domingo, 30 de novembro de 2014

Capitulo único.

Tudo aconteceu sem mais nem menos.
Ela foi para o seu apartamento e tudo que eu encontrei foi um bilhete dizendo que ela ia voltar ao seu lar e conviver um tempo com o seus pais, viver uma experiência diferente.
Acho que aprendemos muito juntos. Afinal pouco a pouco fomos nos aproximando um do outro, para ajudar um ao outro a conquistar quem nós gostávamos, mas o que ocorreu foi é que nós apaixonamos um no outro.
Sim a tigresa e o dragão. E quem esperava isso em?
Nem eu mesmo imaginava que nos apaixonaríamos, já que nós aproximamos para ajudar um ao outro a conquistar as pessoas que achávamos que gostávamos, mas acabamos foi nos apaixonando um pelo outro.
Quem diria que aquela baixinha viria a fazer parte da minha vida. Ela é cheia de marra, que sempre me batia, mas que eu amava cuidar dela, me sentia solitário se não cuidasse dela, ou não estivesse ao seu lado.
Foi mágico o dia que fomos parar na casa dos meus avós.
Ah! Taiga, que saudade. - encostei-me ao para peito da minha janela e fui olhar o céu.
Aquela estrela que ela tirou a foto estava lá - dei um sorriso fechei meus olhos e viajei nas minhas memórias e as revivi como se fossem agora.
Como foi que tudo aconteceu...?
Simples. Tínhamos fugido para casa dos meus avós, Taiga havia ligado para mamãe dando uma desculpa para que ela voltasse. Até parecia uma criança chorando e dizendo Ryuu-chan.
Á noite eu entrei no quarto e vi os futtuns no chão e Taiga olhando as estrelas.
- Meus avós nos puseram para dormir juntos, já que dissemos que iam nós íamos nos casar - me aproximei dela com cuidado e carinho. - Acho que agora sei por que mamãe engravidou.
Ela sorriu para mim, apagou a luz, pegou na minha mão, me puxou até a janela e me mostrou o céu estrelado, estava tão lindo, depois tirou o lençol que estava debaixo dos cobertores e fez como se fosse um véu e disse com um sorriso nos lábios.
- Agora vamos ensaiar os votos - eu fiquei de frente a ela, tão pequena, e frágil mesmo com todo aquele temperamento forte, ela sempre pareceu uma boneca tecida na melhor seda com o melhor que poderia ser.
- Eu sou o dragão e você a tigresa. Protegerei-te, amarei você sempre - eu estava próximo, minha respiração tinha aumentado o ritmo, e ela percebeu, mas ao invés de fugir se aproximou de mim.
- Você quer me beijar? - ela me perguntou me surpreendendo.
Eu me aproximei mais encostei os meus lábios nos lábios rosados dela, sua boca macia e delicada me fez querer mais e mais.
Aos poucos ela envolveu seus pequenos braços em volta de mim e continuamos a nos beijar de uma forma casta e intensa, aos poucos nos afastamos procurando o ar e eu vi o quanto ela estava rubra.
Taiga sorriu para mim e seus olhos cintilavam como as estrelas daquele céu, a luz da lua entrava clareando o nosso quarto.
- Você precisa melhorar o seu beijo, cachorro idiota. É muito seco. - ela fechou o semblante.
Eu apenas sorri  a ela e fiz um gesto de sim com a cabeça, mas inesperadamente ela me abraçou forte e me beijou mais uma vez, de uma forma mais densa, cativante que quando eu vi já estávamos entre os lençóis aproveitando ao máximo nosso tempo ali juntos.
Foi mágico ficar com a garota que eu mais amo nessa vida...
Foi incrível sentir aquela boneca nos meus braços por algumas horas.
Foi um sonho que eu não queria mais acordar, eu queria continuar a viver esse sonho, mas não pude... Pois voltamos para a cidade e ela foi ficar com os pais dela antes de se juntar a mim para sempre...
Agora estou aqui olhando uma pequena estrela, sentindo uma danada de uma saudade da minha marrentinha preferida e me sentindo super solitário por não estar cuidando dela.
Suspirei fundo, olhei o piso da varanda do meu quarto quando o meu celular fez um barulho.
Abri para ver, era uma mensagem dela que dizia:
"- Já esta com saudades de mim, seu cachorro idiota?"  - então eu a respondi.
- Estou morrendo de saudades, minha tigresa marrenta - respondi a ela com um sorriso de orelha a orelha.
- Vai me esperar, não é? - ela me respondeu novamente.
- Claro que sim, você já é a minha esposa - eu a respondi.
- Ótimo não me traia até lá.
- Com certeza não.
- Cachorro idiota - foi a ultima mensagens que trocamos naquele dia.
Porém eu sabia que um dia ela iria voltar para mim, eu sabia que um dia os seus lábios iria tocar novamente o meu e eu poderia sentir o seu gosto de maça, sentir o seu cheiro tão doce e infantil... Sentir a sua pele macia e sedosa na minha, seus cabelos loiros caramelados grudados no meu corpo carregado de suor.
Um dia ela iria voltar e íamos finalmente fazer os votos e nos casar.
Um dia ela iria voltar a ser minha e eu desejo do fundo do meu coração que esse dia chegue logo, sabe por quê?
Por que eu a amo e peço de todo o meu coração que esse dia chegue logo...
Volta para mim Taiga, mas volta logo por que eu não vou aguentar muito tempo longe de você.
Sorri e mais uma vez olhei o céu, vi a única estrela que ela tinha fotografado antes de partir, entrei no meu quarto, me joguei no meu futtun, para dormir, pois o outro dia começaria e eu contava animadamente para a volta da minha tigresa.

Fim. 

domingo, 23 de novembro de 2014

Aproximação.

Yana suspirou fundo e imaginou que seu patrão poderia estar com ciúmes das coisas da sua esposa, porém ela não perguntou por mal, mesmo assim ela não esperava aquela reação dele, sentiu um frio percorrer a espinha, pois de um homem doce e meigo, ele de repente ficou nervoso foi meio incomum, mas ela não o conhecia então não sabia ao certo os tipos de sentimentos ele poderia ter, até por que eles não pareciam muito seres humanos normais.
Ela terminou de lavar a louça, secar e guardar, foi até o quarto, vestiu o seu pijama, deitou no sofá e ligou a televisão. Apesar de tudo ela estava preocupada, pois por culpa dela ele tinha sumido e até ela estava preocupada, mas mesmo assim adormeceu com a televisão ligada.
****
Goku andava pela montanha olhando o céu estrelado e sem fome. Ele não entendia por que havia ficado bravo com a garota, ela era uma garota, disso ele tivera certeza, ela tinha um bom coração, cozinhava bem, era meiga.
"E tem um corpo diferente do da Chi..." Ele ficou rubro com tais pensamentos.
- Quantos anos ela tem? - se perguntou pensando em voltar para casa.
Ele sabia que tinha alguma coisa em relação à moça, mas não sabia definir ao certo, porém sabia que ela era uma garota, pois Chichi havia explicado para ele a diferença, também sabia um pouco sobre atração física, essas coisas.
Goku levantou voo e foi para casa o mais rápido que pode, entrou pela porta e viu a televisão ligada, a primeiro momento achou que fosse o seu filho Goten, mas quando se aproximou do sofá e viu a moça dormindo com os cabelos castanhos espalhados, uma camisola de cetim mostrando os seus braços e um pouco do colo dos seus seios, suas pernas brancas delineadas.
Goku não pode deixar de notar que ela era diferente de sua Chi.
- Yana - ele passou a mão no rosto dela, mas ela não despertou.
Ele olhou mais uma vez para ela e viu Chichi dormindo ali, piscou algumas vezes e voltou a ver a garota. Suspirou fundo.
- Mal chegou e já pegou a mania do Goten - ele a pegou no colo e viu que ela se aninhou no tórax dele como se fosse um bichinho procurando proteção.
Goku sorriu e a levou para o quarto, há colocou na cama com cuidado, mas viu a camisola deslizar um pouco, mostrar parte dos seus seios brancos.
Goku não pode deixar de notar e ficou olhando, sentiu uma vontade louca de tocar, saber se eram macios como os da sua esposa, saber se ela era igual de alguma forma.
- Droga... - sussurrou e desviou o olhar tirando os braços debaixo do corpo dela com cuidado, mas ela se mexeu, abriu lentamente os olhos, deus uns gemidos de protesto enquanto via melhor aquele homem diante de sim com aquele olhar ingênuo, calmo, diferente de antes.
Ele deu um sorriso a ela meio sem jeito, sem saber ao certo o que fazer e disse:
- Desculpe por mais cedo, acho que pensar em tirar as coisas da Chi, me fez achar que eu ia perder ela ainda mais e acabei perdendo a cabeça com você.
- Tudo bem, Goku - ela o viu próximo dela. - olhou para si e viu sua roupa meio fora do lugar e ficou meio rosada.
Yana ajeitou a sua camisola o mais rápido possível, enquanto ele ficou a fitando, não sabia se podia, não sabia o que fazia, só sabia que tinha uma atração por ela. Não sabia ao certo se era isso, ou apenas uma súbita curiosidade que batia em seu peito.
- Goku, obrigada por me trazer, acabei pegando no sono, no sofá - ele ainda estava com as mãos sobre o cochão, ela em baixo e ele estava próximo do rosto dela.
- De nada  - ele deu um sorriso e a olhou dentro dos olhos, se permitiu deixar levar, apesar de não saber se estava certo, ou se tinha permissão. Abaixou um pouco mais o rosto e ficou bem próximo dela.
Yana pode sentir a respiração dele, o cheiro almiscarado entrando pelas suas narinas, seu rosto ingênuo tão próximo do dela.
Ela sentiu seu coração palpitar, não estava com medo dele, pois de alguma forma ela se sentia segura ao lado dele e ainda mais com aquele jeito ingênuo dele. Isso a deixava sem medo nenhum.
Ela sentia que ele queria alguma coisa, mas aparentemente ele esperava ela dar o primeiro passo como se fosse uma permissão, como se ele tivesse medo de tentar e ela o recusar.
Talvez até por medo, pois ela já tinha sido forçada a algo que ela não queria, mas ela sentiu-se tranquila ao lado dele.
A respiração dele pesada sobre o rosto dela e ela o olhando penetrante, queria dar permissão a ele, mas tinha duvidas. Poderia ser só fogo de palha, já que a esposa dele não estava ali e ela sabia que ele a amava. Podia também começar a gostar dela, ficar com ela para o resto da sua vida, mas ela se sentia segura perto dele, sabia que ele não a machucaria, nem tentaria nada se ela não permitisse.
Ela suspirou fundo, mandou tudo ir às favas, pois ele estava ali perdido, ingênuo, há encarando com aqueles olhos negros como a noite e aqueles músculos torneados, aquele corpo podia ser dela, ao menos por uma noite e ela não ia deixar essa chance passar de jeito nenhum. Ele era mais velho que ela, por mais que a diferença de idade fosse um pouco grande, ela iria tentar, ela era jovem, tinha vinte cinco anos, tinha um corpo bonito, seios pequenos, mas queria sentir o gosto dele e a pele dele na dela, mesmo que por pequenos instantes, foi por isso que ela aceitou o emprego, para poder seduzi-lo e quem sabe até o fazer esquecer a esposa, o que seria difícil, mas ela iria ao menos tentar, ao menos por essa noite, ela iria tentar.
Yana ergueu o seu rosto, e aproximou ainda mais os seus lábios do dele, colocou uma das suas mãos no rosto dele e moveu os seus pequenos lábios rosados nos dele.
Goku se assustou um pouco, manteve o seus olhos aberto a olhando, mas não a afastou. Ele pode sentir os lábios quentes dela no dele que ainda estavam parados e ela tentando fazer com que ele correspondesse.
Ele foi correspondendo pouco a pouco, ainda a olhando, ele sentiu o gosto dos lábios dela, mas afastou-se dela, e a olhou nos olhos  e disse:
- Não posso... - ele desviou o olhar do dela.
- O que você não pode? - ela colocou a mão na mão dele.
- Eu não posso trair a Chichi assim... - ele tirou a mão da dela e se levantou. - Me desculpe... Eu... - ela viu que ele estava confuso.
- Eu entendo Goku, mas ficar comigo não é traição, pois ela já morreu.
- Ela não morreu para mim... - ele saiu do quarto e subiu as escadas e foi para o quarto que era do casal. Trancou a porta e deitou em sua cama em um suspiro longo e fundo.
"O que eu estou fazendo? Por que senti desejo de estar com ela dessa forma...?" - ele se levantou e foi até a cômoda pegou uma das fotos e ficou olhando.
Passou o dedo carinhosamente e olhou as horas, eram meia noite.
Goku levou seu dedo à testa e foi até a casa do seu mestre, chegando lá voou até a janela do seu amigo e bateu.
Dezoito foi a primeira a se levantar e abrir a janela.
- Isso são horas de você vir em uma casa de família? - Dezoito estava fria e séria.
- Dezoito, pega leve com o meu amigo - Kuririn viu Goku meio triste.
- Desculpe incomodar a essa hora. - ele já ia levar os dedos à testa quando Kuririn pegou o seu braço.
- Não é um incomodo Goku  - ele sorriu o amigo e saiu voando pela janela e ficou ao seu lado. - Vamos dar uma volta?
Goku o olhou meio de lado e eles voaram por um tempo até chegar do outro lado da praia, sentaram na areia enquanto Goku pegou uma pedrinha e jogou fazendo o mar criar ondas junto com as suas próprias ondas. As estrelas refletidas no mar azul e a leve brisa balançando o cabelo dos dois.
- Aconteceu alguma coisa Goku? - seu amigo mexia na areia com o dedo.
- Sim...
- Então me diz o que foi? - ele o olhou apreensivo.
Goku suspirou fundo e começou a relatar ao amigo desde o dia que ajudou a garota até essa noite e explicou o que sentiu por ela e ao se controlar, pois sabia que podia ser errado, e estava bem confuso com tudo.
Kuririrn sorriu alto.
- Ai Goku você é mesmo uma figura viu.
- Por que está rindo? - ele fez uma cara de tonto.
- Você nunca vai mudar- ele riu mais um pouco. - É super normal você sentir atração por outra mulher, não sei como você nunca sentiu antes da Chichi ir para  o outro mundo, mas acho que você nunca tinha parado para observar outras garotas dessa forma, já que você tinha a sua esposa.
- Hum - ele olhou tentando entender.
- Goku quando se está sozinho, sem uma mulher, nós nos sentimos carentes, e precisamos de um tipo de válvula de escape, algumas vezes nos homens nos aventuramos com uma ou outra garota para suprir isso - ele olhou animado. - Vendo a Yana vulnerável, com suas vestes de dormir, você apenas sentiu uma atração, uma curiosidade de ficar com ela, isso é muito normal, além do mais a Chichi está no outro mundo, acho que ela não se importaria.
- Eu acho que ela se importaria - ele virou o rosto meio rosado.
- Que seja, mas pode chegar uma hora que você não consiga controlar isso, pois a garota mora na sua casa, cozinha para você, e tudo mais. Mas caso descida ter alguns momentos com ela, isso não quer dizer traição e nem que você vai trocar a Chichi por ela, pois ela esta no outro mundo.
Goku não disse mais nada, apenas ficou pensativo com o seu amigo ao lado o olhando.
- Me lembrei do torneio que você nós perguntou o que era um casamento lutando com a Chichi - ele o olhou sorrindo.
- È... Aprendi muito com ela - ele olhou o horizonte do mar e ficou ali mais um pouco com o seu amigo, depois se despediu e voltou para sua casa.
Kuririn ainda olhou o céu negro manchado de estrelas e sorriu.

- Aprendeu muito com ela, mas ainda sim é ingênuo - comentou consigo mesmo lembrando o quanto o amigo era infantil e ingênuo.Yana suspirou fundo e imaginou que seu patrão poderia estar com ciúmes das coisas da sua esposa, porém ela não perguntou por mal, mesmo assim ela não esperava aquela reação dele, sentiu um frio percorrer a espinha, pois de um homem doce e meigo, ele de repente ficou nervoso foi meio incomum, mas ela não o conhecia então não sabia ao certo os tipos de sentimentos ele poderia ter, até por que eles não pareciam muito seres humanos normais.
Ela terminou de lavar a louça, secar e guardar, foi até o quarto, vestiu o seu pijama, deitou no sofá e ligou a televisão. Apesar de tudo ela estava preocupada, pois por culpa dela ele tinha sumido e até ela estava preocupada, mas mesmo assim adormeceu com a televisão ligada.
****
Goku andava pela montanha olhando o céu estrelado e sem fome. Ele não entendia por que havia ficado bravo com a garota, ela era uma garota, disso ele tivera certeza, ela tinha um bom coração, cozinhava bem, era meiga.
"E tem um corpo diferente do da Chi..." Ele ficou rubro com tais pensamentos.
- Quantos anos ela tem? - se perguntou pensando em voltar para casa.
Ele sabia que tinha alguma coisa em relação à moça, mas não sabia definir ao certo, porém sabia que ela era uma garota, pois Chichi havia explicado para ele a diferença, também sabia um pouco sobre atração física, essas coisas.
Goku levantou voo e foi para casa o mais rápido que pode, entrou pela porta e viu a televisão ligada, a primeiro momento achou que fosse o seu filho Goten, mas quando se aproximou do sofá e viu a moça dormindo com os cabelos castanhos espalhados, uma camisola de cetim mostrando os seus braços e um pouco do colo dos seus seios, suas pernas brancas delineadas.
Goku não pode deixar de notar que ela era diferente de sua Chi.
- Yana - ele passou a mão no rosto dela, mas ela não despertou.
Ele olhou mais uma vez para ela e viu Chichi dormindo ali, piscou algumas vezes e voltou a ver a garota. Suspirou fundo.
- Mal chegou e já pegou a mania do Goten - ele a pegou no colo e viu que ela se aninhou no tórax dele como se fosse um bichinho procurando proteção.
Goku sorriu e a levou para o quarto, há colocou na cama com cuidado, mas viu a camisola deslizar um pouco, mostrar parte dos seus seios brancos.
Goku não pode deixar de notar e ficou olhando, sentiu uma vontade louca de tocar, saber se eram macios como os da sua esposa, saber se ela era igual de alguma forma.
- Droga... - sussurrou e desviou o olhar tirando os braços debaixo do corpo dela com cuidado, mas ela se mexeu, abriu lentamente os olhos, deus uns gemidos de protesto enquanto via melhor aquele homem diante de sim com aquele olhar ingênuo, calmo, diferente de antes.
Ele deu um sorriso a ela meio sem jeito, sem saber ao certo o que fazer e disse:
- Desculpe por mais cedo, acho que pensar em tirar as coisas da Chi, me fez achar que eu ia perder ela ainda mais e acabei perdendo a cabeça com você.
- Tudo bem, Goku - ela o viu próximo dela. - olhou para si e viu sua roupa meio fora do lugar e ficou meio rosada.
Yana ajeitou a sua camisola o mais rápido possível, enquanto ele ficou a fitando, não sabia se podia, não sabia o que fazia, só sabia que tinha uma atração por ela. Não sabia ao certo se era isso, ou apenas uma súbita curiosidade que batia em seu peito.
- Goku, obrigada por me trazer, acabei pegando no sono, no sofá - ele ainda estava com as mãos sobre o cochão, ela em baixo e ele estava próximo do rosto dela.
- De nada  - ele deu um sorriso e a olhou dentro dos olhos, se permitiu deixar levar, apesar de não saber se estava certo, ou se tinha permissão. Abaixou um pouco mais o rosto e ficou bem próximo dela.
Yana pode sentir a respiração dele, o cheiro almiscarado entrando pelas suas narinas, seu rosto ingênuo tão próximo do dela.
Ela sentiu seu coração palpitar, não estava com medo dele, pois de alguma forma ela se sentia segura ao lado dele e ainda mais com aquele jeito ingênuo dele. Isso a deixava sem medo nenhum.
Ela sentia que ele queria alguma coisa, mas aparentemente ele esperava ela dar o primeiro passo como se fosse uma permissão, como se ele tivesse medo de tentar e ela o recusar.
Talvez até por medo, pois ela já tinha sido forçada a algo que ela não queria, mas ela sentiu-se tranquila ao lado dele.
A respiração dele pesada sobre o rosto dela e ela o olhando penetrante, queria dar permissão a ele, mas tinha duvidas. Poderia ser só fogo de palha, já que a esposa dele não estava ali e ela sabia que ele a amava. Podia também começar a gostar dela, ficar com ela para o resto da sua vida, mas ela se sentia segura perto dele, sabia que ele não a machucaria, nem tentaria nada se ela não permitisse.
Ela suspirou fundo, mandou tudo ir às favas, pois ele estava ali perdido, ingênuo, há encarando com aqueles olhos negros como a noite e aqueles músculos torneados, aquele corpo podia ser dela, ao menos por uma noite e ela não ia deixar essa chance passar de jeito nenhum. Ele era mais velho que ela, por mais que a diferença de idade fosse um pouco grande, ela iria tentar, ela era jovem, tinha vinte cinco anos, tinha um corpo bonito, seios pequenos, mas queria sentir o gosto dele e a pele dele na dela, mesmo que por pequenos instantes, foi por isso que ela aceitou o emprego, para poder seduzi-lo e quem sabe até o fazer esquecer a esposa, o que seria difícil, mas ela iria ao menos tentar, ao menos por essa noite, ela iria tentar.
Yana ergueu o seu rosto, e aproximou ainda mais os seus lábios do dele, colocou uma das suas mãos no rosto dele e moveu os seus pequenos lábios rosados nos dele.
Goku se assustou um pouco, manteve o seus olhos aberto a olhando, mas não a afastou. Ele pode sentir os lábios quentes dela no dele que ainda estavam parados e ela tentando fazer com que ele correspondesse.
Ele foi correspondendo pouco a pouco, ainda a olhando, ele sentiu o gosto dos lábios dela, mas afastou-se dela, e a olhou nos olhos  e disse:
- Não posso... - ele desviou o olhar do dela.
- O que você não pode? - ela colocou a mão na mão dele.
- Eu não posso trair a Chichi assim... - ele tirou a mão da dela e se levantou. - Me desculpe... Eu... - ela viu que ele estava confuso.
- Eu entendo Goku, mas ficar comigo não é traição, pois ela já morreu.
- Ela não morreu para mim... - ele saiu do quarto e subiu as escadas e foi para o quarto que era do casal. Trancou a porta e deitou em sua cama em um suspiro longo e fundo.
"O que eu estou fazendo? Por que senti desejo de estar com ela dessa forma...?" - ele se levantou e foi até a cômoda pegou uma das fotos e ficou olhando.
Passou o dedo carinhosamente e olhou as horas, eram meia noite.
Goku levou seu dedo à testa e foi até a casa do seu mestre, chegando lá voou até a janela do seu amigo e bateu.
Dezoito foi a primeira a se levantar e abrir a janela.
- Isso são horas de você vir em uma casa de família? - Dezoito estava fria e séria.
- Dezoito, pega leve com o meu amigo - Kuririn viu Goku meio triste.
- Desculpe incomodar a essa hora. - ele já ia levar os dedos à testa quando Kuririn pegou o seu braço.
- Não é um incomodo Goku  - ele sorriu o amigo e saiu voando pela janela e ficou ao seu lado. - Vamos dar uma volta?
Goku o olhou meio de lado e eles voaram por um tempo até chegar do outro lado da praia, sentaram na areia enquanto Goku pegou uma pedrinha e jogou fazendo o mar criar ondas junto com as suas próprias ondas. As estrelas refletidas no mar azul e a leve brisa balançando o cabelo dos dois.
- Aconteceu alguma coisa Goku? - seu amigo mexia na areia com o dedo.
- Sim...
- Então me diz o que foi? - ele o olhou apreensivo.
Goku suspirou fundo e começou a relatar ao amigo desde o dia que ajudou a garota até essa noite e explicou o que sentiu por ela e ao se controlar, pois sabia que podia ser errado, e estava bem confuso com tudo.
Kuririrn sorriu alto.
- Ai Goku você é mesmo uma figura viu.
- Por que está rindo? - ele fez uma cara de tonto.
- Você nunca vai mudar- ele riu mais um pouco. - É super normal você sentir atração por outra mulher, não sei como você nunca sentiu antes da Chichi ir para  o outro mundo, mas acho que você nunca tinha parado para observar outras garotas dessa forma, já que você tinha a sua esposa.
- Hum - ele olhou tentando entender.
- Goku quando se está sozinho, sem uma mulher, nós nos sentimos carentes, e precisamos de um tipo de válvula de escape, algumas vezes nos homens nos aventuramos com uma ou outra garota para suprir isso - ele olhou animado. - Vendo a Yana vulnerável, com suas vestes de dormir, você apenas sentiu uma atração, uma curiosidade de ficar com ela, isso é muito normal, além do mais a Chichi está no outro mundo, acho que ela não se importaria.
- Eu acho que ela se importaria - ele virou o rosto meio rosado.
- Que seja, mas pode chegar uma hora que você não consiga controlar isso, pois a garota mora na sua casa, cozinha para você, e tudo mais. Mas caso descida ter alguns momentos com ela, isso não quer dizer traição e nem que você vai trocar a Chichi por ela, pois ela esta no outro mundo.
Goku não disse mais nada, apenas ficou pensativo com o seu amigo ao lado o olhando.
- Me lembrei do torneio que você nós perguntou o que era um casamento lutando com a Chichi - ele o olhou sorrindo.
- È... Aprendi muito com ela - ele olhou o horizonte do mar e ficou ali mais um pouco com o seu amigo, depois se despediu e voltou para sua casa.
Kuririn ainda olhou o céu negro manchado de estrelas e sorriu.
- Aprendeu muito com ela, mas ainda sim é ingênuo - comentou consigo mesmo lembrando o quanto o amigo era infantil e ingênuo. 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Aposta

O despertador tocava alto no quarto de Yana e ela abre os olhos lentamente procurando o despertador para desligar. Olha no mesmo e são cinco e meia da manhã, morrendo de sono ela se levanta, veste uma calça de moletom, com uma blusa de alcinha formando o seus seios perfeitamente, mas com um tecido por baixo, para não deixar sexy, uma blusa de frio de abotoar e vai para cozinha começar o seu primeiro dia de serviço na casa dos Sons.
******
Goku havia ouvido aquele barulho estridente, longe, mas o suficiente para abrir os olhos e espreguiçar, para depois virar para o lado e ver apenas o porta retrato com a foto de Chichi e ele juntos. Suspirou fundo, olhou para o relógio em cima do criado e viu que era cinco e meia. Levantou-se, entrou no banho, voltou e vestiu outro doji alaranjado com uma blusa azul por baixo, as munhequeiras, suas botas, se olhou no espelho para depois olhar todo aquele quarto, suspirou fundo abriu a porta e saiu descendo a escada, logo chegou a cozinha.
- Bom dia Yana! - ele olhou sua roupa.
- Bom dia Goku - ela respondeu e voltou a olhar a panela.
- Goten ainda não desceu?
- Não - ela mexia em algumas panelas e Goku começou a observar, se aproximou um pouco e moveu o nariz em cima das panelas.
- Hum... Sua comida cheira bem - ele estava bem próximo que ela tomou um susto e jogou a panela para o ar a fazendo cair a alguns metros de distancia com a massa da panqueca que  ela ia fritar.
Ela olhou para o local e Goku se afastou um pouco, encolheu achando que ia levar a maior bronca quando ela virou e disse:
- Obrigada Goku pelo elogio, mas não chegue assim tão perto, você me assustou para burro.
- Desculpe - ele esfregou a nuca e Goten viu o ocorrido da escada.
- Pai, a moça não está acostumada com você em cima das panelas, ela não é a mamãe, então a deixe fazer o café em paz.
- Desculpe Yana, eu juro que não fiz por mal- ele saiu dali meio triste - afinal ele sentiu falta da sua esposa naquele momento.
- Ele parece criança às vezes - Goten comentou e foi ao lugar pegar a panela e um pano para limpar, enquanto Goku sentou a mesa com a cabeça sobre o queixo, o cotovelo apoiado na mesa e olhando um ponto qualquer.
- Tudo bem Goten - ela sorriu a ele e continuou preparando o café, para depois servir.
Ela colocou na mesa as panquecas e o café.
Goten mostrou onde ficava as outras coisas da cozinha e Goku pegava algumas panquecas e colocava no prato. Suspirou fundo e sentiu falta das broncas da esposa quando ele agia ingenuamente.
Seus pensamentos voaram para longe...
"- Bom dia Chichi - ele se lembrava de chegar à cozinha e a abraçá-la com carinho.
- Hum! Isso tem um cheiro bom - ele passou o dedo dentro da panela e levou a boca. - Hum! - ele fechou os olhos sentindo o sabor. - Muito gostoso - ele disse animado abrindo os olhos e a vendo com uma cara de poucos amigos.
- QUANTAS VEZES EU TENHO QUE TE DIZER PARA NÃO COLOCAR O DEDO DENTRO DA PANELA, GOKU? - ela estendia a colher em direção a ele com muita raiva.
- Mas o cheiro está muito gostoso, não resisti em experimentar - ele encolhia um pouco. - "Desculpe..."
Goten sentou-se se serviu:
- Senta Yana, come conosco - ele colocou mel sobre as panquecas.
- Melhor eu esperar vocês comerem - ela começou a lavar a louça suja e Goten comeu rápido, pois já estava ficando atrasado.
- Pai, vai ao mister Satã hoje?
- Ham... - Goku saiu dos seus pensamentos meio perdido.
- Onde o senhor está? - Goten perguntou olhando a cara dele.
- Lugar nenhum - ele desviou o olhar do dele. - O que disse?
- Se o senhor vai ao mister Satã hoje?
- Vou sim.
- Me da uma carona com o seu tele transporte?
- Claro Goten - ele continuou comendo, mas meio automático.
Goten subiu um pouco preocupado com o seu pai e Yana havia percebido que ele estava meio estranho.
- Quer companhia? - ela sentou-se ao lado dele.
Ele olhou para ela meio sem jeito e disse:
- Eu fiz você fazer bagunça... Desculpe-me novamente - ele olhou para a panqueca.
- Tudo bem Goku, acontece, não precisa se desculpar tanto, além do mais tenho certeza que era um costume seu com a sua esposa, certo?
- É... - ele deu um leve sorriso sem emoção. -  Eu sempre a assustava também, mas ela me dava uma tremenda de uma bronca - ele ficou meio triste.
- E você achou que eu ia te dar uma também?
- Por um momento sim...
- Por isso se desculpou tanto?
- É... Eu sempre me desculpava muito com a Chi- ele olhou para porta da cozinha e ela viu uma pequena lágrima escorrer.
- Na próxima te dou uma bronca, se quiser - ela o viu olhar e fazer que não com a cabeça.
- Não terá próxima vez Yana... - ele se levantou e saiu subindo as escadas.
Goten havia dado uma bisbilhotada e viu que a moça tinha certa quedinha pelo pai dele.
Yana respirou fundo e olhou os lugares vazio.
"Eu não sou ela... Não posso dar bronca em alguém assim." Ela recolheu os pratos e foi lavar a louça e arrumar a cozinha afinal ainda tinha muito o que fazer.
Goten desceu novamente e disse:
- Yana, eu venho comer em casa, para estudar e colocar umas coisas em dia.
- Certo e o seu pai?
- Eu não sei ainda, mas eu quero experimentar a sua comida - Goku descia as escadas.
- Mas você comeu agora... - ela não entendeu.
- Essas panquecas são a entrada Yana - ele riu. - Vamos pai eu estou ficando atrasado.
- Vamos - colocou a mão no ombro do filho,  levou os dois dedos a testa e sumiu da frente da moça.
Yana olhou toda a casa e viu que tinha muito trabalho pela frente.
****
As horas se passaram rapidamente e já era hora do almoço quando Goten chegou em casa e viu a moça colocando a mesa.
- Ue, meu pai ainda não veio?
- Não - ela foi com uma tigela de salada para colocar.
- Hum... Está cheirando bem.
- Obrigada Goten.
- Yana!
- Hum - ela colocava os pratos sobre a mesa.
- Você gosta do meu pai?
- Gosto sim - ela deu um sorriso. - Afinal ele me salvou.
- Bem eu estava falando de outro tipo gostar - ele riu, olhou para ela, viu ficar rubra e abaixar a cabeça. - Nem precisa responder, seu rosto diz tudo, mas não vai ser fácil, pois meu pai é mais ingênuo que aparenta e você vai ter que deixar os seus medos de lado, ou você não conseguirá nada. Pois ele não tem muita noção das coisas.
- Eu percebi - ela falou o olhando.
- Senta ai e come comigo - ele começou a se servir.
- Não vamos esperar o seu pai?
- Se você quiser morrer de fome, fique a vontade - ele começou a comer.
Goku tinha terminado com o ultimo aluno da parte da manhã, suspirou cansado, pois deixar o seu poder quase nulo o tempo todo para não machucar os alunos do dojo, de certa forma era cansativo. Apesar de ter todo um treinamento e saber melhor que qualquer um a manipular o ki. Aquelas aulas se tornavam chatas, pois ele não podia explorar a adrenalina do seu poder que corria em seu sangue, a vontade de lutar com um ser mais forte que ele, ou do mesmo nível e o único com essas características era Vegeta, ou seja, ele não queria ficar mais ali. Talvez treinar com o Piccolo de vez enquanto, ou o Vegeta, ou seus filhos, até mesmo o Oob poderia valer, mas ali, por mais que o mister Satã fosse lhe pagar, não tinha o mesmo entusiasmo, a mesma adrenalina, pois ali ele não podia usar nem dez por cento do seu poder.
Por mais que ele quisesse ocupar a mente esse não estava sendo o melhor jeito, então criou coragem e avisou ao sogro de seu filho que não iria mais voltar, pois ele não se adaptou.
Claro que o campeão do mundo sabia o motivo, e entendeu perfeitamente sem ao menos perguntar a ele. Satã só viu o sayajin de sangue puro se despedir e levar os dois dedos a testa voltando para casa.
Goku apareceu no meio da cozinha e sentiu o cheiro de comida no ar.
Mexeu o nariz, fechou os olhos.
- Hum... Yana, sua comida está cheirando muito bem.
- Obrigada, senhor Goku. - ela já havia tirado o prato do Goten. - Coma a vontade, só falta o senhor - ela voltou a pia para lavar a louça.
Goku sentou-se e com o cheiro que era exalado pela comida o seu estomago roncou alto.
- Hehe - ele roçou a nuca sem jeito.
Yana riu achando graça enquanto ele começou a comer e comer.
Yana não entendia por que eles comiam tanto e nem por que sumia do nada e aparecia do nada nem por que eles voavam, mas preferiria não se envolver muito, apesar de achar que eles não eram humanos normais.
- Ah! - Goku esfregou a barriga. - Depois que a Chichi partiu eu ainda não tinha comido bem. Sua comida me abriu o apetite - ele olhou para ela e se levantou bocejando.
Subiu as escadas e viu a porta do quarto do filho entre aberta.
- Goten! - ele chamou.
- Oi pai - ele olhou da mesa de seu quarto. - Eu estou fazendo umas atividades da faculdade e o senhor vai voltar para o dojo do mister Satã?
- Não - ele bocejou de novo. - Não consigo ficar só em golpes eu gosto de usar o meu poder e só posso fazer isso com você, Gohan, Oob, Piccolo, ou o Vegeta.
- Assim que eu terminar nós podemos treinar um pouco - ele comentou escrevendo no papel.
- Pode estudar não se preocupe - ele bocejou de novo. - A comida da Yana me deu sono, vou dormir um pouco.
- Até pai - ele falou e seu pai foi para o quarto e se jogou na cama, dessa vez  sem fotos, sem vestido sem nada que o fizesse ficar triste e apagou.
***
Yana havia arrumado tudo em baixo e deixado tudo impecavelmente limpo, mas estava exausta, porém ela subiu para arrumar os quartos.
Bateu na porta do quarto dele e ouviu a voz:
- Pode entrar - ele estava sentado na cama olhando um ponto qualquer para depois sustentar os olhos e ver que era a moça.
- Eu posso limpar o seu quarto, se não for incomodar.
- Claro que sim - ele falou meigo.
- Tem alguma coisa para eu fazer, como guardas as coisas da sua esposa...
Goku a encarou de um modo frio , se levantou a empurrando para parede, para depois a aprisionar com as mãos dela para cima, prendendo com as mãos dele. Ele sentia o sangue em sua cabeça, quando ouviu ela falar que ia guardar as coisas de sua esposa.
Foi como se ela fosse sumir para sempre dele.
- Não tire nada da Chichi do lugar, entendeu - ele a encarava nos olhos e viu os olhos dela cheios de água, o cheiro de medo só aumentava, então ele despertou  e se afastou dela apavorado.
- Me... Desculpe... - ele saiu voando pela janela perdido.
Ela sentiu suas pernas moles e bambas, e sentou se ao chão.
- Ouvi o meu pai bravo, o que aconteceu e cadê ele? - ele viu Yana chorando e levantou indo para o seu quarto.
Goten não entendeu nada e ficou ali olhando com uma cara de tonto, para depois voltar as suas atividades no seu quarto.
******
As horas se passaram e  a noite caiu, Yana serviu o jantar para o Goten, mas ela estava meio sentida e preocupada.
- Não vi meu pai, sabe onde ele foi? - ele perguntou também preocupado, tentou sentir o ki do mesmo, mas não conseguiu. - Ele está escondendo o ki - murmurou baixo que Yana não entendeu.
- Disse alguma coisa Goten?
- Não - ele a olhou, suspirou fundo, mas achou melhor deixar o pai um pouco a só.
O hibrido subiu as escadas e deixou a moça arrumando a cozinhar.
Assim que Goten chegou ao seu quarto, olhou pela a janela e viu a casa do seu irmão, lembrou-se do que o seu irmão disse e saiu voando pela janela para logo em seguida bater na janela do escritório onde ele preparava seus afazeres da faculdade.
Gohan abriu a janela e Goten foi logo dizendo.
- Eu vi a Yana com o pai e ela gosta mesmo do pai.
- Eu te disse, então vai apostar?
- Claro que sim, quanto vamos apostar?
- Aposto duzentos yenes que a Yana não vai conseguir nada com o pai.
- Aposto trezentos yenes que a Yana vai catar o pai, mesmo ele sendo daquele jeito ingênuo.
- Apostado, se eu ganhar, você me dá duzentos e se você ganhar eu te dou trezentos.
Goten deu um sorriso travesso a ele e voltou para o seu quarto voando.

Gohan suspirou fundo e foi continuar o seus afazeres da faculdade. 

sábado, 8 de novembro de 2014

Trabalho ou segundas intenções.

O sol já estava alto na montanha Paozu, iluminava com força a tarde que acabara de entrar, misturando-se a leve brisa que soprava tentando amenizar um  pouco o calor, mas não estava adiantando muito.
Goku  nadava com Pan e Goten próximo em uma cachoeira, afinal naquelas montanhas eram bem munidas de maravilhas esculpidas por Kami-sama.
Gohan estava preparando a aula para os seus alunos do curso superior de ciências, quando Videl entrou e colocou uma bandeja com café e bolachas.
Gohan ergueu os olhos e viu a esposa sentar-se no canto da mesa e disse:
- Por que não vai se divertir um pouco com a sua filha, seu pai e seu irmão?
- Eu queria mesmo Videl, mas eu estou esperando aquela moça que eu te disse ontem - pegou uma bolacha e enfiou inteira na boca.
- Acha mesmo que o seu pai precisa de uma empregada?
- Claro Videl, ou ele vai nos levar a falência ou derrubar a casa.
Ela fez um gesto de não com um sorriso nos lábios, quando ouviu a campainha tocar.
Gohan se levantou da cadeira pegando mais algumas bolachas e enchendo a mão.
- Eu vou atender - ele saiu com as mãos cheias de bolachas e Videl ficou sorrindo dele.
Ele foi até a porta e abriu, viu a moça de cabelos castanhos e presos em um rabo de cavalo. Engoliu a bolacha que estava comendo de uma vez só e disse:
- Achei que tinha desistido Yana - ele sorriu e puxou a porta atrás dele.
- Foi meio difícil encontrar aqui, mas eu amei o lugar - ela olhava tudo em volta.
- Esse lugar é mágico - ele sorriu a ela. - Venha, vou te mostrar a casa do meu pai.
- Tá - ela foi andando atrás dele e viu uma casa ao lado da dele.
Gohan abriu a porta da casa e ela conseguiu visualizar a cozinha, simples, mas aconchegante.
- Bom como você pode ver essa é a cozinha. - ele apontou para ambiente e ela viu uma mesa de madeira com um caminho de mesa branco bordado a mão, um vaso vazio sem flores no meio, uma geladeira, fogão, armários, uma lava louça do lado da pia e foi acompanhando o rapaz. - Aqui é a sala. - ela observou um jogo de sofá, um parecia uma cama sofá, outro de dois e três lugares, a televisão LCD sobre uma estante de uma madeira mais antiga, um dvd alguns filmes ao lado do mesmo, um vídeo game dos melhores em uma das prateleiras da estante, um carpete de animal no chão.
Gohan andou mais um pouco mostrou um quarto em baixo e um banheiro ao lado, depois a levou para cima onde ela viu o quarto do Goten, bagunçado, com tênis espalhados pelo chão, camisas em cima da mesa de estudos, depois mostrou mais um quarto vago em cima, um banheiro entre os mesmo, então ele abriu aquela porta branca, com a fechadura prata e ela pode visualizar todo o quarto.
- Esse é o quarto do meu pai - ela viu uma cômoda branca com os lugares de pegar para abrir prata, sobre ela alguns porta retratos com Goku e a esposa, ou o casal e um menino e outros com os quatro.
A cama de casal desenhada no ferro pintada no branco coberta com uma coxa bordada a mão, dois travesseiros um com a letra g e outro com a letra c bordada em preto. O guarda roupa também branco, com um espelho enorme em meio às portas com os lugares de abrir em prata, o quarto parecia um sonho para qualquer mulher.
Ela pode sentir o cheiro almiscarado dele no ar, misturado a um suave e quase sumindo.
- Yana, o que você vai fazer e arrumar, limpar, lavar, cozinhar para umas dez pessoas e vai ter que ficar aqui, pois como eu te disse ontem, meu irmão levanta cedo para ir para faculdade.
- Só não entendi Gohan por que eu tenho que cozinhar para dez, se são só dois.
- Vamos dizer que nós temos um estômago meio sem fundo - ele riu. - Bom, para começar o seu salário será mil yenes, mas se achar que está pouco pelos seus serviços prestados, você vem falar comigo.
- Mil yenes - ela arregalou os olhos.
- Bom se está achando pouco podemos subir para mil e duzentos yenes.
Ela não estava acreditando, por que ele queria pagar aquilo tudo a ela, eram apenas serviços domésticos... E nem no emprego dela ela ganhava tudo isso e com um sorriso no rosto e muito animada com trabalhar naquela casa ela disse ao hibrido.
- Eu aceito o emprego - ela viu Goku e a neta entrar pela janela do quarto voando.
- Yana - ele pousou só de calção. - O que faz por aqui? - ela desviou o olhar dos músculos definidos dele e ficou com o rosto rosado.
- Gohan me contratou para auxiliar nos serviços domésticos.
- Estamos precisando mesmo, pois eu sou uma negação com pratos e talheres sempre os quebro - ele esfregou a nuca.
- Combinado então Yana, seu quarto fica sendo aquele que eu te mostrei primeiro e suas folgas nos fim de semana para você poder curtir um pouco também.
- Obrigada Gohan eu vou buscar algumas roupas - ela já ia sair.
- Se você quiser ir mais rápido eu posso te levar - Gohan olhou para o pai estranhando, mas achou que era ingênuo de mais para interpretar para o outro lado, além do mais seria bem mais rápido com certeza.
- Não, senhor Goku, obrigada mesmo, eu vou e não demoro.
Goku deu os ombros e viu-a saindo e indo pelas escadas e encontrou Goten.
- Olá - ele a cumprimentou e a olhou de cima em baixo e viu o quanto ela era bonita.
- Olá - ela passou por ele e saiu para ir buscar a suas coisas.
Goten deu mais uma olhada e subiu as escadas vendo o seu pai e Gohan conversando no quarto.
- Quem era aquela garota? - ele entrou e viu os dois parados e conversando.
- A nova empregada - comentou Gohan o olhando.
- Ual, onde você achou aquela gata? - ele perguntou com um sorriso no rosto.
- Não fui eu, foi o papai.
- Que? - ele olhou o seu pai em espanto.
- Ela é a garota que eu salvei outro dia - ele comentou olhando a janela.
- Aquela que o senhor comentou? - perguntou Goten se aproximando um pouco dele.
- Sim - ele suspirou sem desviar o olhar da paisagem do seu quarto.
- Vamos Goten - Gohan o chamou já o puxando pelo braço até saírem.
Goku continuou olhando pela a janela viajava tanto naquela natureza, sentindo o a leve brisa balançar vagarosamente seus cabelos negros que desafiavam a gravidade, as borboletas voavam procurando as flores, os pássaros que assoviavam canções pelas árvores ou voavam enfeitando céu.
Suspirou fundo o ar límpido daquela montanha, sentiu preencher os pulmões, fechou os olhos soltando o ar lentamente e sentiu como se alguém o abraçasse por trás, ele olhou para trás rapidamente, mas não havia ninguém ali.
- Chi... - ele saiu da janela e pegou o porta retrato olhando a foto.
Ele ainda sentia a culpa no seu coração, também sentia falta dela, mas iria tentar seguir sua vida do seu jeito como sua esposa havia pedido, mas não sabia como fazer isso.
 *******
As horas se passaram, Goku e Goten já estavam na casa de seu filho mais velho só esperando a janta sair, quando um carro buzinou na porta.
Gohan foi atender e viu que era Bulma, Trunks, Bra e Vegeta.
- Olá pessoal, chegaram na hora certa de jantar.
- Isso é bom Gohan e seu pai? - Bulma perguntou já encapsulando a nave.
- Ele está um pouco mais animado, mas às vezes ele fica triste.
Bulma fez uma cara triste e viu Pan chegando para vê-los.
- Oi Bra - ela sorri a menina de cabelos azuis.
- Oi - ela cumprimenta de volta.
- Vamos brincar? - ela puxou pelo braço, ansiosa.
- Já, já vamos jantar - Videl falou vendo as meninas animadas para brincar.
- Tá! - elas correram para o quarto.
Bulma sorriu e entrou acompanhada de todos viu Goku sentado à mesa olhando Videl fazer a comida.
- Oi amigo - ela o cumprimentou.
- Oi Bulma, que bom que veio.
Bulma sorriu e Vegeta saiu atrás com cara de poucos amigos e encarou o Goku de uma forma que ele soube o que ele queria.
- Eu volto logo.
- Aonde vai pai? - perguntou Goten já ligando o videogame.
- Vou dar uma volta por ai - ele saiu pela porta e Vegeta saiu disfarçadamente atrás.
Não tão disfarçadamente por que Bulma o viu e deu um sorriso sapeca sabendo que ninguém percebeu.
Vegeta alçou Goku e começou a caminhar ao lado dele.
- Ela veio falar comigo do outro mundo - Goku comentou meio triste.
- Espero que a cafona tenha te dito algumas verdades para ver se você para de dar chiliques sentimentais.
- Ela disse sim - ele queria agradar o amigo. - Ela sabe que não pode voltar mais, disse para eu viver do meu jeito...
- Humpf - ele estava mal humorado. - Como se você não tivesse vivido até hoje dessa forma.
Goku bufou, voltou a sentir a culpa no seu coração, mas o encarou sentando na relva verde.
- Eu sei que eu vivi dessa forma... Vou começar a ajudar o senhor Satã amanhã no dojo dele.
- Você não vai ganhar poder mexendo com vermes desse planeta - comentou ele olhando o sol se por no horizonte, os tons de vermelho pintando o céu, misturando-se ao verde daquela montanha.
- Mas vou estar com a mente ocupada, pelo ao menos... - ele abraçou as pernas.
- Se você quer se misturar a vermes fique a vontade, mas vai conseguir controlar a sua força?
- Eu sempre consegui Vegeta, principalmente com a Chichi.
- Que seja - ele se levantou e saiu caminhando.
Goku continuou a conversar com ele.
****
Yana estava contando a sua irmã a novidade, mas a mulher não gostou nadinha da ideia.
- Yana, você está indo só para tentar conquistar aquele homem e você vai sofrer muito com isso.
- Será bom para mim, afinal eu nem gostava do meu emprego - Yana estava alegre.
- Yana, eu conheço uma mulher apaixonada, e você é uma dessas. Ele está viúvo há pouco tempo e ama a mulher mais que qualquer coisa pelo que me contou.
- Sim, mas eu quero tentar Yuna, mesmo que eu não consiga nada, só de estar perto dele para mim já vale a pena.
- Certo, mas depois diga que eu não avisei - ela desligou o telefone Yana chamou um aerotaxi para levar ela.

***
Goku e Vegeta ainda conversavam quando viu uma nave meio fora de controle no céu.
Goku também se levantou e viu a nave do mesmo jeito.
Vegeta voou á toda a velocidade e parou o aerocarro no ar para depois descer ele para o chão. Goku chegou e viu a garota que ele havia salvado muito apavorada.
- Yana - ele comentou e abriu a porta do aerocarro. - Você está bem? - ele estendeu a mão para ajudar ela a sair.
- Sim, mas esse louco aqui estava bêbado e ainda dirigindo esse taxi - ela saiu e o abraçou. - Obrigada, você me salvou de novo.
- Não fui eu, foi ele - apontou para o baixinho de cara amarrada de cabelos que também desafiavam a gravidade.
- Obrigada - ela abaixou-se em agradecimento.
- Humanos idiotas - saiu pisando alto os deixando as sós.
- Desculpe o meu amigo, ele é meio difícil - ele roçou a nuca.
- Tudo bem Goku - ela o soltou meio sem jeito e foi a porta-malas e pegou a suas coisas e de dentro de uma delas tirou a jaqueta e estendeu a ele.
- Obrigada por me ajudar daquela vez - ela sorriu.
- De nada - ele disse pegando a jaqueta. - Quer ajuda com suas coisas?
- Claro! - ela o viu pegar todas as malas e levar com a maior tranquilidade como se fossem plumas.
Ele caminhou em silêncio levando as malas dela, entrou na sua casa e colocou no quarto, pois sabia que era ali que ela iria ficar, depois se virou para ela e disse:
- Vamos jantas, já deve estar pronto - ele saiu e ela foi atrás.
Logo ela viu todos sentados em uma imensa mesa com muita comida.
- Quem é a moça? - perguntou Bulma olhando bem para ela.
- A nova secretária do lar. Já que o papai é um desastre com a louça - Gohan sorriu em brincadeira. - Nome dela é Yana.
- Seu pai sempre quebrando alguma coisa - ela olhou a moça e disse:
- Muito  prazer Yana, eu sou Bulma Briefs, esse é o meu marido Vegeta - ela apontou para o sayajin mais velho com cara de poucos amigos. - Esse é o Trunks - ela apontou para o filho.
- É um prazer enorme - ele a encarava, enquanto Goten deu uma cotovelada nele. - Ao, Goten... - ele fez cara de poucos amigos para o rapaz e a moça sorriu deles.
- E essa é a minha filha Bra - apontou para garotinha de seis anos ao seu lado.
- Você é a cientista famosa - ela encarava maravilhada. - É uma honra conhecer todos - ela viu todos em perfeita harmonia, comendo para muitos enquanto ela ficava boquiaberta com a quantidade de comida que eles comiam.
Agora ela entendia por que o Gohan disse para cozinhar para dez pessoas e como entendia, mas sorriu, pois viu todos alegres e animados e sentiu falta da sua família, mas agora ela só tinha a sua irmã mais velha e ela não tinha muito tempo, mas sempre que podia ia lhe ver.
Ela conseguiu avisá-la de onde estaria a partir daquele dia e o valor, á irmã quase largou o emprego e foi ajudar ela, mas sabia que tinha os seus compromissos e viajava muito para isso, ela era uma pessoa que não conseguia ficar quieta em um emprego que não viajasse, pois ela era assim...
Yana também se lembrou do aviso da irmã, mas estava disposta a tentar, pois um homem daquele era raro de mais para ser deixado de lado.
- Yana você namora? - Trunks perguntou a olhando, há fazendo despertar dos seus pensamentos e ficar rubra.
Foi uma pergunta repentina, vinda de um rapaz muito bonito por sinal.
- Trunks, como faz uma pergunta dessa para moça? - Bulma estava irritada e levou o copo de suco a boca.
- Tudo bem senhorita Bulma - ela enfiou o garfo na carne e olhou para baixo para depois olhar para ele. - Eu não tenho Trunks e nem sei se algum dia eu vou conseguir me envolver com alguém.
- Por quê? -ele  a encarou firme com aqueles olhos azuis.
- Eu fui violentada sexualmente... - ela ficou sem jeito. - Com licença - ela se levantou e saiu indo para a casa ao lado.
- Está vendo o que você fez Trunks - Bulma estava muito irritada.
- Não achei que ela ia ficar assim... - ele olhou se encolhendo de medo da mãe.
- Não é fácil para alguém pensar em namoro quando se é estrupada, muito menos esquecer - Gohan comenta olhando.
- Desculpa - ele abaixou a cabeça, chateado. -  não foi a minha intenção.
Goku terminou a comida.
- Com licença - ele se levantou e saiu.
- Ei pai já vai para casa?- Goten estranhou ele sair assim com pouca comida.
- Sim- ele puxou a porta e foi para a sua deixando todos ali.
Goku entrou em casa e não a viu, então foi até o quarto que ela estava e bateu  ouvindo chorar.
Ela abriu e viu o homem de doji laranja e ela ficou rubra novamente.
- Não liga para o Trunks, ele é adolescente e vive atrás de meninas, mas não fazem nada a ninguém.  - ele de um sorriso a ela com aquele ar de inocência dele. - Espero que um dia possa superar o que passou, ou pelo ao menos tentar com alguém que você goste  - ele passou a mão na nuca. - Boa noite - ele já ia virando a costa para ela.
- Obrigada Goku e boa noite - ela o viu olhar para trás e depois saiu para o quarto dele, entrou e segurou o retrato de sua amada. Sentia-se solitário, sentia falta dela, sentia um pouco culpado, pois agora não podia estar mais com ela.
Jogou-se na cama com o retrato na mão e acabou adormecendo.
Yana suspirou fundo e olhou aquele quarto simples, suas malas em um canto ainda para desfazer, depois saiu dali e subiu as escadas lentamente, viu a porta do quarto dele aberta e entrou devagarzinho, foi até próximo à cama de casal e viu-o dormindo abraçado com a foto, com aquele rosto ingênuo. Ela deu um sorriso e saiu lentamente para não acordar.
- Que sorte você tem Son Chichi... -  ela havia  o nome da mulher bordado na toalha dependurada na cômoda, para depois olhar  para o céu. - Ele devia ser um esposo e tanto... Será que um dia ele olhará para mim...? Ou eu terei coragem de alguma coisa com ele depois de tudo que eu passei... - ela suspirou fundo, e ia ficar ali, afinal ainda não tinha coragem de sair, nem ir ao seu antigo emprego, além de estar ganhando um ótimo salário ela poderia ficar ali perto do seu salvador, o que seria ótimo, pois ela estaria sempre segura.
****
Na casa do Gohan, todos já se despediam para ir embora, deixando apenas Goten, seu irmão e sua família.
Videl entrou com Pan, deixado os dois irmãos do lado de fora da casa.
- Bom, eu vou indo amanhã tenho aula na faculdade. - Goten deu um leve sorriso. - Boa noite Gohan.
- Goten! - ele chamou antes dele sair.
- O que foi?
- Aquela moça gosta do pai, mas eu acho que ela não consegue nada com ele e você, o que acha?
- Tem certeza Gohan? - ele ergueu a sobrancelha.
- Observa bem e depois vamos apostar.
Goten deu um sorriso animado:
- Com certeza. Boa noite - ele saiu com as mãos no bolso para sua casa.

Gohan fechou a porta e entrou, estava exausto, mas tinha uma bela esposa para tirar as tensões.