imponente e com um ar vitorioso.
- Qual? – Bulma perguntou erguendo a sobrancelha.
- Que o Trunks também participe.
O rapaz que vinha descendo as escadas pegou a conversa pela metade e assim que chegou a sala perguntou;
- Participar do que?
- Sua mãe quer que eu participe daquele maldito show de calouros que o Kakarotto inventou de apresentar, mas eu só participo se você participar também.
- O que? – Perguntou Trunks muito surpreso.
- Isso mesmo que você ouviu.
- Mas... Nem... Morto eu participo.
- A você vai participar sim ou seu pai não participa. – Bulma falava muito nervosa enquanto Vegeta dava um sorriso de vitoria quase imperceptível.
Pronto mais brigas a ponto de gritos, xingamentos a ponto de mais vizinho, dos vizinhos, dos vizinhos mais próximos ouvirem toda a discussão que vinha da Corporação Cápsula.

Algumas horas depois Trunks já chegava à montanha Pauzo e encontra Goten a treinar com a Pan.
- Oi Trunks. – Cumprimentou Trunks, parando o golpe que ia dar em Pan.
- Oi Goten. – Trunks aproximou-se do amigo com o seu melhor sorriso e sua melhor tacada. – Eu vou participar do programa que o Goku está apresentando e quero que você venha comigo.
- O que? Ficou louco Trunks, eu não participo daquele programa mais nem morto.
- Tio Goten ia ser bonitinho ver o senhor na televisão no programa que o vovô apresenta.
- Nem vem Pan, aquilo e o pior coisa que o papai podia inventar.
- Então não vai participar? – Perguntou Trunks com a cara fechada e com os braços cruzados.
- De jeito nenhum. – Ele falou convicto.
- Se você não participar eu juro que conto aquele seu segredinho para sua mãe. – Trunks sussurrou baixinho no ouvido do Trunks.
- Está bem eu participo. – Goten disse se dando por vencido. – Mas a Pan canta algo também.
- Eu vou adorar. – Falou a menina animada com as mãos unidas e olhinhos brilhantes.


Os aplausos vinham novamente da plateia o publico animado com mais um programa que começava. Um programa alegre, divertido cheio de musica.
Kuririn estava tocando novamente o na percussão, Yamcha no violão e o Teshinhan no pandeiro.
Mais aplausos da aplausos vinham da plateia.
- Boa noite pessoal. – Goku entra animado ouvindo a plateia aplaudir.
- Boa noite. – Grita a plateia animada.
- Está no ar mais um programa; O show de calouros DBZ, aquele que sempre luta por você. – Goku falava animado vendo a galera toda sentada nas cadeiras compondo a plateia.
Ele estava vestido de um palito bem brilhoso num tom laranja quase vermelho com umas faixas brancas, uma gravata borboleta, uma camisa branca por baixo, uma calça social e sapatos brancos.
- E agora vamos ao nosso primeiro participante. – Goku sorria seu sorriso mais bobo e alegre enquanto falava no microfone.
Os aplausos vinham cada vez maiores da plateia enquanto a pequena garotinha de cabelos negros, uma calça jeans, uma blusa vermelha, com um lenço cobrindo parte do cabelo entra no palco mandando beijos para a plateia.
Goku se aproximou da garotinha, se abaixou na altura dela.
- Como se chama? – Ele pergunta como se não a conhecesse.
- Me chamo Pan. – Ela sorriu olhando a plateia.
- Olha Gohan, a Pan esta tão linda! – Sussurra Videl sentada na primeira fileira.
Gohan faz um gesto de sim com a cabeça quando ouve seu pai perguntar.
- O que vai cantar?
- Eu... Bem... – Ela ficou nervosa de repente, suas maçãs ficaram rosadas, ela passava o pé no chão com as mãos entrelaçadas. – Vou cantar espinhadeiras. – Ela finalmente falou.
- Vai cantar o que? – Goku pergunta com uma cara de tonto e com vários pontos de interrogação na cabeça.
- Espinhadeira. – Ela repetiu.
Goku deu os ombros e disse:
- Solta o som maestro. – Ele falou e a banda começou a tocar, então Pan começou a cantar.
- Foi no baile em espinhom, capital de poropompom onde eu via os pompons pular.
A plateia começou a vaiar enquanto Pan continuou.
- E ao sons das maritacas que comia goiaba no pé de trás da casaaaaaaaaasaaaaa.
- I fora, i fora.  – A plateia levantava o dedo e apontava pra saída.
- Ok, ok. – Goku anunciava. – Infelizmente a senhorita foi reprovada pela plateia. – Goku falou vendo a neta saindo pisando alto de raiva.

- Vamos agora aos nossos patrocinadores. Vai maestro. – Goku gesticulou com a mão para a banda.
- Shampoo sayajin aquele que lava e deixa o seu cabelo espetadinho. Shampoo sayajin, shampoo você usa e deixa seu cabelo espetadinho. - A plateia cantava junto batendo palmas.

- Agora vamos ao nosso próximo participante. – Goku olhava o papel em mão, enquanto isso nos bastidores.
- Eu não acredito que você vai me fazer cantar isso Bulma. – Vegeta sussurrou nervoso a mulher a sua frente.
- Ai Vegge deixa de ser chato é só uma musica.
- Buff. – Ele bufou muito nervoso. – Eu sou o príncipe, não devia me submeter a essas coisas. – Ele sussurrou bem nervoso.
- Pode entrar o nosso próximo participante. – Goku anunciou mais uma vez e eles entrando.
Vegeta dava passos pesados, de braços cruzados e uma carranca enorme, uma leve cor rosada nas bochechas. “Eu não acredito que eu estou aqui de novo”. Pensava ele vendo Goku se aproximar.
- Olha só temos uma vista de um antigo participante.
- Cale-se verme. –Ele falou nervoso ao apresentador que estava mais que animado.
- O que vão cantar hoje?
- Vamos cantar abre a porta Bulminha.
Vegeta bufou mais uma vez com a sua curta paciência.
- Então solta o som músicos. – Goku deu os ombros e nem quis muita conversa.
Então a musica começou e Vegeta começo;
- Abre a porta Bulminha. “Eu não acredito que eu estou fazendo isso”. Ele pensava rubro e soltando fogo pelas ventas.
- Eu não abro não, você vem da treinadeira, vai curar sua canseira bem longe do meu colchão. – Bulma estava animada, segurava a barra do vestido meio rodado enquanto Vegeta soltava fogo pelas ventas.
- Abre a porta Bulminha.
- Eu não abro não. – Ela fazia gesto com o dedo virado pra Vegeta que ficava mais rubro. – Você vem da treinadeira vai curar sua canseira bem longe do meu colchão.
- Grsss. – Vegeta rosnou, sabia que ela a vez dele. – OH! Bulminha abre a porta e não reclama mulher. Mostra que você me ama, pois eu não quero discussão. – Vegeta ficou mais rubro ainda queria sair dali o mais depressa possível, já não bastava ter participando uma vez. – Eu tenho que treinar, ou se não vai dar muita confusão, terá muito vilão e depois você vai morrer então. “Eu realmente tenho que cantar isso. Grsss”.
- Abre a porta Bulminha. – Ele estava a ponto de se transformar em super sayajin, aprender a técnica do tele transporte e sumir dali.
- Eu não abro não. – Bulma mais uma vez balança o dedo em sinal de não. – Você vem da treinadeira vai curar a sua canseira bem longe do meu colchão. – Bulma sorria ao publico que estava se divertindo com a dupla.
- Você gosta de treinar, então por que não fica por lá. – Bulma cruzava os braços e fazia cara de brava. – Você não quis me levar pra passear, pois só quer saber de treinar e derrotar o Goku, nem se quer se lembra de me amar e sempre me deixa na mão. - Bulma sorria vitoriosa. 
- Bulminha eu to ficando nervoso. – Realmente Vegeta estava ficando nervoso. – E quando eu fico nervoso eu viro super sayajin três em. – Ele bufava alto de raiva e rubro. – Abre a porta Bulminha.
- Eu não abro não. – Bulma estava olhando a plateia animada. – Você vem da treinadeira vai curar sua canseira bem longe do meu colchão.
- Oh! Bulminha eu não te levei pra o passeio, por que eu sou um príncipe guerreiro e não gosto de multidão, nem de muita melassão, muito menos confusão. – Vegeta rosnava baixo e impaciente. – Abre a porta Bulminha que eu não quero ficar longe de você não. – Abre a porta Bulminha. – Vegeta estava achando aquela musica maior que a da Bra e isso só o deixava mais irritado.
- Eu não abro não, você vem da treinadeira vai curar a sua canseira bem longe do meu colchão. – Bulma estava achando o máximo queria que aquela musica fosse real e imaginava Vegeta na sua porta suplicando, coisa que nunca aconteceria na vida real. – Eu já falei que eu não vou abrir a porta. E peço que você volte sem fazer reclamação. Se eu abrir a porta eu vou me render, aos seus encantos e esquecer que estava treinando até quase morrer.
-Ah! Bulminha eu vou é explodir essa porta agora mesmo, pois sabe que eu sou um sayajin e tenho muito o que fazer. – Abre a droga dessa porta. – Vegeta realmente irritado seu porte cada vez mais imponente, a cor vermelha estampada em todo o seu rosto.
- Eu não abro não. Você vem da treinadeira vai curar sua canseira bem longe do meu colchão.
- Eu vou explodir a porta Bulminha. – Ele já estava cansado daquela musica doida.
- Eu não abro não. Você vem da treinadeira vai curar sua canseira bem longe do meu colchão. – Vegeta começou a cantar junto. – Bem longe do meu colchão. Bem longe do meu colchão.
A plateia aplaudia de pé, enquanto Vegeta dava um sorriso imperceptível de canto dando graças a Kami por aquela babaquice ter acabado.
- O publico aprovou o nossos participantes, realmente eles se saíram muito bem, mais aplausos. – Goku via os dois saírem enquanto a plateia aplaudia de pé haviam adorado a sintonia do casal o nervosinho e a Bulminha.

- E antes da nossa próxima participação mais um anuncio dos nossos patrocinadores. – Goku lia no papel e uma voz soou;
- Sabão em pó Satã aquele que lava e tcham.
- Sabão Satã, sabão Satã aquele que lava e tcham.
- Depois do anuncio dos nossos patrocinadores vem agora mais uma dupla de participantes.

“Eu não acredito que eu vou passar por isso, eu juro que amanhã eu não mostro a minha cara na rua”. Pensava Trunks nos bastidores.
- Ei Trunks eu tenho mesmo que usar esse chapéu com chifres? – perguntou Goten com uma cara ingênua.
- Tem Goten.
- Vamos mesmo cantar aquela musica? Eu não gostei muito. – Cochichou o rapaz.
- Sim, é só uma brincadeira Goten.
- Eu não estou gostando. – Comunicou o amigo quando Goku anunciou.
- E agora o nosso próximo participante. – Os aplausos vinham mais alto Chichi muito orgulhos de seu marido, sentada na primeira fileira, Bra olhando a entrada dos participantes pra ver a cara do irmão. Depois de se sentir muito animada com a participação da mãe e do pai, tinha certeza que eles ganhariam.

Depois de Goku ter anunciado. Trunks entrava tímido e se aproximava do microfone, Goten também estava meio rubro.
- Nossos participantes vem a primeira vez? – Perguntou Goku colocando o microfone próximo a boca do rapaz de cabelos lilases.
- Sim. – Respondeu Trunks meio tímido.
- E vão cantar o que? – Perguntou Goku animado.
- Ele é corno mais é meu amigo. – Respondeu Goten colocando o chapéu de chifres.
- Então solta o som banda, vamos ver quem vai ganhar esse programa hoje.

A musica começou animada e Trunks entrou primeiro apontando pro Goten que começou duro como uma pedra.
- Amizade é a melhor coisa do mundo. Num amigo de verdade não se vê defeito. Como disse o poeta; O amigo é pra se guardar no lado esquerdo do peito. – Trunks começou meio tímido também.

- Amizade é a melhor coisa do mundo. Num amigo de verdade não se vê defeito. Como disse o poeta; O amigo é pra se guardar no lado esquerdo do peito. – Agora foi Goten cantando o refrão também meio tímido, sua carinha ingênua como a do pai.

- Ele é corno, mas é meu amigo. Ele é viado, mas é meu amigo. Ele é baitola, mas é meu amigo. Ele pode ter defeitos, mas é meu amigo. – Trunks apontava pro Goten agora mais animado e se soltando com o ritmo da musica.

Goten colocou o chapéu na cabeça de Trunks e cantou o refrão.  
- Ele é corno, mas é meu amigo. Ele é viado, mas é meu amigo. Ele é baitola, mas é meu amigo. Ele pode ter defeitos, mas é meu amigo. – Goten também apontava para o amigo se divertindo ao mesmo tempo em que Trunks volta o chapéu pra cabeça de Goten.

- Um amigo é pra acudir o outro. Eu to aqui pra acudir você. Um amigo com defeitos é pouco. Se o amigo é de verdade defeitos nele não vê. – Trunks colocava a mão em sua cintura e a outra mais alta fingindo dançar um forró com alguém.

- Um amigo é pra acudir o outro. Eu to aqui pra acudir você. Um amigo com defeitos é pouco. - Se o amigo é de verdade defeitos nele não vê. Goten sacudia a mão em frente ao microfone enquanto a plateia aplaudia junto.

- Ele é corno, mas é meu amigo. Ele é viado, mas é meu amigo. Ele é baitola, mas é meu amigo. - Ele pode ter defeitos, mas é meu amigo. – Trunks apontava para o amigo do lado e Goten volta mais uma vez o chapéu de chifres ao Trunks levando a musica na brincadeira.

- Ele é corno, mas é meu amigo. Ele é viado, mas é meu amigo. Ele é baitola, mas é meu amigo. - Ele pode ter defeitos, mas é meu amigo. - Goten apontando pro Trunks.

- Eu acho o seguinte.  Eu acho que tirando todos os defeitos. Ele é uma pessoa excelente! – Trunks cantava animado.

- Um amigo é pra acudir o outro. Eu to aqui pra acudir você. Um amigo com defeitos é pouco. Se o amigo é de verdade defeitos nele não vê. – Agora era a vez de Goten que também deixou a timidez de lado e entrou no ritmo do forrozinho animado.

- Um amigo é pra acudir o outro. Eu to aqui pra acudir você. Um amigo com defeitos é pouco. Se o amigo é de verdade defeitos nele não vê. - Agora era o Trunks cantando o refrão.

- Um amigo é pra acudir o outro. Eu to aqui pra acudir você. Um amigo com defeitos é pouco. - Se o amigo é de verdade defeitos nele não vê. – Agora eram os dois cantando juntos em um microfone só.
- Olha não importa o que ele seja. Ele pode ser tudo que não presta. O importante é que ele é meu amigo. . Eu não to nem ai pro que falam. – As duas vozes se uniam com um ar de diversão e a plateia aplaudia e cantava junto.

- Ele é corno, mas é meu amigo. Ele é viado, mas é meu amigo. Ele é baitola, mas é meu amigo. Ele pode ter defeitos, mas é meu amigo. – Goten e Trunks cantavam juntos um apontando pro outro varias vezes no ritmo do forro, animando a plateia com palmas e mais palmas.
- Não importa o que ele seja. O importante é que ele é meu amigo. E eu o tenho no meu coraçãozinho. – Goten apontou para o coração do Trunks.

- Não importa o que ele seja. O importante é que ele é meu amigo. E eu o tenho no meu coraçãozinho. – Goten apontou pro coração do Trunks.- Trunks terminou a musica do mesmo modo que Goten e abaixaram agradecendo ao publico que também aplaudiam de pé o dos rapazes.

Bra orgulhosa do irmão, ela estava com há duvida entre a mãe e o pai, o irmão e o amigo. Chichi olhava para seu menino, orgulhosa.
- E pessoal á disputa hoje esta acirrada, duas grandes duplas arrasaram em nosso palco hoje, agora eu quero saber de vocês quem é o vencedor. – Goku anunciava.
As duas duplas se posicionavam no palco, Vegeta rubro como um morango. Bulma apesar de querer ganhar estava muito orgulhosa do filho.
- Então galera quem vocês escolhem para o premio de hoje? – Goku perguntava ao publico. – Bulma e Vegeta com o abre a porta Bulminha, ou o Goten e o Trunks com há musica. Ele é corno mais é meu amigo. – Goku via galera indecisa. – Então pessoal à escolha e de vocês. – Goku apontou o dedo para a plateia.