domingo, 17 de agosto de 2014

Uma leve discução.


Na manhã seguinte Chichi se levantou e sentiu uma fisgada em seu coração, como se tivesse alfinetando ele, nunca havia sentido nada assim antes, sempre fora saudável, pois sempre fazia os seus exercícios para manter sua forma e seus golpes habituais de luta, ou de manhãzinha, ou quando não dava tempo à tardezinha e pensou alto. .
- Será que eu abusei ontem à noite? – apesar de se considerar velha, ela era muito saudável, e mesmo depois da fisgada rápida em seu peito, ela viu que a dor passou.
Ela então se vestiu e deixou Goku dormindo e desceu para arrumar o café da manhã de sua família.
****
Do lado de fora da pequena casa, mas especificamente escondido nas montanhas, por detrás dos bambuzais alguém dava um pequeno sorriso malicioso enquanto olhava a mulher que estava dentro da casa.
Sabia que aquele cântico já tinha chegado a ela, mas ainda não era hora de se vingar.
Sabia que ali ninguém o veria e sabia o sayajin não sentiria o seu poder de luta, pois também sabia manipulá-lo como ninguém, aprenderá vendo o sayajin de sangue puro lutar contra o seu primo em uns vídeos que tinha da luta que o seu primo o Goku haviam tido.
- Logo, logo você sentira a minha vingança Goku... - o riso maléfico entrou  pela floresta da montanha Paozu, porém ninguém ouviu, ou sentiu a presença do ser, era como se ele não estivesse ali.
*******
A fumaça levemente esbranquiçada levou o cheiro da comida pelos cômodos da casa e entrou pelo quarto. O sayajin mexeu as narinas como se fosse um cachorrinho sem dono, abriu lentamente os olhos, para respira fundo aquele aroma gostoso que a muito não sentia, espreguiçou espichando os braços musculosos e dando um gemido gostoso para despertar. Buscou o lado da cama sua companheira, mas estava vazia. Acabou de despertar e disse para si mesmo:
- O cheiro está ótimo como sempre - ele sabia que a sua dama já preparava o banquete dos deuses.
Goku seguiu o cheiro flutuando no ar até chegar à cozinha, pousou ao lado da esposa só de calção e deu um beijo estalado em seu rosto.
 - Bom dia, Chi!
- Bom dia dorminhoco! – ela o viu abraçar pela cintura.
- Sua comida está cheirando tanto que eu vim nas nuvens – o estômago dele roncou.
- Você não tem jeito – ela riu.
- Ojii-san! – a garotinha entrou correndo e voou nos braços dele.
- Bom dia Pan! – ele acariciou os seus cabelos curtos e rodopiou fazendo a garota sorrir.
- Bom Pai!
- Bom dia Gohan, veio tomar café conosco? - ele perguntou colocando a menina no chão.
- Não, eu já tomei – ele deu um sorriso ao pai com a pasta em mãos. – Pode levar a Pan para escola hoje?
- Claro, mas não é você, ou a Videl que sempre leva ela? - perguntou estranhando o pedido.
- É, mas ela esta insistindo. Já que desde ontem percebeu o ki do senhor - ele olhou a garota com um sorriso. - Sabe como ela gosta de você.
- Me leva avozinho? – ela encarou com os olhos brilhantes.
- Levo sim – ele acariciou e saiu pela porta de mãos dadas com ela.
Goten desceu correndo estava atrasado.
- Ficou até tarde acordado Goten? – perguntou Gohan o esperando para dar uma carona a ele.
- Sim, não dormi muito bem, tinha uns barulhos no quarto ao lado.
- Goten! – Chichi o repreendeu rubra.
- Cara como vocês dois consegue? – ele perguntou meio enjoado.
Gohan apenas ria da situação, mas depois resolveu dizer:
- Da mesma forma que você com as suas "namoradinhas" - Gohan  fez aspas com os dedos e viu Goten ficar rubro desviar os olhos, mas viu a sua mãe o olhar, brava:
- O que quer dizer com isso, Goten? – Chichi virou para ele com raiva balançado a colher para ele.
- Nada mãe!– ele começou a suar frio e já estava ficando encurralado, porém despistou. - Estou atrasado – levantou-se rapidamente deu um beijo no rosto da mãe e puxou Gohan pelo braço sem ao menos o deixar despedir-se dela.
Chichi balançou a cabeça em um gesto de não e viu Goku aparecer com o seu tele transporte a fazendo se assustar e jogar a colher para o alto.
- Goku quer me matar do coração? – ela colocou a mão no peito e ficou ofegante.
-De forma alguma, Chi – ele olhou preocupado. – Me desculpe não quis assustar você. Está tudo bem? – ele foi pegar um copo de água e deu a ela.
- Sim, está – ela bebeu e começou a suar.
- Chi!  - ele abraçou preocupado.
- Eu estou bem, Goku. – ela o abraçou de volta e ele a olhou a vendo voltar à normal.
- Não faça mais isso ou eu morro do coração.
- Não fala isso nem brincado Chichi – ele a encarou sério. – Não vou mais usar o tele transporte para aparecer aqui em casa.
-Deve estar com fome eu vou te servir – ela foi para colocar a comida para ele, mas ele a parou, pegando o talher de suas delicadas mãos.
- Deixa Chi, eu me sirvo – Ele começou a se servir e sempre a olhando disfarçadamente.
Goku serviu o café da manhã sentado à mesa, ora ou outra ele olhava para ela e a via um pouco triste, mas preferiu não perguntar nada, sabia que a mulher tinha um gênio difícil e muitas das vezes ela não gostava de preocupações excessivas. Ele tinha aprendido isso com o tempo, pois ela sempre ficava brava quando ele perguntava de mais ou queria á protegê-la de mais, principalmente na gravidez do Gohan, mesmo assim seus olhos preocupados sempre viravam para o lado em que ela estava sentada ao lado dele na mesa.
***
O ser ainda olhava a movimentação sem que ninguém percebesse.
- Aquele idiota, nem viu que eu lancei uma doença na terráquea e ela vai definhar em breve e ele não saberá o que causou a morte dela. - um sorriso sínico surgiu em seus lábios. - Agora ela está em minhas mãos, basta eu mover um dedo e ela morre, mas vou deixar ele ter o gosto de matar a saudade por mais um tempo. - Os dedos iluminados e virados para cima, parados, apenas servindo de antena para conduzir aquele poder que estava entre os seus dedos...
O ser continuou observando com um sorriso de vitória no rosto e em breve sua vingança iria cair sobre o sayajin e ele iria vê-lo sofrer, nem que fosse do outro mundo, mas o sayajin ia sofrer e com juros e correção monetária.
*****
Na cozinha, Goku começou a comer enquanto ela olhava para ele com o cotovelo apoiado na mesa e o queixo apoiado  na palma da mão e seus dedos sobre o seu rosto.
Seus pensamentos eram:
"Talvez Goten tenha razão. Goku deve ficar comigo só para suprir as suas necessidades fisiológicas de sexo".
"Meu corpo não é mais o mesmo".
"Ele também sempre fica longe de mim. Será mesmo que ele nunca teve outra"?
"Como ele consegue sentir atração e excitação por mim"?
Algumas lágrimas saíram de seus olhos  e escorreu pelo o seu rosto.
- Chi! - Goku viu e deixou o seu prato indo até ela. - O que aconteceu?-perguntou passando os dedos em seu rosto enxugando as lágrimas.
- Nada  - ela tirou as mãos dele e o empurrou o pegando desprevenido o derrubando de bunda no chão dando espaço para ela empurrar a cadeira e para trás e subiu correndo as escadas deixando um Goku se levantando do chão com aquela carinha de ingênuo sem entender nada.  
Ele se levantou e subiu rapidamente atrás dela, mas encontrou a porta do quarto, trancada.
- Chi! O que está acontecendo? - Goku se preocupou, pois ouvia Chichi chorando.
Ela nada respondeu.
- Chi! Eu estou entrando com o meu tele transporte, ok!
Ela não respondeu então ele avisou:
- Estou entrando viu - ele levou os dois dedos a testa e se tele portou para dentro do quarto e a viu, debruçada na cama chorando.
Goku sentou-se  beira da cama e passou a mão em seus cabelos com delicadeza e carinho.
Não sabia o que se passava, não entendia aquele ataque repentino, mas ele queria acalmá-la tentar conversar para ver o que tinha com ela.
- O que foi que eu fiz dessa vez? -  ele sabia que era algo relacionado a ele, pois sempre metia os pés pelas mãos, mas queria entender, pois ontem os dois estavam em perfeita harmonia e agora essa súbita mudança de humor, ou algo mais próximo disso.
Ela sentiu a mão grossa e grande lhe acariciando.
- PARA DE FINGIR, GOKU! - ela gritou e se sentou o olhando e mais lagrimas escorreram de seus olhos.
- Como assim? - ele perguntou com seu jeito inocente sem entender.
Aquela ingenuidade a deixava de mãos atadas, a ingenuidade dele fazia com que algumas de suas armas decaíssem, mas ela resolveu perguntou:
- Você se casou comigo só por aquela promessa, não foi?
Goku olhou bem para ela e respondeu sério:
- Sim, mas pouco a pouco eu fui me afeiçoando a você. Eu fui aprendendo a amar você.
- ENTÃO POR QUE MORREU COM AQUELE IDIOTA DO SEU IRMÃO MACACO?
- Chi! Nós já conversamos sobre isso - ele suspirou fundo e explicou mais uma vez com a maior paciência do mundo. -  Raditz ia matar o Gohan, ele ia matar a todos... Ele me pediu para matar cem pessoas, Chi. Eu não queria matar ninguém e não queria que nada de ruim acontecesse com vocês.
- E a viagem a Namekusei?
- Eu fui ajudar o Gohan e nossos amigos e se Freeza viesse para cá, estaríamos todos mortos - ele tocou a mão dela. - Eu senti tanto a sua falta, naquela viagem.
- Se sentiu, por que não voltou quando pedimos o Shenlong?
- Eu queria aprender a técnica do tele transporte, que é bem útil para mim, principalmente nas lutas, no entanto não deixei de pensar em você.
- E a sua morte na luta contra o Cell?
- Eu queria deixar a Terra livre de problemas e deixar o Gohan estudar como você queria - ele pegou a mão dela com delicadeza. - Deixar vocês viverem em paz já que comigo aqui só iria trazer problemas, ou outros inimigos - passou a mão nos cabelos negros dela e colocou por de trás da sua orelha.
- É o treinamento com o Oob? Você foi sem ao menos se despedir de mim e no meio daquele torneio - ela pegou a mão dele e retirou com delicadeza.
- Desculpe-me Chi, eu sempre faço as coisas do meu jeito e sempre é você que acaba sofrendo - ele beijou o rosto dela. - Mas eu tinha que deixar alguém preparado para salvar a Terra quando eu não estiver mais aqui. Eu sei que eu perdi muito nesse meio tempo, mas uma coisa eu nunca perdi...
- O seu egoísmo e paixão pelas suas lutas? - ela deu um sorriso irônico.
- Se você acha isso, tudo bem, mas uma coisa que eu nunca deixei foi de pensar em você. Eu a amo Chi.
- NÃO GOKU! VOCÊ NÃO ME AMA! - ela derramou mais lágrimas. - Você fica comigo só por desejo e sexo. Logo você vai me largar e ficar com uma garota novinha e cheia de vida, sem rugas, com seios empinadinhos e com o bumbum durinho - ela o sentiu a calar com um beijo a pegou no colo e a carregou pela janela e saiu voando.
Chichi sentiu o vento soprar o seu rosto, o frescor da manhã naquelas montanhas, era revigorante e trazia calma para a sua mente arcaica.
Logo eles estavam na porta de uma caverna incrível, onde as luzes trocavam de cor entre as pedras, as águas eram cristalinas e límpidas chegavam a um tom azul que dava para enxergar cada peixinho colorido e as pedras do fundo daquele pequeno riacho.
Eles entraram visualizando a bela paisagem que tinha dentro da caverna e trouxe a eles uma nostalgia.
Chichi deixou mais algumas lágrimas escorrer.
Sim aquele lugar foi onde ele a levou a primeira vez depois de casados, ele mostrou parte por parte daquela montanha, mas ali fora o primeiro de todos os locais que ele a levou. Onde ele a abraçou pela primeira vez, onde trocaram beijos tímidos como se fossem adolescentes  começando um namoro e depois voltaram lá para que eles pudessem ter a sua lua de mel, pois aquela caverna se tornou o lugar mágico, o santuário da sua deusa, pois de todos os lugares que ele mostrou a ela na montanha Paozu, aquele era o que ela mais tinha se encantado e que brilhava como os olhos negros e cheios de vida dela.
- Você ainda se lembra? - ela comentou o olhando aquele lugar colocando as mãos no rosto dele.
- Lembro, Chi! Lembro cada passo que fizemos depois do nosso casamento, lembro de tudo, cada minuto, cada segundo que eu aprendi com você - ele a abraçou. - Você é minha Chi! Só minha.
Ele a beijou fortemente de uma forma intensa.
Chichi se afastou e disse:
- O que diz de mim agora e por que você ainda me deseja?
- Porque você ainda continua sendo a minha garota e que eu sempre vou te desejar - ele sorriu e ela achou que ele ia a tomar em seus braços e fazer dele novamente, mas ele pegou na mão dela e começou a caminhar.
- Goku eu achei que agente ia...
- Não Chi! Eu quero apenas conversar com você um pouco, passear com você, aproveitar esse momento como aquele dia.
Chichi deu um leve sorriso e começou a caminhar de mãos dadas com ele como se fossem namorados.
Com o passar do tempo Goku soltou da mão dela, há pegou no colo e começou a girar.
Ela ria  e ele ria junto.
- Goku, desse jeito eu vou ficar tonta - ela continuava a sorrir.
Goku parou e a colocou no chão.
- Assim é bem melhor - ele aproximou dela. - Eu gosto de ver você alegre, Chi.
Ela deu um leve sorriso a ele e ele pegou a mão dela com delicadeza, levou-a em direção a parede onde as pedras trocavam de cores em uma sintonia incrível.
Goku sentou se escorando na parede da caverna epuxou  a sua esposa para se sentar no seu colo envolvendo seus grandes braços na cintura dela e enfiando suas narinas em seu pescoço para sentir o seu cheiro.
Chichi suspirou, colocou as mãos em cima da dele e se lembrou de todos os momentos que passaram  juntos.
Ele parecia aproveitar cada segundo que ele podia com ela, mesmo com os treinamentos, mortes, quando Goku voltava tirava alguns dias só para estar com ela, como ele estava fazendo agora, nesse instante ali ao lado dela.
Era como se não quisesse perdê-la ou aproveitar cada milésimo de segundo com ela. Ele tirou esses dias justamente para  ficar com ela o tempo todo.
- Goku!
- Hum - ele continuava com o nariz entre o seu pescoço e o seu ombro, com os olhos fechados, como se sentir o cheiro dela  era uma forma de não perdê-la.
- Se acontecesse algo comigo o que faria? - ela perguntou apenas por curiosidade.
- Ora Chi! O que poderia acontecer com você? - ele estranhou a pergunta. - Você é forte, guerreira e...
- E humana, Goku. Não viverei para sempre, também não viverei o mesmo tempo que você e não serei mais jovem, só envelhecerei mais e mais.
- Tira essa idéia da sua cabeça Chi! - ele deu um beijo no rosto dela. - estamos envelhecendo juntos, eu sempre ficarei contigo, mesmo não tendo jeito de fazer amor com você.
Chichi sorriu da forma que ele disse:
- Ue, falei algo engraçado?
- Não, meu amor, não - ela deu um beijo casto nos lábios dele, aproveitando aquele momento de carinho.
Chichi estava mais tranquila e bem menos insegura por causa da sua idade.
Depois Goku deitou nas pedras que faziam o chão, sobre o lodo verde e macio formado pela umidade do local e a fez deitar no seu tórax nu. Ele acariciou os seus cabelos curtos, depois as costas com certa delicadeza.
Ela ficou olhando para ele e sentiu vontade de amá-lo, ali mesmo no meio da caverna, no seu santuário, como a tempo ela não fazia.
Ela o beijou de uma forma terna, aos poucos o beijo foi se tornando quentes, as línguas roçando uma na outra e Chichi usou as suas unhas com a maior força que poderia ter sobre o tórax nu dele, enquanto ele deslizava as mãos pela sua cintura subindo para os braços.
Eles afastaram buscando o ar.
- Chi! - ele a encarou sabendo que ela queria:
Deu um sorriso ingênuo e voltou a beijá-la no pescoço, enquanto desabotoava com cuidado os botões do seu vestido típico, enquanto ela suspirava já ofegante.
Sabia que ela precisaria do vestido para voltar para casa e como já havia rasgado um, não queria rasgar o outro.
Então vagarosamente ele tirou o vestido e a viu apenas de roupas intimas, passou o seu nariz pela pele dela indo em direção aos seios dela tirando levemente o sutiã passou dedos delicadamente em um deles com carinho vendo os mamilos eriçarem, sorriu e a olhou com carinho.
 Ela estava meio rubra.
- Ah! Chi você é tão linda! - ela desvia o olhar do dele, estava meio envergonhada ainda por causa da idade. - Deixa a vergonha de lado Chi, você não era assim - ele desliza as mãos novamente com delicadeza fazendo as curvas dos seios dela e a ouve gemer  e suspirar. Sentiu os lábios dele pelos seus seios, por sua pele alva, passando as mãos pela sua cintura enquanto seguia com lábios quentes fazendo um trajeto que só ele conhecia.
Chichi sentia cada vez mais perdida naquelas mãos já hábeis pelo tempo que passaram juntos como casal, o sentiu retirar a sua ultima peça intima e deslizar os dedos sentindo-a úmida.
- Hummmm Chi, nem comecei e você já está assim... - ela o viu abaixar a cabeça e acariciar a sua flor com sua língua enquanto ela agarra em seus cabelos o forçando ainda mais.
- AH! Goku... Você é muito pervertido - ele ergueu o rosto e a encarou.
- Vai dizer que você não gosta? - ele tinha aquele jeito dele de sempre.
Ela pulou no pescoço dele e o beijou o virando e ela ficou sobre ele. Usou suas unhas passando pelos seus músculos torneados de uma forma que o provocava.
- É assim mesmo que eu gosto de você Chi... - ele a vê retirar a sua bermuda o deixando completamente nu.
Chichi coloca o seu membro em meio as seus seios e ao mesmo tempo desliza a sua boca no membro dele sentindo o seu esposo gemer enquanto ela lhe dava prazer.
- Ah! Chi... - suas palavras mão saia se sua boca, quando viu a esposa se encaixar nele e começar com a sua dança do amor, já começando a suar.
Goku delirava vendo o rosto da sua esposa enquanto ela cavalgava de uma forma doce e gentil. Ele não resistiu e a virou fazendo com que ela ficasse em cima do musgo úmido sobre as pedras. Agora ele comandar, por que era o que ele mais gostava de fazer na hora de um amor bem feito.
Ora a beijava, ora a acariciava, para senti-la cravar as suas unhas na sua pele dura pelos músculos torneados.  
Ele sentiu a mulher abraçar as suas pernas na cintura dele e cravando as unhas na costa dele ainda mais, como se tentasse perfurar, causando ainda mais prazer nele.
Goku só sentia-se mais perdido com o jeito dela e viu que a mesma sentia o que ele sentia.
Ele percebeu que ela não estava mais chateada, nem nervosa com ele. Pouco a pouco os dois sentiam a intensidade do corpo um do outro, a sincronia que eles tinham um com o outro e Chichi percebeu isso após aquela dança do amor.  Juntos eles finalmente entraram em um clima e êxtase.
Goku a abraçou forte e sussurrou em seu ouvido:
- Sua bobinha! Eu amo você - ele dá aquele sorriso cativante a ela.
Chichi não resiste e abraça-o de volta.
- Esse seu jeito que me conquistou - ela vê ele se deitar ao lado dela e sentir o cheiro de seus cabelos curtos.
Os dois ficam ali mais um pouco juntos, mas Chichi ouve um imenso barulho enorme.
- Haha, acho que o café da manhã já foi - ele roça a nuca.
Chichi não consegue e começa a rir dele.
- Vamos para casa, vou arrumar algo para você comer - ela continua rindo enquanto veste as suas roupas e ele a sua bermuda.
- Isso é ótimo! - ele sorri animado,  pega Chichi no colo e sai voando com ela de volta para casa.
*****
O ser da um novo sorriso ao ver a cena dos dois ali no meio daquela vale, ao ver o momento de amor deles e ele diz ao ver Goku voando com ela no colo.
- Ela é a mais preciosa para você, seria uma pena se ela morresse de infarto fulminante - o ser fala com sigo, mexendo os dedos e entre eles uma luz meio esbranquiçada.  - Quero ver a sua cara de desespero, seu sayajin maldito. Você e seus amigos destruíram a minha família, mas eu vou deixar você aproveitar, mais um pouquinho, pois é fácil manipular o sangue e um coração sofrido como o dela - o sorriso lateral de satisfação surgia nos seus lábios enquanto ele olhava um ponto qualquer no céu.
*****
As aulas terminaram e Goten voava pelo céu sentindo a brisa em seus cabelos e olhando a paisagem que vê lá de cima quando ele ouve.
- Já voltando dá aula? - perguntou Trunks parado no ar enquanto Goten também parava e fica flutuando no ar.
- Ao contrario de uma certa pessoa, eu não sou um gênio e não posso ficar matando aula - falou ironizando e rindo para o amigo.
- Que isso Goten, eu não sou um gênio, apenas herdei os genes da minha mãe.
- E sua mãe é o que?
- Uma gênio.
Eles riem e começa a voar.
-Como eles estão?
- Quem? - Trunks perguntou divertido.
- Seu pai e sua mãe.
- Estão bem, apesar de sempre estar brigando. São dois raivosos, mas do nada, eles já estão de esfregando um no outro, fazer o que, não é? Eles são assim e não vão mudar.  - ele sorri com o romance dos seus pais.
- Como você vê os dois? - perguntou Goten ajeitando o caderno da melhor forma com os seus livros.
- Como assim, Goten? - perguntou o amigo olhando para ele com a sobrancelha erguida.
- Tipo o que você acha dos dois juntos.
- Uai Goten, eles se amam da maneira deles, me acostumei vendo eles se beijarem, ficar nos amassos pelos cantos da casa. Acredita que outro dia quase peguei os dois transando.
- É difícil imaginar - Goten fez uma cara feia.
- Ue Goten por que? - perguntou Trunks meio intrigado. - Eles se amam e são os meus pais - ele olhou para o rapaz e viu o semblante dele mudar.
- Como vê os seus pais? - foi à vez de Trunks perguntar.
- É estranho ver os dois juntos, aliás, eu os vi pouco juntos, mas depois que ele voltou da aldeia do Oob tenho ouvidos sons do quarto deles, nem me deixam dormir, se beijam pela casa, mas nunca os peguei quase transando, acho que eu não aguentaria a cena. - comentou Goten com certo desdém. - Não sei o que meu pai vê na mãe, ela está meio velha e...
- Ei, pode parar - Trunks repreende o amigo. - Eles se gostam Goten, e tenho certeza que aos olhos do seu pai a tia Chichi é uma jovem.
- Não sei Trunks.  - ele olhou para o solo ainda voando. - Minha mãe já falou do meu pai é um desnaturado que não para quieto com ela, e ela já sofreu muito com as idas e vindas dele.
- Pensa bem Goten, nossos pais são sayajins, gostam de lutas e o seu já teve vários inimigos, ele só queria proteger vocês, assim como meu pai se sacrificou naquela luta contra Majin Boo. Você se lembra?
- Sim, como eu podia me esquecer. Ele derrotou agente rapidinho - eles riram juntos.
- Então vai encontrar alguém em especial hoje? - perguntou o jovem de cabelos exóticos.
- Não, vou estudar tenho prova na próxima semana, ao contrário de você eu tenho que estudar - eles riem juntos e Goten se despede do amigo seguindo para sua casa.
Goten suspira e olha a sua casa embaixo de si, prepara para pousar quando ouvi alguns gritos.
- Eu disse para você esperar Son Goku! Olha só o que você fez!
Goten aterrissou e entrou em sua residência e viu o cozido de carne todo no chão, Goku encolhido um pouco e tentando ajudar ela.
- Mas Chi estava tão cheiroso... Eu só queria experimentar! - Goku tentava catar o resto do chão, às vezes lambia os dedos, enquanto ajudava a limpar.
Chichi suspirou fundo e disse:
- SOME DA MINHA COZINHA, AGORA! - ela apontou o dedo para as escadas.
Goku saiu dali rapidamente indo para parte de cima onde esperaria um pouco para que a sua esposa se acalmasse.
Chichi bufou em nervos, sentiu novamente a pontada no coração, tentou respirar devagar enquanto pegava algo para limpar.
-Tudo bem, mamãe? - Goten estava olhando com um sorriso tímido e tentando não rir da cena.
- Sim, só seu pai que me estressa às vezes - ela começa a limpar devagar.
- Se ele te estressa, se ele faz tantas coisas que a senhora não gosta, por que não se separa? - perguntou Goten a encarado.
Chichi ergueu os olhos sem entender e repetiu o que o filho caçula disse:
- Você quer que eu me separe do Goku?
- A senhora só reclama dele, diz que ele parece uma criança. Que ele está sempre a deixando de lado, que não se importa com nada, que nunca trabalhou para colocar comida em casa, que acha que o papai fica com a senhora por causa da promessa que ele fez e...
- JÁ CHEGA GOTEN! - ela derrama lágrimas ao olhá-lo e viu que Goku descia a escadas e conseguiu ouvir um pouco da conversa e um pedaço da cena e pereceu meio triste.
- Goku! - Chichi viu que ele tinha ouvido a conversa dos dois e visto a alteração deles.
- Pai! - ele olha para trás assustado e ouve:
- Olha Goten, eu posso não ter sido um pai presente, posso até ser tudo que a sua mãe diz, eu posso não ter amado a sua mãe de cara, mas fui aprendendo com o tempo. Hoje eu a amo.
- E desde quando sabe o que é amor, pai? - ele perguntou com certa raiva.
- Goten! - Chichi chamou a atenção do rapaz, pois o mesmo estava com os nervos alterados.
- Eu não sei desde quando Goten, mas eu sempre tento proteger vocês, a Terra. - Goku abaixa a cabeça, pois sentiu fundo cada palavra que Goten disse. Foram como facadas enfiadas no seu coração.
Chichi olha os dois, seu coração dói um pouco mais forte e sua respiração fica mais um pouco pesada, mas eles não perceber.
- Se quer extravasar a sua raiva Goten, vamos lá para fora e lutar é a melhor maneira.
- Não posso, eu tenho prova semana que vem - ele olhou o pai de rabo de olho e subiu as escadas.
 - Não liga para ele Goku, ele está na faze da adolescência.
- Não se preocupe Chi, depois eu converso com ele - ele puxou a cadeira e sentou-se olhando para ela, com o braço sobre a mesa e o rosto sobre uma das mãos, os dedos apoiavam- se no rosto a olhando com carinho.

O ser que estava escondido entre os bambus ria divertido e a luz em seus dedos agora estava parada enquanto ele apenas esperava o momento certo de se vingar. 

domingo, 10 de agosto de 2014

Matando a saudade.

Goku olhava as estrelas piscando no céu, seu rosto apoiado sobre uma mão, o cotovelo parado na borda da janela sustentada pela parede separava o quarto do quintal da casa.
Do lado de fora do cômodo os grilos faziam serenata à luz do luar e a brisa fresca balançava as copas das árvores. Do lado de dentro do cômodo, um sayajin pensativo, uma cômoda branca, fotos espalhadas em porta retratos, perfumes, itens de maquiagem e uma cama de casal.
Viajava tanto naquela natureza viva que não percebeu quando a mulher entrou no quarto, fechou a porta e foi vagarosamente até ele abraçando-o por trás.
Goku só olhou depois de sentir os braços dela em volta de si:
- Estava distraído em? – ela o viu olhar para ela e logo em seguida se virando para a pequena.
- Realmente, nem te vi entrar – ele sorriu envolveu seus enormes braços em volta dela. - Eu nem percebi o seu ki.- ele deu um sorriso ingênuo que Chichi tanto gostava.
- Quanto tempo pretende ficar dessa vez? – ela perguntou e passou a mão no tórax nu dele, com carinho enquanto o encarava.
- Bom... Uma pergunta difícil de responder, pois sempre aparece um inimigo, ou alguma coisa e eu bom... Você sabe Chi...
- Tem que bancar o herói do mundo – ela desceu a mão até rente o elástico do calção o vendo dar um suspiro fundo. – Por que eu não me casei com um humano normal? – ela riu e enfiou a mão dentro do calção.
Viu Goku fechar os olhos e puxar o ar, sentiu as mãos delicadas o acariciar de uma forma que ele não sentia há algum tempo, sentiu o seu corpo começar a pedir por ela.
- Talvez por que você gosta de um certo sayajin – ele puxou a mão dela, já meio ofegante e a puxou para perto de si a beijando com volúpia.
Ele procurou os pequenos botões do vestido típico chinês que Chichi gostava de usar, mas não encontrava, acabou o rasgando, enquanto sentia as mãos da mulher passear pela sua costa da forma que ele adorava, sentindo as unhas da mulher massagear a sua pele grossa e cheia de músculos torneados.
Eles afastaram buscando o ar e Goku a olhou de baixo em cima como sempre fazia.
- Se rasgar meus vestidos assim, vou acabar ficando sem eles – ela viu o seu olhar, apesar de ingênuo, sabia que ele a desejava em todos os sentidos.
- Melhor, daí eu não preciso mais rasgá-los – ele a pegou no colo e a colocou na cama, rasgando o resto do que restou do vestido e a viu só de sutiã e calcinha.
Olhou bem aquele corpo que lhe pertencia há tanto tempo e abaixou os lábios no pescoço dela bem lentamente, mordiscando e lambendo, como se marcasse sempre aquele território branco que sempre fora seu.
Desceu pelos ombros até chegar à parte dos seios, sabia que era ali que ela mais gostava de seus carinhos, retirou calmamente o sutiã deixando-os livres para que ele pudesse tocar.
Olhou para ela rosada e com o rosto meio virado e perguntou:
- Por que esta envergonhada, Chi? – a ingenuidade nata dele fazia com que ela deixasse um pouco a vergonha de lado.
- Não sou mais aquela mocinha com quem você se casou, não sou mais bonita como era antes – ela tampou o rosto com as mãos, mas sentiu-o retirar elas delicadamente do seu rosto branco marcado pelo tempo.
- Ora Chi, deixa de bobeira – ele mordeu o dedo dela delicadamente. – Você ainda é linda! – ele olhou bem nos seus olhos e continuou a beijar dedo por dedo das suas mãos, depois os braços, desceu vagarosamente até os seus seios e os tocou com carinho e ternura, dando lhe um imenso prazer, que há algum tempo ela não sentia.
Depois ela sentiu os lábios dele passearem os seus mamilos rosados, sentiu a boca sugar um de seus seios de uma forma que ela não conteve o gemido baixo.
Goku sorriu e depois passou para o outro da mesma forma que ousou no primeiro ele fez no segundo e Chichi soltou mais um gemido.
Ouvir aquilo lhe fazia sentir nas nuvens, no céu, nunca soube descrever ao certo aquelas sensações, mas uma coisa ele sabia, era muito bom. E ele amava, mesmo que algumas vezes ficasse longe dela, ou no outro mundo, mas estar ali ao lado dela naqueles momentos íntimos era como se não existisse mais nada além dos dois.
Soltou-se dos seus seios e foi descendo e acariciando seu ventre, as marcas leves do cesáreo do Goten, até chegar a sua feminilidade.
Ele havia descoberto aquela flor aos cinco meses de casado e nunca mais pode esquecer que aquela flor poderia lhe causar sensações incríveis e que lhe dera dois filhos maravilhosos.
Tocou por cima do fino tecido e viu Chi fechar as pernas meio encabulada.
- Nananinanão mocinha – ele afastou delicadamente as pernas dela deslizou os dedos naquela flor sobre o fino tecido.
-Hum... – ela fechou os olhos e sentiu os dedos grandes dele mover-se delicadamente naquela flor.
Goku retirou o tecido delicadamente pelas pernas dela e viu a sua flor, tão delicada e perfeita, desceu os lábios quentes nela de uma forma que Chichi jamais imaginou. O tempo o tornou experiente, e de certa forma ficar longe dela uns tempos só deixava tudo mais afrodisíaco para ambos.
- Goku... Ham... – ela segurava nos lençóis com os olhos fechados, corada e com o suor já escorrendo pelo o seu corpo.
Goku ergueu-se e a olhou de uma forma que ela jamais imaginou.
- Ah! Chi... Você consegue me deixar tão louco, viu – ela o viu beijar e o seu membro lhe roçar.
Suspirou fundo após ele buscar o ar e encarara meio ofegante.
- Goku! – ela o chamou com o ar entrecortado.
- O que foi Chi? – ele pegou as mãos dela novamente e começou a fazer com que ela tirasse o seu calção.
- Nunca teve vontade de ficar com uma garota mais jovem e mais bonita que eu? – ele parou ergueu a sobrancelha.
- Como assim Chi? – sua cara ingênua, fez Chichi sentar-se a cama de frente a ele e deslizar o calção dele pelas pernas a baixo.
- Ai Goku! Sua ingenuidade me deixa... – ela sentiu o beijo molhado e suas mãos em seu membro já exposto.
- Vai Chi, me deixa mais louco, vai! Usa os seus seios, me acaricia... – ele a pegou no rosto e o fez encarar ele.
Chichi achou melhor não quebrar o clima e fez o que o marido pediu, usou os seus seios colocando o seu membro entre eles, depois usou a sua boca da forma que Goku amava.
- Ah!!! Chi, é assim mesmo que eu gosto – ele ofegava e sentindo as sensações que ela lhe causava, usando aqueles seios macios, suas mãos delicadas e sua boca quente.
Chichi parou por um momento e o olhou de cima em baixo. Sim ele era lindo, sempre fora, mesmo agora ele parecia ter os seus vinte anos, mesmo tendo seus quarenta e nove anos de idade.
E ela estava ficando uma velha carcomida, mas sentir aquele homem com seus braços em volta dela era gratificante, mas ainda o ver desejando-a, com aquela inocência nata e carregada de alegria lhe causava mais vontade de permanecer ali ao lado dele, ela tinha. Ela não podia decepcionar ele, não nesse momento, mas depois falaria com ele sobre ela estar velha e feia.
- O que foi Chi? – ele passou a mão no seu rosto, os dois nus sobre a cama de casal. – Está com saudade do seu super sayajin? – ele já ia se transformar, mas ela o parou colocando a mão no rosto dele também.
- Não! Eu quero o meu Goku, esse aqui na minha frente – ele assentiu com a cabeça, voltou a beijá-la com fervor e a deitou separando as pernas dela com a mão e a penetrou sentindo como se o mundo fosse parar.
- Ah! Chi você é perfeita, sempre – ele começou a mover e ela cravou as unhas em suas costas envolvendo as pernas na cintura dele enquanto ele fazia a sua dança preferida.
Chichi gemia, dizia o seu nome suplicando para que ele continuasse.
Sorriu ao se lembrar da primeira vez dos dois. Ele foi tão desajeitado, os dois sem experiência nenhuma e agora, agora ele a dominava de tal forma que ela quase não aguentava, já que o seu pique não era como antes, mas mesmo assim ela gostava de dar prazer a ele, e gostava de senti-lo de todas as formas possíveis.
Logo os dois entraram em um clima e êxtase juntos.
 Goku a abraçou tentando acalmar o seu próprio corpo e o dela que estava trêmulo em seus braços e disse:
- Senti a sua falta!– ele a beijou docemente ainda tentando acalmar seu corpo suado.
- Sentiu nada – ela ofegava enquanto ele a matinha perto de si. – Você não está nem ai para mim.
Goku soltou levemente e saiu de dentro dela, deitou ao seu lado e a puxou para si colocando as suas narinas entre o seu ombro, fechou os olhos sentindo cheiro do suor dela. Ah! Ele sempre gostou de sentir aquele cheiro quando terminava a sua intimidade com ela.
- Não diga o que não sabe – a voz saiu ofuscada pela pele dela, suas mãos em volta da sua cintura.
- Claro que sei! Sei tanto que você disse que eu não era mais tão bonita para o Vegeta, quando ofereceu a Bulma ao Daikaioshin.
Ele afastou o seu rosto do ombro dela e a encarou de uma forma que Chichi entendeu seus olhos brilhando como as estrelas no céu escuro e ouviu:
- Acha mesmo que eu ia deixar você sair com aquela copia do mestre Kame? - e antes mesmo que ela respondesse a ele. - Nem em sonho! – ele voltou a colocar o queixo no meio do ombro entre o pescoço.
Chichi sorriu, nunca imaginou um Goku com ciúmes dela, mas agora ele parecia mesmo gostar dela.
Sentiu Goku beijar o pescoço dela novamente a fazendo Chichi arrepiar.
- Goku por hoje chega. Eu estou exausta.
- Hãm? – ele a olhou para ela novamente. – Nem vai querer o super sayajin? – ele não entendia.
- Não Goku! Eu não sou mais jovem como antes e não tenho disposição de continuar.
- Mas Chi eu...
- Goku!
- Oi!
- Entenda, eu não consigo mais seguir o seu ritmo. – ela deitou-se virando de costa para ele.
- Mas da outra vez que eu vim da casa do Oob para ti ver, nós ficamos nos amando muitas e muitas vezes e...
- Goku, chega. Ok. Eu estou cansada, já é tarde, amanhã tenho que acordar cedo e faze café para o Goten ir para faculdade,  para ti com esse estômago sem fundo.
Goku suspirou fundo a puxou com os braços em sua cintura e enfiou o queixo no seu ombro.
- Chi, você não está velha assim, pelo contrario, estava maravilhosa e linda! – ele suspirou o ar com os olhos fechados.
- Goku, o que vai fazer quando eu ficar velha, com cabelos brancos, enrugada?
-Ue, eu continuar junto de você, mesmo velhinha – ele ainda ficava do mesmo modo, gostava de ficar assim depois de um amor bem feito.
Ela sorriu com aquele comentário.
- Goku, nunca teve vontade de fazer o que agente fez com outra garota?
- Hum, Hum.- ele negou. – Por que esta me perguntando isso, Chi?
- Goku você viajou para Namekusei, ficou um ano em outro planeta, depois foi para aldeia do Oob onde devia ter mocinhas lindas e morenas te querendo, já que tem essa jovialidade toda, é lindo, gostoso e forte.
Goku suspirou fundo a aconchegou mais próximo de si com cuidado.
- Mas você mesma disse que se eu desejasse outra mulher eu iria estar te traindo, não foi?
- Sim, mas agora eu estou com rugas, meu corpo não é mais o mesmo, não tenho o mesmo pique que você e...
- Ei! Shiuuu! – ele a silenciou com um beijo. – Pare já de ficar me comparando com você Chi, e pare já de se sentir velha. Você sempre será a minha Chi, entendeu bem – ele a beijou de uma forma terna e se afastou. – Agora descanse – ele passou a mão no rosto dela com carinho e já ia voltar para a sua posição de antes.
- Onde o meu super sayajin pensa que vai? – a voz dela soou com a voz maliciosa, pois sabia que ele queria mais, sabia que com ele loiro era muito melhor então ela voltou a provocar ele e sentiu algumas palavras em seu ouvido:
- Posso não ser o sayajin perfeito, nem o terráqueo que você sempre quis, mas eu a amo do jeito que você sempre foi e é.
Chichi não resistiu àquelas palavras e o encarou com algumas lágrimas nos olhos.
- Goku – ela sorriu e eles começaram a se amar novamente, agora com ele na forma de super sayajin causando-lhe sensações que ela adorava.
Mas uma vez eles entraram em um clima e êxtase juntos e já era madrugada quando o casal finalmente adormeceu, ele sentindo o cheiro dela e ele com os braços dele em volta da sua cintura como sinal de posse.

Distante dali um ser murmurava um cântico, como se fosse uma maldição onde ele poderia controlar os impulsos sanguíneos, logo, logo o dia da sua vingança chegaria, mas esperaria pacientemente para o bote na hora certa.