As
cigarras soavam alegremente nos pequenos matinhos em volta da casinha do
velhinho, o ar quente da maresia subia dando uma sensação maior de calor no
ambiente.
Os
coqueiros mal se mexiam com a leve brisa que vinha do oceano que contornava a
pequena ilha.
O
sol expunha seus raios a todo o vapor sem uma nuvem sequer no céu azul celeste
partindo direto para casinha cor de rosa na ilha.
A
tartaruga tinha uma bolsa de gelo na cabeça e estava no chão da casa com o
ventilador ligado soprando em várias direções.
Dezoito
estava no quarto com um short curto e uma blusa de alça, deitada no chão com a
janela aberta ao seu lado Kuririn de bermuda curta e sem camisa e no meio dos
dois a pequena garotinha de cabelos loiros só de frauda dormindo um soninho
gostoso no chão.
O
calor tomava conta do lugar, mas nem isso impedia o velhinho de estar em frente
à televisão olhando as moças bonitas desfilar de biquíni em uma exposição de
roupas de banho do novo verão que se aproxima.
Mestre
Kame estava sentado no chão com uma garrafa de água do seu lado escorrendo
pingos de água do lado de fora pelo gelo que está dentro, seus olhos vidrados na
televisão onde as meninas passavam desfilando com seus corpinhos esbeltos e
delineados em micros biquínis na tela em sua frente.
Mestre
Kame já tinha dois papeis higiênicos no nariz para estacar seu sangramento
nasal, já que o mesmo só piorava a cada moça que passava ali em sua frente
mostrando o seu corpo esbelto.
O
tempo passou e o programa acabou.
Mestre
Kame espreguiça e sorri feliz pegando o controle para desligar a tv, depois se
levanta vagarosamente e vai até o lado de fora da casa e observa céu azulado,
com tons de raios amarelos bem quente do sol, algumas gaivotas cruzar aquele
céu azul sem nenhuma nuvem, sentiu o calor arder na sua pele e deu uma
bocejada. Sim aquele calor dava um sono e uma preguiça extrema, uma vontade de
não fazer nada, então ele voltou para dentro, deitou no chão com uma revista
que tinha meninas com posições sensuais, e outras seminuas ou até mesmo nuas em
posições bem quentes que ele amava, afinal o velhinho sempre tivera uma tara
nesse ponto.
Foleando
as folhas devagar, olhando fixamente cada curva das meninas na revista e ainda
com o papel higiênico no nariz para evitar o seu sangramento nasal, sentiu seus
olhos pesar e logo a revista caiu aberta sobre seu rosto e ele começou a
respirar fundo e dormir deitado no chão.
“Ele
andava lentamente em meio à floresta da Montanha Paozu, vendo a grama verde rastejante,
logo ele viu pela janela a mulher de cabelos negros e compridos com um short
curto e um top deixando todas as suas curvas a amostra. Mestre Kame abriu a
janela devagar para olhar melhor a mulher do homem mais forte do mundo. Ele olhou para ela
que fazia os afazeres do lar limpando a mesa com o bumbum empinado para ele
rebolando bem devagar como se soubesse que o velhinho tivesse observando.
O
nariz do velhinho começou a sangrar, pois sempre imaginou a mulher do seu aluno
sem aquelas roupas que tapava todo o corpo, afinal ela nunca gostou daquele
tipo de roupa que ele estava vendo naquele momento.
Ainda
observando ele viu a mulher de cabelos azuis entrar em um biquíni azul claro de
cortininha no busto, tampando apenas o bico dos seios dela, com uma calcinha
fio dental delineando exatamente o seu bumbum redondo e braquinho, ainda
observando ele vê a mulher de madeixas azuis passar gelo entre seus seios e
descendo pelo seu ventre fazendo sua pele arrepiar.
—
Paff... Paff – mestre Kame mexeu com as mãos como se quisesse pegar a
qualquer momento as garotas. Sempre vira Bulma nos seus biquínis quando ela
dava as festas de arromba na piscina de sua casa, mas nunca a imaginou
insinuando para ele, afinal ele sempre tomava uma panelada na cara, ou um murro
de uma das duas em sua cara quando ele tentava aproximar delas, ou via o rosto
enfezado dos guerreiros principalmente Vegeta.
Mas
ali elas estavam sendo tão boazinhas e fazendo cenas sensuais para ele, tudo
que ele sempre sonhava que acontecesse estava acontecendo.
Logo
em seguida entrou a loira de cabelos nos ombros com os seios expostos e de
calcinha apenas se juntou as outras duas garotas e jogou um beijinho para ele
com uma das mãos e deu uma piscadela enquanto que observava Chichi já tirando a
bermuda curta ficando só de calcinha fio dental para ele e aquele top, Bulma
colocando o gelo dentro da calcinha e deslizando bem devagar, quando Dezoito
começou a acariciar os seios enquanto ele dançava.
—
Ah! Garotas vem para o papai aqui – ele saltou a janela e entrou para dentro da
casa dos Sons.
As
garotas dançavam para ele e rebolavam quase esfregando a sua bunda no rosto do
velho que sorria feliz da vida, afinal ele sempre sonhava com aquele dia.
As
três garotas mais lindas que ele nunca tivera um pingo de sorte com elas,
afinal todas três eram esposas dos guerreiros, dois são os mais fortes do
universo e dois são seus discípulos.
—
Bulma, Chichi, 18... AH! Que linda – ele já passava a mão no corpo das garotas
e o papel higiênico já tinha saído do seu nariz a tempo e estava no chão
enquanto de seu nariz não parava de sangrar, afinal ele estava muito excitado
com toda aquela cena que ocorria em sua frente, não queria sair dali.
—
O senhor vai ficar anêmico assim, Mestre – Bulma sorriu tirando a calcinha do
biquine. – Melhor fazer-lhe uma vitamina – ela já ia para cozinha.
—
Não eu estou maravilhosamente bem – ele a puxa pelo braço e toca em suas partes
intimas com gosto.
Sempre
sonhava com aquele dia, agora estava diante das três belas mulheres.
—
Ah!!!! Mestre, não é justo só a Bulma.
—
Calma Chichi tem para você também – ele usou a outra mão para acariciar as
partes intimas da Chichi enquanto a olhava nua diante dele.
—
Ainda tem eu Mestre – Dezoito em voz firme aproximou-se dele.
—
Ah! Meninas, fiquem calmas, têm mestre para todas” - ele se remexia no
chão enquanto babava pelo canto da boca e sentia o sangue escorrer do seu nariz
enquanto ele dormia.
Mestre
Kame nunca tivera um sonho daqueles, mas ele estava tão compenetrado em seus
sonhos que nem notou que ele falava dormindo enquanto Goku e Vegeta entravam em
sua casa e Kuririn descia as escadas para tomar água, afinal o calor era de
mais.
““– Vem
para o Mestre Kame, vem Bulma, Chichi, 18 vem fazer paff, paff com o velhinho
aqui – ele mexia com as mãos no ar e sorria enquanto sonhava com as garotas já
nuas fazendo uma dança bem sensual em volta dele e ele apenas babando e tocando
as meninas em seu sonho.
Mestre
Kame sentiu alguém lhe cutucar
—
Espera aí, eu estou com as meninas aqui, não quero ir agora – ele continuava no
sonho.
Com
cara de poucos amigos Goku, Kuririn e Vegeta tentaram acordar o mestre mais uma
vez, mas ele continuava firme no seu sonho erótico com as esposas dos nossos
guerreiros.
Kuririn
revirou os olhos e viu 18 descendo e ouvindo a conversa do velhinho tarado
enquanto dormia, foi até a cozinha e pegou uma jarra de água da geladeira,
pegou a forma de gelo e encheu de gelo dentro, pegou a jarra, foi até a sala
novamente e virou a jarra de água com cubos de gelo sobre o mestre.
—
MAS QUE DIABOS FOI ISSO! – ele senta-se rapidamente acordado e assustando e vê
o chão e se vê todo molhado de água gelada.
—
Que bom que o senhor acordou Mestre, estava bom o seu sonho, não é? – Dezoito
falou com seus olhos cerrados, braços cruzados e cara de poucos amigos que fez
o velhinho gelar.
—
Hehe – ele sorriu sem graça passando a mão na nuca, quando olhou direito viu os
três rapazes o olhando feio.
—
Olá Goku, Olá Vegeta – ele se levanta do chão completamente molhado e já ia
sair de fininho quando Goku o segurou e o encarou sério.
Mestre
Kame gelou do cabelo dos pês aos do seu bigode.
Goku
começou a rir da cara que ele fez e então o soltou e o deixou cair no chão.
—
O senhor não tem jeito mesmo mestre – ele riu.
—
Não sei por que está rindo Kakaroto, esse velho nojento estava sonhando com
nossas mulheres.
—
Ah! Vegeta foi só um sonho – ele riu.
—
Não quero o mestre sonhando com a minha mulher – Kuririn o encarou fazendo seu
mestre encolher-se no chão.
—
Não quero nem imaginar o que esse velho estava sonhando, por que se eu imaginar
eu o mato – Dezoito o encarava de uma forma fria e tensa.
Uma
gota de suor escorreu no rosto do mestre para depois misturar-se a humidade de
sua roupa da água que Dezoito havia jogado para ele acordar.
—
Escuta aqui seu velho tarado – Vegeta apontou o dedo em seu rosto nervoso. - Da
próxima vez em que pensar em sonhar com a minha mulher, eu juro que você não
sobrevive, ainda mais com esses lixos que você vê – Vegeta segurava a revista
sensual entre os dedos. – Humpf – disse ele soltando e a revista cai no chão.
—
Foi só um sonho – Goku o encara com o ar suave e bobalhão. – Mas se a Chichi
souber o senhor andou sonhando com ela, vai amanhecer morto – ele ri e vai
deitar no chão.
Vegeta
bufa mais uma vez e sai dali com raiva.
—
Aí mestre quando o senhor vai tomar jeito – balançou a cabeça de um lado para o
outro - Kuririn repreendeu seu mestre.
Dezoito
suspirou fundo e voltou para o seu quarto, afinal o calor estava tanto que ela
estava desanimada até de matar aquele velho naquela hora, o melhor era deixar
para depois, já que o calor estava demais.
Kuririn
foi com ela, afinal a tarde quente e preguiçosamente desinteressante acabou por
ser divertida com o sonho e o falatório do mestre Kame enquanto sonhava.
Goku
ainda deitado no chão disse sorrindo.
—
Mestre, melhor o senhor sonhar com garotas desconhecidas, ou o senhor vai
acabar morrendo e eu não vou atrás das esferas do dragão para ressuscitar o
senhor.
Mestre
Kame engoliu seco, pois havia sentindo um tom diferente no tom de voz do Goku
que ele nunca havia ouvido antes.
Realmente
era melhor sonhar com garotas estranhas, pois sonhar com as mulheres dos
guerreiros mais fortes não era mais uma ideia tão boa, mesmo se deliciando
naquele sonho que ele jamais vai esquecer, mas que prometera a si mesmo nunca
mais sonhar com aquelas garotas afinal ele poderia aparecer com formigas na
boca, tanto pelos sayajins ou até mesmo pela própria Dezoito.
Achou
melhor ficar calado, deitou novamente no chão e ficou fitando o teto, sentido a
roupa secar no seu corpo, após o banho de água gelada que a Dezoito havia lhe
dado para refrescar o ânimo literalmente.