Alguns dias haviam se
passado desde que Yana havia se demitido da casa de Goku. Ela estava na casa de
sua irmã e estava com aproximadamente um mês de gravidez, ela havia descoberto
uns quinze dias depois que saiu da casa dos Sons. Não sabia como tinha
ocorrido, pois Goku sempre se prevenia, nunca deixara passar um dia sem uma
camisinha, parece que ele evitava isso, mas por um desejo de Kami-sama ela
estava grávida e não sabia o que fazer.
Yuna a viu pensativa sentada
no sofá da sala e disse ao ver a irmã com os pensamentos longes.
- Você tem que contar a ele
Yana. - ela sentou-se ao lado dela. - Vai criar essa criança sozinha.
- Ele não queria Yuna, ele
sempre usou camisinha, sempre se preveniu, realmente não sei por que isso
aconteceu, mas ele não saberá da existência desse bebê.
- Você é mesmo cabeça dura,
viu. - ela franziu o cenho preocupada.
- Sim, eu sou e não pretendo
vê-lo, nunca mais - ela passou a mão no seu ventre com carinho.
- Vai ao médico hoje?
- Sim, hoje começa o meu
pré- natal - ela sorri, por mais que tivesse se esquivado havia ficado um
pedacinho do seu amor dentro de si e ela estava muito feliz, mesmo que ele
nunca soubesse de sua gravidez, ela ia cuidar do seu filho com todo carinho do
mundo, pois ele seria uma lembrança dos bons momentos que passou naquela casa
ao lado do seu salvador, mesmo que ele nunca a amasse, ela o teve em seus
braços por varias vezes.
- Vamos, eu te levo - Yuna
sorriu a irmã e ela se levantou, pois já sabia da noticia e iria começar o seu
pré natal.
***
Goku estava no seu quarto
ainda dormia abraçado ao travesseiro de sua amada, em um sono profundo. Mas
logo ele sentiu uma mão tocar os seus cabelos rebeldes, um toque que ele
conhecia muito bem, aquele cheiro também que penetrava nas suas narinas.
Ele teve medo de abrir os
olhos e ver que ela não esta ali.
- Sentindo a minha falta meu
gurilhinha fofo - a voz quente em um sussurro rouco nos seus ouvidos aguçados o
fez abrir lentamente os olhos e virar-se para o lado de aonde a voz vinha.
Goku a viu, sentada ao seu
lado na cama com a pele branca, aproximadamente uns vinte anos, seus trajes
típicos chinês no azul e vermelho, cabelos pretos num rabo de cavalo e sentada
ao lado dele na cama, com uma aureola sobre a cabeça.
- Chi - ele a abraçou com
todo o carinho, mas ela o afastou delicadamente.
Ele ergueu a sobrancelha e
viu ela com uma cara de poucos amigos.
- É eu sei por que você esta
com essa cara... Pode me bater, me xingar, pode fazer o que você quiser... -
ele se afastou um pouco mais dela. - Eu
mereço, mereço tudo que eu estou passando... Pagando um preço alto e justo, por
ter deixado você sete anos cuidando dos meninos. Deixado você para treinar o
Oob... - ele se levantou da cama e
caminhou até a janela aberta. - Eu nem pude te proteger daquele ser, mesmo com
todo esse poder e... Ter ficado com aquela garota... Mesmo eu tendo me afastado
dela - ele abaixou a cabeça e sentiu as
lágrimas descerem. - Me desculpe por nunca ser o seu marido ideal - ele olhava
um ponto qualquer do lado de fora da casa e a sentiu abraçar por trás.
Ele tirou os braços dela com
delicadeza em volta de si e virou-se para ela.
- Eu não tenho o direito de
te tocar mais... Eu toquei outra mulher... Eu fiz tudo errado... - ele não
conseguia encará-la.
- Mas você tocou por
curiosidade, não a amou como me ama, certo?
-Certo, Eu amo você Chi, mas mesmo assim eu...
- Shiuu! - ela colocou o
dedo nos lábios dele. - Eu sei de tudo, eu sei que você a deixava na cama e
vinha para o nosso quarto. Sei que você nunca se transformou em super sayajin
para ela, e sei que guardou tudo isso para mim, ou estou errada.
Ele a olhou nos olhos
profundamente, suspirou fundo e viu o sorriso no rosto lindo de sua esposa,
agora com a expressão jovial de quando se casaram, o cheiro dela entrando nas
narinas dele, a saudade doendo no seu peito, à dor do arrependimento de tudo
que fizera e ela percebeu isso nos seus olhos, se sentiu triste por ele, pois
entendia perfeitamente o porquê ele fizera aquilo tudo, mesmo sendo egocêntrico
e apaixonado por lutas, ela sempre soube que teria que dividir ele com o
universo, mas agora nem isso ela podia mais, pois ela só tinha ganhado a
permissão de ter o seu corpo e visitá-lo muito raramente por que era a esposa
dele, e isso era impagável, pois no outro mundo todos a conhecia como a esposa
do ser mais forte do universo, o herói que salvou varias vezes não só a Terra,
como galáxias inteiras. Então ela sabia disso, sabia que ele era ingênuo, e
conhecia cada pedacinho dele, por todos os anos que viveu junto com ele e que ele pode dar
atenção a ela, mesmo se esquecendo de varias datas, ou quebrando coisas
tentando ao menos a fazer descansar um pouco dos afazeres da casa. Ele não era
um mau marido, mas ela só tivera que aprender a dividir ele um pouquinho com
muitos e todos ao mesmo tempo.
Suspirou fundo e o abraçou
forte encostando o rosto em seu tórax nu e fechou os olhos sentindo o cheiro
dele.
Goku envolveu os braços em
volta da cintura dela, a puxou para mais perto e colocou o seu queixo apoiado
nos seus cabelos de forma que sentisse o cheiro dela, fechou os olhos desejando
do fundo do seu coração que ela ficasse para sempre com ele, ao seu lado, como
todos os dias fizera, cozinhando, brigando, dando broncas e o amando
intensamente como ela sempre fez.
Eles ficaram um tempo assim,
até que ela se afastou e o encarou fundo.
- Já tem que ir? - ele
perguntou sentindo como o seu coração fosse partir, como se quisesse que o
tempo parasse só para os dois.
- Não. Eu pedi permissão ao
senhor Emmadaio para ficar até mais tarde aqui com você.
Ele ergueu a sobrancelha e
disse:
- É mesmo? - ele aproximou
dela mais um pouco. - O tempo suficiente para eu matar a saudade? - ele ficou
meio rubro.
- Ao menos parte dela - ela
sorri a ele ergue os pés tentando alçar o seus lábios.
Goku abaixou-se um pouco deixou os lábios rosados dela tocar o seus,
aos poucos eles começaram um beijo saudoso e casto, como se o tempo fosse parar
ali naquele momento, para aos poucos ele ir afundando mais e mais, agora usando
a língua para explorar a boca dela.
Aquele gosto o deixava
maluco, aquele cheiro o deixava embriagado de desejo e paixão. Ele esqueceu
completamente que ela não pertencia mais aquele mundo, apenas aproveitou o
momento deles juntos.
****
Yana chegou ao seu médico e
logo foi atendida para fazer os exames necessários. Depois de todos os exames
prontos e ela ter esperando algumas horas para saber o resultado o médico a
chamou até sua sala e assim que ela entrou ele disse:
- Yana, olhando os seus exames
e o seu ultrassom eu vejo que há algumas células um pouco diferentes no seu
organismo.
- Como assim doutor? - ela
perguntou curiosa.
- Seu corpo está reagindo em
relação a essas células que esta formando o seu bebê e pelo que eu identifiquei
elas estão vendo o seu bebê como um corpo estranho, pois as células dele não são
compatíveis com a sua.
- Isso é grave doutor?
- Bom, se continuar assim
você terá um aborto natural, mas se quiser seguir em frente vai ter que falar
com o pai do bebê para saber qual o tipo sanguíneo dele, pois há maior
quantidade de células do bebê é dele e o seu corpo está reagindo a isso.
- Se eu não falar com o pai
eu posso ter um aborto natural.
- Sim, isso se não houver
maiores complicações e você morrer nesse meio tempo, pois as células estão
agindo muito rápido e produzindo muito anticorpos.
- Entendi - ela passou a mão no vente e engoliu seco. -
Não a nada que possamos fazer sem o pai doutor?
- Não, pois eu preciso
examinar o sangue dele para ver por que o seu corpo está reagindo.
-Entendi - ela abaixou a
cabeça triste.
- Bom se você quiser tentar
podemos tentar uma medicação para tentar segurar o bebê e você ficar em repouso
absoluto, mas isso não garante que ele vá sobreviver.
- Entendi - ela sentiu um
fio de esperança. - Vamos tentar doutor.
- Está bem - ele receitou os
remédios e entregou a ela, mas a moça viu muito triste.
Yana agradeceu e saiu do
consultório, logo viu a sua irmã que percebeu o seu estado e esperou ela falar.
- Meu organismo esta vendo o meu filho como corpo estranho, eu
posso ter um aborto natural ou morrer se eu não procurar o pai.
- Agora você vai ver o Goku?
- Não - ela engoliu seco. -
Não sei por que está acontecendo isso, mas eu vou abortar logo e tentar viver. Além do mais o médico vai tentar os remédios
para tentar segurar o bebê.
- Mas...
- Não adianta irmã, eu não
quero mais vê-lo - ela entrou no carro e voltou para casa com a irmã.
******
Goku acariciava sua esposa, há
beijando enquanto se perdia naquele corpo dela, que ele tanto amava.
Goku sentia-se cada vez mais
excitado enquanto Chichi dava-lhe um imenso prazer com seus lábios e mãos tão
hábeis que ele queria virar super sayajin ali mesmo.
Chichi ainda estava vestida
vendo o seu marido tão submisso a ela, coisa rara de acontecer. Ela continuou
as caricias até ele deixar seu liquido sair sujando um pouco o seu rosto.
Ela sorria para ele de uma
forma meiga, mas ele está tão envolvido nos seus instintos que a puxa para
perto de si encostando-se a ela enquanto ele rasgou o seu vestido chinês tão
rápido que ela nem percebeu.
Ele às vezes rasgava as suas
roupas, mas não tão selvagem como agora, pois ele parecia a querer de uma forma
mais selvagem. Era como se ele quisesse algo mais marcante, algo que ele sabia
que ela ia gostar.
Ele tocou com um pouco de
mais força os seios dela e ela gemeu alto, depois ele usou a boca a fazendo
segurar nos cabelos rebeldes dele enquanto ele tocava um e acariciava o outro
com a boca.
- Ah! Goku... O que você tem
hoje em... - ela estava com a voz entrecortada e já começava a suar.
Ele parou de acariciar os
seus seios e a encarou.
-Eu tenho muita saudade de
você Chi, tanta que eu não quero perder um minuto si quer sem estar ao seu lado
- ele estava sendo carinhoso e ao mesmo tempo usando o seu controle. - Essa
será a nossa ultima vez, Chi, por isso quero que seja ao menos especial para
você - ele afundou o seus beijos na pele branca dela só a deixando de calcinha
e logo levou os dedos em meio às pernas dela. - Hum... Já está tão molhada
assim.? - ele carinhosamente deslizou os dedos na flor que ele tanto gostava
sentindo a umidade dela. Chichi fechou as pernas fixando os dedos ele e gemeu,
sentiu suas pernas bambearem.
Ah ele era tão perfeito,
poderia ficar assim para sempre, mesmo sendo apenas momento, mas ela gostava,
ainda mais quando a atenção dele se voltava a ela, porém ela sabia que logo,
logo ia voltar para o outro mundo e ter que separar dele de novo. Suspirou fundo, o sentiu arrancar a calcinha sentiu
a boca dele em sua flor de uma forma tão penetrante e intensa que ela achou que
ia morrer de novo. Suspirou fundo agarrando aos cabelos dele com força e empurrando
a cabeça dele mais fundo.
Ah! Como ela queria sentir
ele dentro dela, causando aquelas sensações gostosas. Ah ele era muito
perfeito.
Goku pressionou sua cabeça e usou a língua para
acariciar aquela flor, sim ele queria fazer tudo para depois ele a penetrar de
uma forma intensa e ao mesmo tempo carinhosa.
Ela sentiu-se nas nuvens
enquanto ele começou os seus movimentos de vai e vem em uma dança de prazer, às
vezes eles se beijavam e se abraçavam enquanto as pernas dela estavam em volta
da cintura dele.
Goku às vezes acariciava os
seus seios, às vezes passeava com a boca pelo seu pescoço, ombro enquanto
mantinha-se firme e se segurando para não se transformar em super sayajin.
- Vai meu amor... Se
transforme para mim - ela o queria de todas as formas possíveis.
- Qual deles Chi...? - ele
já deixava o seu poder a envolver lhe causando sensações que ela adorava.
- Super sayajin...Três... -
ele sorriu e a encarou. Saiu de dentro dela, para poder se transformar, assim
que se transformou ele a penetrou de novo e Chichi apenas sentiu o poder em sua
volta, causando um prazer muito grande, fazendo ela quase gritar.
Os minutos iam passando e
eles já estavam suados e abraçados ainda no mesmo ritmo, com a mesma
intensidade, com a mesma determinação, então foi quando ele sentiu o seu
liquido a invadir completamente e sair do seu controle. Ela o abraçou ofegante
e cansada sentindo o calor dele dentro dela.
Ele ficou um tempo abraçado
com ela, acariciou as sua costa e depois a soltou e saiu a abraçando novamente
a trazendo para si, colocando as suas narinas entre o seu ombro e a seu pescoço,
ficou ali sentido o cheiro dela sem dizer uma palavra.
*******
Yana já estava em casa,
deitada no sofá, olhando o teto enquanto acariciava o seu ventre, quando
viu a sua irmã a sua frente e disse:
- Não adianta ficar com essa
cara, eu não vou procurar ele - Yuna estava com um bico de pirraça tentando
conversar com a irmã.
Yana sorriu da cara da irmã
dela, mas sabia que corria um risco muito grande optando pela sua teimosia.