Na
manhã seguinte Chichi se levantou e sentiu uma fisgada em seu coração, como se
tivesse alfinetando ele, nunca havia sentido nada assim antes, sempre fora
saudável, pois sempre fazia os seus exercícios para manter sua forma e seus
golpes habituais de luta, ou de manhãzinha, ou quando não dava tempo à
tardezinha e pensou alto. .
-
Será que eu abusei ontem à noite? – apesar de se considerar velha, ela era
muito saudável, e mesmo depois da fisgada rápida em seu peito, ela viu que a
dor passou.
Ela
então se vestiu e deixou Goku dormindo e desceu para arrumar o café da manhã de
sua família.
****
Do
lado de fora da pequena casa, mas especificamente escondido nas montanhas, por
detrás dos bambuzais alguém dava um pequeno sorriso malicioso enquanto olhava a
mulher que estava dentro da casa.
Sabia
que aquele cântico já tinha chegado a ela, mas ainda não era hora de se vingar.
Sabia
que ali ninguém o veria e sabia o sayajin não sentiria o seu poder de luta,
pois também sabia manipulá-lo como ninguém, aprenderá vendo o sayajin de sangue
puro lutar contra o seu primo em uns vídeos que tinha da luta que o seu primo o
Goku haviam tido.
-
Logo, logo você sentira a minha vingança Goku... - o riso maléfico entrou pela floresta da montanha Paozu, porém
ninguém ouviu, ou sentiu a presença do ser, era como se ele não estivesse ali.
*******
A
fumaça levemente esbranquiçada levou o cheiro da comida pelos cômodos da casa e
entrou pelo quarto. O sayajin mexeu as narinas como se fosse um cachorrinho sem
dono, abriu lentamente os olhos, para respira fundo aquele aroma gostoso que a
muito não sentia, espreguiçou espichando os braços musculosos e dando um gemido
gostoso para despertar. Buscou o lado da cama sua companheira, mas estava
vazia. Acabou de despertar e disse para si mesmo:
- O
cheiro está ótimo como sempre - ele sabia que a sua dama já preparava o
banquete dos deuses.
Goku
seguiu o cheiro flutuando no ar até chegar à cozinha, pousou ao lado da esposa
só de calção e deu um beijo estalado em seu rosto.
- Bom dia, Chi!
-
Bom dia dorminhoco! – ela o viu abraçar pela cintura.
-
Sua comida está cheirando tanto que eu vim nas nuvens – o estômago dele roncou.
-
Você não tem jeito – ela riu.
-
Ojii-san! – a garotinha entrou correndo e voou nos braços dele.
-
Bom dia Pan! – ele acariciou os seus cabelos curtos e rodopiou fazendo a garota
sorrir.
- Bom
Pai!
-
Bom dia Gohan, veio tomar café conosco? - ele perguntou colocando a menina no
chão.
-
Não, eu já tomei – ele deu um sorriso ao pai com a pasta em mãos. – Pode levar
a Pan para escola hoje?
-
Claro, mas não é você, ou a Videl que sempre leva ela? - perguntou estranhando
o pedido.
- É,
mas ela esta insistindo. Já que desde ontem percebeu o ki do senhor - ele olhou
a garota com um sorriso. - Sabe como ela gosta de você.
- Me
leva avozinho? – ela encarou com os olhos brilhantes.
-
Levo sim – ele acariciou e saiu pela porta de mãos dadas com ela.
Goten
desceu correndo estava atrasado.
-
Ficou até tarde acordado Goten? – perguntou Gohan o esperando para dar uma
carona a ele.
- Sim,
não dormi muito bem, tinha uns barulhos no quarto ao lado.
-
Goten! – Chichi o repreendeu rubra.
-
Cara como vocês dois consegue? – ele perguntou meio enjoado.
Gohan
apenas ria da situação, mas depois resolveu dizer:
- Da
mesma forma que você com as suas "namoradinhas" - Gohan fez aspas com os dedos e viu Goten ficar rubro
desviar os olhos, mas viu a sua mãe o olhar, brava:
- O
que quer dizer com isso, Goten? – Chichi virou para ele com raiva balançado a
colher para ele.
- Nada
mãe!– ele começou a suar frio e já estava ficando encurralado, porém despistou.
- Estou atrasado – levantou-se rapidamente deu um beijo no rosto da mãe e puxou
Gohan pelo braço sem ao menos o deixar despedir-se dela.
Chichi
balançou a cabeça em um gesto de não e viu Goku aparecer com o seu tele
transporte a fazendo se assustar e jogar a colher para o alto.
-
Goku quer me matar do coração? – ela colocou a mão no peito e ficou ofegante.
-De
forma alguma, Chi – ele olhou preocupado. – Me desculpe não quis assustar você.
Está tudo bem? – ele foi pegar um copo de água e deu a ela.
-
Sim, está – ela bebeu e começou a suar.
-
Chi! - ele abraçou preocupado.
- Eu
estou bem, Goku. – ela o abraçou de volta e ele a olhou a vendo voltar à
normal.
-
Não faça mais isso ou eu morro do coração.
-
Não fala isso nem brincado Chichi – ele a encarou sério. – Não vou mais usar o
tele transporte para aparecer aqui em casa.
-Deve
estar com fome eu vou te servir – ela foi para colocar a comida para ele, mas ele
a parou, pegando o talher de suas delicadas mãos.
-
Deixa Chi, eu me sirvo – Ele começou a se servir e sempre a olhando
disfarçadamente.
Goku
serviu o café da manhã sentado à mesa, ora ou outra ele olhava para ela e a via
um pouco triste, mas preferiu não perguntar nada, sabia que a mulher tinha um
gênio difícil e muitas das vezes ela não gostava de preocupações excessivas.
Ele tinha aprendido isso com o tempo, pois ela sempre ficava brava quando ele
perguntava de mais ou queria á protegê-la de mais, principalmente na gravidez
do Gohan, mesmo assim seus olhos preocupados sempre viravam para o lado em que
ela estava sentada ao lado dele na mesa.
***
O
ser ainda olhava a movimentação sem que ninguém percebesse.
-
Aquele idiota, nem viu que eu lancei uma doença na terráquea e ela vai definhar
em breve e ele não saberá o que causou a morte dela. - um sorriso sínico surgiu
em seus lábios. - Agora ela está em minhas mãos, basta eu mover um dedo e ela
morre, mas vou deixar ele ter o gosto de matar a saudade por mais um tempo. -
Os dedos iluminados e virados para cima, parados, apenas servindo de antena
para conduzir aquele poder que estava entre os seus dedos...
O
ser continuou observando com um sorriso de vitória no rosto e em breve sua
vingança iria cair sobre o sayajin e ele iria vê-lo sofrer, nem que fosse do
outro mundo, mas o sayajin ia sofrer e com juros e correção monetária.
*****
Na
cozinha, Goku começou a comer enquanto ela olhava para ele com o cotovelo
apoiado na mesa e o queixo apoiado na
palma da mão e seus dedos sobre o seu rosto.
Seus
pensamentos eram:
"Talvez
Goten tenha razão. Goku deve ficar comigo só para suprir as suas necessidades fisiológicas
de sexo".
"Meu
corpo não é mais o mesmo".
"Ele
também sempre fica longe de mim. Será mesmo que ele nunca teve outra"?
"Como
ele consegue sentir atração e excitação por mim"?
Algumas
lágrimas saíram de seus olhos e escorreu
pelo o seu rosto.
-
Chi! - Goku viu e deixou o seu prato indo até ela. - O que aconteceu?-perguntou
passando os dedos em seu rosto enxugando as lágrimas.
-
Nada - ela tirou as mãos dele e o empurrou
o pegando desprevenido o derrubando de bunda no chão dando espaço para ela
empurrar a cadeira e para trás e subiu correndo as escadas deixando um Goku se
levantando do chão com aquela carinha de ingênuo sem entender nada.
Ele
se levantou e subiu rapidamente atrás dela, mas encontrou a porta do quarto,
trancada.
-
Chi! O que está acontecendo? - Goku se preocupou, pois ouvia Chichi chorando.
Ela
nada respondeu.
-
Chi! Eu estou entrando com o meu tele transporte, ok!
Ela
não respondeu então ele avisou:
-
Estou entrando viu - ele levou os dois dedos a testa e se tele portou para
dentro do quarto e a viu, debruçada na cama chorando.
Goku
sentou-se beira da cama e passou a mão
em seus cabelos com delicadeza e carinho.
Não
sabia o que se passava, não entendia aquele ataque repentino, mas ele queria
acalmá-la tentar conversar para ver o que tinha com ela.
- O
que foi que eu fiz dessa vez? - ele sabia
que era algo relacionado a ele, pois sempre metia os pés pelas mãos, mas queria
entender, pois ontem os dois estavam em perfeita harmonia e agora essa súbita
mudança de humor, ou algo mais próximo disso.
Ela
sentiu a mão grossa e grande lhe acariciando.
- PARA
DE FINGIR, GOKU! - ela gritou e se sentou o olhando e mais lagrimas escorreram
de seus olhos.
-
Como assim? - ele perguntou com seu jeito inocente sem entender.
Aquela
ingenuidade a deixava de mãos atadas, a ingenuidade dele fazia com que algumas
de suas armas decaíssem, mas ela resolveu perguntou:
-
Você se casou comigo só por aquela promessa, não foi?
Goku
olhou bem para ela e respondeu sério:
-
Sim, mas pouco a pouco eu fui me afeiçoando a você. Eu fui aprendendo a amar
você.
- ENTÃO
POR QUE MORREU COM AQUELE IDIOTA DO SEU IRMÃO MACACO?
-
Chi! Nós já conversamos sobre isso - ele suspirou fundo e explicou mais uma vez
com a maior paciência do mundo. - Raditz
ia matar o Gohan, ele ia matar a todos... Ele me pediu para matar cem pessoas,
Chi. Eu não queria matar ninguém e não queria que nada de ruim acontecesse com
vocês.
- E
a viagem a Namekusei?
- Eu
fui ajudar o Gohan e nossos amigos e se Freeza viesse para cá, estaríamos todos
mortos - ele tocou a mão dela. - Eu senti tanto a sua falta, naquela viagem.
- Se
sentiu, por que não voltou quando pedimos o Shenlong?
- Eu
queria aprender a técnica do tele transporte, que é bem útil para mim,
principalmente nas lutas, no entanto não deixei de pensar em você.
- E
a sua morte na luta contra o Cell?
- Eu
queria deixar a Terra livre de problemas e deixar o Gohan estudar como você
queria - ele pegou a mão dela com delicadeza. - Deixar vocês viverem em paz já
que comigo aqui só iria trazer problemas, ou outros inimigos - passou a mão nos
cabelos negros dela e colocou por de trás da sua orelha.
- É
o treinamento com o Oob? Você foi sem ao menos se despedir de mim e no meio
daquele torneio - ela pegou a mão dele e retirou com delicadeza.
-
Desculpe-me Chi, eu sempre faço as coisas do meu jeito e sempre é você que
acaba sofrendo - ele beijou o rosto dela. - Mas eu tinha que deixar alguém
preparado para salvar a Terra quando eu não estiver mais aqui. Eu sei que eu
perdi muito nesse meio tempo, mas uma coisa eu nunca perdi...
- O
seu egoísmo e paixão pelas suas lutas? - ela deu um sorriso irônico.
- Se
você acha isso, tudo bem, mas uma coisa que eu nunca deixei foi de pensar em
você. Eu a amo Chi.
- NÃO
GOKU! VOCÊ NÃO ME AMA! - ela derramou mais lágrimas. - Você fica comigo só por
desejo e sexo. Logo você vai me largar e ficar com uma garota novinha e cheia
de vida, sem rugas, com seios empinadinhos e com o bumbum durinho - ela o
sentiu a calar com um beijo a pegou no colo e a carregou pela janela e saiu
voando.
Chichi
sentiu o vento soprar o seu rosto, o frescor da manhã naquelas montanhas, era
revigorante e trazia calma para a sua mente arcaica.
Logo eles estavam na porta
de uma caverna incrível, onde as luzes trocavam de cor entre as pedras, as
águas eram cristalinas e límpidas chegavam a um tom azul que dava para enxergar
cada peixinho colorido e as pedras do fundo daquele pequeno riacho.
Eles entraram visualizando a
bela paisagem que tinha dentro da caverna e trouxe a eles uma nostalgia.
Chichi
deixou mais algumas lágrimas escorrer.
Sim
aquele lugar foi onde ele a levou a primeira vez depois de casados, ele mostrou
parte por parte daquela montanha, mas ali fora o primeiro de todos os locais
que ele a levou. Onde ele a abraçou pela primeira vez, onde trocaram beijos
tímidos como se fossem adolescentes
começando um namoro e depois voltaram lá para que eles pudessem ter a
sua lua de mel, pois aquela caverna se tornou o lugar mágico, o santuário da
sua deusa, pois de todos os lugares que ele mostrou a ela na montanha Paozu,
aquele era o que ela mais tinha se encantado e que brilhava como os olhos
negros e cheios de vida dela.
-
Você ainda se lembra? - ela comentou o olhando aquele lugar colocando as mãos
no rosto dele.
- Lembro,
Chi! Lembro cada passo que fizemos depois do nosso casamento, lembro de tudo,
cada minuto, cada segundo que eu aprendi com você - ele a abraçou. - Você é minha
Chi! Só minha.
Ele
a beijou fortemente de uma forma intensa.
Chichi
se afastou e disse:
- O
que diz de mim agora e por que você ainda me deseja?
-
Porque você ainda continua sendo a minha garota e que eu sempre vou te desejar
- ele sorriu e ela achou que ele ia a tomar em seus braços e fazer dele
novamente, mas ele pegou na mão dela e começou a caminhar.
-
Goku eu achei que agente ia...
-
Não Chi! Eu quero apenas conversar com você um pouco, passear com você,
aproveitar esse momento como aquele dia.
Chichi
deu um leve sorriso e começou a caminhar de mãos dadas com ele como se fossem
namorados.
Com
o passar do tempo Goku soltou da mão dela, há pegou no colo e começou a girar.
Ela
ria e ele ria junto.
-
Goku, desse jeito eu vou ficar tonta - ela continuava a sorrir.
Goku
parou e a colocou no chão.
-
Assim é bem melhor - ele aproximou dela. - Eu gosto de ver você alegre, Chi.
Ela
deu um leve sorriso a ele e ele pegou a mão dela com delicadeza, levou-a em
direção a parede onde as pedras trocavam de cores em uma sintonia incrível.
Goku
sentou se escorando na parede da caverna epuxou
a sua esposa para se sentar no seu colo envolvendo seus grandes braços
na cintura dela e enfiando suas narinas em seu pescoço para sentir o seu
cheiro.
Chichi
suspirou, colocou as mãos em cima da dele e se lembrou de todos os momentos que
passaram juntos.
Ele
parecia aproveitar cada segundo que ele podia com ela, mesmo com os treinamentos,
mortes, quando Goku voltava tirava alguns dias só para estar com ela, como ele
estava fazendo agora, nesse instante ali ao lado dela.
Era
como se não quisesse perdê-la ou aproveitar cada milésimo de segundo com ela.
Ele tirou esses dias justamente para
ficar com ela o tempo todo.
-
Goku!
-
Hum - ele continuava com o nariz entre o seu pescoço e o seu ombro, com os
olhos fechados, como se sentir o cheiro dela
era uma forma de não perdê-la.
- Se
acontecesse algo comigo o que faria? - ela perguntou apenas por curiosidade.
-
Ora Chi! O que poderia acontecer com você? - ele estranhou a pergunta. - Você é
forte, guerreira e...
- E humana,
Goku. Não viverei para sempre, também não viverei o mesmo tempo que você e não
serei mais jovem, só envelhecerei mais e mais.
-
Tira essa idéia da sua cabeça Chi! - ele deu um beijo no rosto dela. - estamos
envelhecendo juntos, eu sempre ficarei contigo, mesmo não tendo jeito de fazer
amor com você.
Chichi
sorriu da forma que ele disse:
-
Ue, falei algo engraçado?
-
Não, meu amor, não - ela deu um beijo casto nos lábios dele, aproveitando
aquele momento de carinho.
Chichi
estava mais tranquila e bem menos insegura por causa da sua idade.
Depois
Goku deitou nas pedras que faziam o chão, sobre o lodo verde e macio formado
pela umidade do local e a fez deitar no seu tórax nu. Ele acariciou os seus
cabelos curtos, depois as costas com certa delicadeza.
Ela
ficou olhando para ele e sentiu vontade de amá-lo, ali mesmo no meio da caverna,
no seu santuário, como a tempo ela não fazia.
Ela
o beijou de uma forma terna, aos poucos o beijo foi se tornando quentes, as
línguas roçando uma na outra e Chichi usou as suas unhas com a maior força que
poderia ter sobre o tórax nu dele, enquanto ele deslizava as mãos pela sua
cintura subindo para os braços.
Eles
afastaram buscando o ar.
-
Chi! - ele a encarou sabendo que ela queria:
Deu
um sorriso ingênuo e voltou a beijá-la no pescoço, enquanto desabotoava com
cuidado os botões do seu vestido típico, enquanto ela suspirava já ofegante.
Sabia
que ela precisaria do vestido para voltar para casa e como já havia rasgado um,
não queria rasgar o outro.
Então
vagarosamente ele tirou o vestido e a viu apenas de roupas intimas, passou o
seu nariz pela pele dela indo em direção aos seios dela tirando levemente o
sutiã passou dedos delicadamente em um deles com carinho vendo os mamilos
eriçarem, sorriu e a olhou com carinho.
Ela estava meio rubra.
-
Ah! Chi você é tão linda! - ela desvia o olhar do dele, estava meio
envergonhada ainda por causa da idade. - Deixa a vergonha de lado Chi, você não
era assim - ele desliza as mãos novamente com delicadeza fazendo as curvas dos
seios dela e a ouve gemer e suspirar.
Sentiu os lábios dele pelos seus seios, por sua pele alva, passando as mãos pela
sua cintura enquanto seguia com lábios quentes fazendo um trajeto que só ele
conhecia.
Chichi
sentia cada vez mais perdida naquelas mãos já hábeis pelo tempo que passaram
juntos como casal, o sentiu retirar a sua ultima peça intima e deslizar os
dedos sentindo-a úmida.
-
Hummmm Chi, nem comecei e você já está assim... - ela o viu abaixar a cabeça e
acariciar a sua flor com sua língua enquanto ela agarra em seus cabelos o
forçando ainda mais.
- AH!
Goku... Você é muito pervertido - ele ergueu o rosto e a encarou.
-
Vai dizer que você não gosta? - ele tinha aquele jeito dele de sempre.
Ela
pulou no pescoço dele e o beijou o virando e ela ficou sobre ele. Usou suas
unhas passando pelos seus músculos torneados de uma forma que o provocava.
- É
assim mesmo que eu gosto de você Chi... - ele a vê retirar a sua bermuda o
deixando completamente nu.
Chichi
coloca o seu membro em meio as seus seios e ao mesmo tempo desliza a sua boca
no membro dele sentindo o seu esposo gemer enquanto ela lhe dava prazer.
-
Ah! Chi... - suas palavras mão saia se sua boca, quando viu a esposa se
encaixar nele e começar com a sua dança do amor, já começando a suar.
Goku
delirava vendo o rosto da sua esposa enquanto ela cavalgava de uma forma doce e
gentil. Ele não resistiu e a virou fazendo com que ela ficasse em cima do musgo
úmido sobre as pedras. Agora ele comandar, por que era o que ele mais gostava
de fazer na hora de um amor bem feito.
Ora a
beijava, ora a acariciava, para senti-la cravar as suas unhas na sua pele dura
pelos músculos torneados.
Ele sentiu
a mulher abraçar as suas pernas na cintura dele e cravando as unhas na costa
dele ainda mais, como se tentasse perfurar, causando ainda mais prazer nele.
Goku
só sentia-se mais perdido com o jeito dela e viu que a mesma sentia o que ele
sentia.
Ele
percebeu que ela não estava mais chateada, nem nervosa com ele. Pouco a pouco os
dois sentiam a intensidade do corpo um do outro, a sincronia que eles tinham um
com o outro e Chichi percebeu isso após aquela dança do amor. Juntos eles finalmente entraram em um clima e
êxtase.
Goku
a abraçou forte e sussurrou em seu ouvido:
- Sua
bobinha! Eu amo você - ele dá aquele sorriso cativante a ela.
Chichi
não resiste e abraça-o de volta.
-
Esse seu jeito que me conquistou - ela vê ele se deitar ao lado dela e sentir o
cheiro de seus cabelos curtos.
Os
dois ficam ali mais um pouco juntos, mas Chichi ouve um imenso barulho enorme.
-
Haha, acho que o café da manhã já foi - ele roça a nuca.
Chichi
não consegue e começa a rir dele.
- Vamos
para casa, vou arrumar algo para você comer - ela continua rindo enquanto veste
as suas roupas e ele a sua bermuda.
-
Isso é ótimo! - ele sorri animado, pega Chichi
no colo e sai voando com ela de volta para casa.
*****
O
ser da um novo sorriso ao ver a cena dos dois ali no meio daquela vale, ao ver
o momento de amor deles e ele diz ao ver Goku voando com ela no colo.
-
Ela é a mais preciosa para você, seria uma pena se ela morresse de infarto
fulminante - o ser fala com sigo, mexendo os dedos e entre eles uma luz meio
esbranquiçada. - Quero ver a sua cara de
desespero, seu sayajin maldito. Você e seus amigos destruíram a minha família,
mas eu vou deixar você aproveitar, mais um pouquinho, pois é fácil manipular o
sangue e um coração sofrido como o dela - o sorriso lateral de satisfação
surgia nos seus lábios enquanto ele olhava um ponto qualquer no céu.
*****
As
aulas terminaram e Goten voava pelo céu sentindo a brisa em seus cabelos e olhando
a paisagem que vê lá de cima quando ele ouve.
- Já
voltando dá aula? - perguntou Trunks parado no ar enquanto Goten também parava
e fica flutuando no ar.
- Ao
contrario de uma certa pessoa, eu não sou um gênio e não posso ficar matando
aula - falou ironizando e rindo para o amigo.
-
Que isso Goten, eu não sou um gênio, apenas herdei os genes da minha mãe.
- E
sua mãe é o que?
-
Uma gênio.
Eles
riem e começa a voar.
-Como
eles estão?
-
Quem? - Trunks perguntou divertido.
-
Seu pai e sua mãe.
-
Estão bem, apesar de sempre estar brigando. São dois raivosos, mas do nada,
eles já estão de esfregando um no outro, fazer o que, não é? Eles são assim e
não vão mudar. - ele sorri com o romance
dos seus pais.
-
Como você vê os dois? - perguntou Goten ajeitando o caderno da melhor forma com
os seus livros.
-
Como assim, Goten? - perguntou o amigo olhando para ele com a sobrancelha
erguida.
- Tipo
o que você acha dos dois juntos.
-
Uai Goten, eles se amam da maneira deles, me acostumei vendo eles se beijarem,
ficar nos amassos pelos cantos da casa. Acredita que outro dia quase peguei os
dois transando.
- É difícil
imaginar - Goten fez uma cara feia.
- Ue
Goten por que? - perguntou Trunks meio intrigado. - Eles se amam e são os meus
pais - ele olhou para o rapaz e viu o semblante dele mudar.
-
Como vê os seus pais? - foi à vez de Trunks perguntar.
- É
estranho ver os dois juntos, aliás, eu os vi pouco juntos, mas depois que ele
voltou da aldeia do Oob tenho ouvidos sons do quarto deles, nem me deixam
dormir, se beijam pela casa, mas nunca os peguei quase transando, acho que eu
não aguentaria a cena. - comentou Goten com certo desdém. - Não sei o que meu
pai vê na mãe, ela está meio velha e...
-
Ei, pode parar - Trunks repreende o amigo. - Eles se gostam Goten, e tenho
certeza que aos olhos do seu pai a tia Chichi é uma jovem.
-
Não sei Trunks. - ele olhou para o solo
ainda voando. - Minha mãe já falou do meu pai é um desnaturado que não para
quieto com ela, e ela já sofreu muito com as idas e vindas dele.
-
Pensa bem Goten, nossos pais são sayajins, gostam de lutas e o seu já teve vários
inimigos, ele só queria proteger vocês, assim como meu pai se sacrificou naquela
luta contra Majin Boo. Você se lembra?
-
Sim, como eu podia me esquecer. Ele derrotou agente rapidinho - eles riram
juntos.
-
Então vai encontrar alguém em especial hoje? - perguntou o jovem de cabelos
exóticos.
-
Não, vou estudar tenho prova na próxima semana, ao contrário de você eu tenho
que estudar - eles riem juntos e Goten se despede do amigo seguindo para sua
casa.
Goten
suspira e olha a sua casa embaixo de si, prepara para pousar quando ouvi alguns
gritos.
- Eu
disse para você esperar Son Goku! Olha só o que você fez!
Goten
aterrissou e entrou em sua residência e viu o cozido de carne todo no chão,
Goku encolhido um pouco e tentando ajudar ela.
-
Mas Chi estava tão cheiroso... Eu só queria experimentar! - Goku tentava catar
o resto do chão, às vezes lambia os dedos, enquanto ajudava a limpar.
Chichi
suspirou fundo e disse:
-
SOME DA MINHA COZINHA, AGORA! - ela apontou o dedo para as escadas.
Goku
saiu dali rapidamente indo para parte de cima onde esperaria um pouco para que
a sua esposa se acalmasse.
Chichi
bufou em nervos, sentiu novamente a pontada no coração, tentou respirar devagar
enquanto pegava algo para limpar.
-Tudo
bem, mamãe? - Goten estava olhando com um sorriso tímido e tentando não rir da
cena.
-
Sim, só seu pai que me estressa às vezes - ela começa a limpar devagar.
- Se
ele te estressa, se ele faz tantas coisas que a senhora não gosta, por que não
se separa? - perguntou Goten a encarado.
Chichi
ergueu os olhos sem entender e repetiu o que o filho caçula disse:
-
Você quer que eu me separe do Goku?
- A
senhora só reclama dele, diz que ele parece uma criança. Que ele está sempre a
deixando de lado, que não se importa com nada, que nunca trabalhou para colocar
comida em casa, que acha que o papai fica com a senhora por causa da promessa
que ele fez e...
- JÁ
CHEGA GOTEN! - ela derrama lágrimas ao olhá-lo e viu que Goku descia a escadas
e conseguiu ouvir um pouco da conversa e um pedaço da cena e pereceu meio
triste.
-
Goku! - Chichi viu que ele tinha ouvido a conversa dos dois e visto a alteração
deles.
-
Pai! - ele olha para trás assustado e ouve:
-
Olha Goten, eu posso não ter sido um pai presente, posso até ser tudo que a sua
mãe diz, eu posso não ter amado a sua mãe de cara, mas fui aprendendo com o
tempo. Hoje eu a amo.
- E
desde quando sabe o que é amor, pai? - ele perguntou com certa raiva.
-
Goten! - Chichi chamou a atenção do rapaz, pois o mesmo estava com os nervos
alterados.
- Eu
não sei desde quando Goten, mas eu sempre tento proteger vocês, a Terra. - Goku
abaixa a cabeça, pois sentiu fundo cada palavra que Goten disse. Foram como
facadas enfiadas no seu coração.
Chichi
olha os dois, seu coração dói um pouco mais forte e sua respiração fica mais um
pouco pesada, mas eles não perceber.
- Se
quer extravasar a sua raiva Goten, vamos lá para fora e lutar é a melhor
maneira.
-
Não posso, eu tenho prova semana que vem - ele olhou o pai de rabo de olho e
subiu as escadas.
- Não liga para ele Goku, ele está na faze da
adolescência.
-
Não se preocupe Chi, depois eu converso com ele - ele puxou a cadeira e
sentou-se olhando para ela, com o braço sobre a mesa e o rosto sobre uma das
mãos, os dedos apoiavam- se no rosto a olhando com carinho.
O
ser que estava escondido entre os bambus ria divertido e a luz em seus dedos agora
estava parada enquanto ele apenas esperava o momento certo de se vingar.