segunda-feira, 20 de julho de 2015

Capitulo único.


Yajirobi estava olhando de cima da torre Karin, onde nada acontecia, as moscas apenas voavam em sua volta e ele abanava enquanto a monotonia na Terra lhe dava um desanimo e um tédio danado. Olhando para baixo e comendo as sementes dos deuses, bocejando sem parar enquanto mascava algumas sementes dos deuses para depois resolver deixá-las de lado e caminhar dentro da redoma a procura do gatinho, que era seu mestre e amigo, porém não o encontrou.
Sentiu a falta do mesmo, pois ele sempre estava em sua volta brigando com ele por estar comendo as preciosas sementes que serviam para ajudar os guerreiros z quando estavam em apuros.
Sorriu ao ver que o mestre Karin não estava lá e para passar o tédio impregnado nas suas banhas resolveu dar uma volta pela redoma, olhar os quartos que eram sempre todos bem trancados. Yajirobi nunca soube o que havia ali dentro dos quartos, ou os segredos que o gatinho branco escondia dentro de cada um deles.
Ao passar tentando abrir porta por porta onde até o momento não tinha tido nenhum resultado da possibilidade de poder matar a sua curiosidade e ao mesmo tempo o seu tédio de ficar ali sem fazer nada, não estava dando um resultado agradável até o momento.
Depois de muito tentar Yajirobi finalmente girou a maçaneta e sentiu que a porta ia se abrir. Feliz da vida o gordinho empurrou a porta e entrou olhando o local que ia clareando lentamente conforme ele abria ainda mais a porta dando-lhe passagem. Olhou para baixo havia uma pequena escada e estava um pouco escuro, era como se houvesse algo que ele não pudesse ver. Parecia que sua visão não via o que tinha em baixo, pois a luz não chegava até o local.
Procurou o interruptor pela parede próxima a porta, mas não encontrou. Tomado de toda pouca coragem que ele tem, desceu o primeiro degrau se lembrando de seus pequenos atos heroicos que passou com os guerreiros z. Lembrou-se da primeira vez que desceu até um local dentro do próprio templo para ajudar o Goku a buscar a água sagrada, onde passaram por várias aventuras e testes para conseguira preciosa água. Deu outro sorriso ao lembrar-se daquela época que ele nem sabia como se enchia de coragem e ter alguns raros momentos de glória.
No terceiro degrau o gordinho ouviu a porta se fechar, apavorado correu voltando à porta, porém ao tentar abrir não conseguiu, pois a mesma não tinha uma maçaneta para o lado de dentro.
Yajirobi puxou a sua espada e tentou cortar a porta, mas nada, olhou para baixo e não via nem a sua mão diante de seus olhos apavorados se lembrou de quando cortou o rabo do sayajin e fugiu dali o mais rápido que pode enquanto tentava abria a porta a cortando.
"Será que o Vegeta sabe que fui eu quem cortou a cauda dele?" Se perguntou enquanto olhava para onde ele não enxergava nadica de nada.
Yajirobi tremeu inteiro ao se perguntar da cauda do sayajin marrento, pois se ele soubesse com certeza o mesmo não estaria ali se aventurando na sua pouca coragem de bisbilhotar os quartos da torre Karin.
Goku sempre o metia em confusão, ele sempre tinha segundos de atos heroicos ajudando os guerreiros z com sementes dos deuses ou até mesmo ajudando na luta.
– Não adianta tentar a porta não abre por dentro - uma voz suave soou e o gordinho estacou, parou imóvel, sem mexer um milímetro dedo mínimo da mão.
– Quem... Está aí? - ele gaguejou tremendo como uma vara verde, mas dessa vez não obteve resposta.
Yadirobi respirou fundo e tirou sua rara coragem para fora, resolveu ir passando o pé bem devagar degrau por degrau, sentindo a parede com a mão e o relevo da escada com o é e seu chinelo, pé por pé tentando achar uma saída, quando viu uma áurea clarear o local.
Assustou-se com o clarão, saiu correndo para parede que já conseguia visualizar um pouco o local com a claridade. Ele fechou os olhos e começou a rezar, pois suas pernas já não lhe obedeciam mais, seu corpo não se movia mais e ele começava a se arrepender de sair da sua monotonia e matar a sua curiosidade de conhecer melhor os quartos misteriosos da torre Karin.
– Não precisa temer - a voz suave foi aproximando junto com a claridade. - Não lhe farei mal - a calma que a voz passava deixou o gordinho um pouco mais tranquilo e ele foi abrindo um dos olhos bem pouquinho.
– Seja lá quem é você? Eu aviso que não tenho um gosto bom - ele disse tentando achar a sua espada na sua cintura, ainda com um dos olhos fechados e um dos olhos mal abertos.
Kibitoshin não aguentou e sorriu dele ainda iluminando o local com sua energia para dar a visibilidade das paredes em terra, como se tivesse cavado um túnel em volta, o chão era de concreto e a única porta que havia era a que o gordinho havia entrando.
Yajirobi finalmente abriu um dos olhos olhando o ser que ria diante de si, e viu ele de cabelos brancos e compridos, vestes que lembravam um pouco as indianas e um par de brincos nas orelhas.
– Não vai mesmo me comer, certo? - ele já começou a abrir o outro olho.
– Infelizmente não acho o gosto dos terráqueos apropriado para o meu paladar de um deus.
Yajirobi arregalou os olhos espantados para o deus.
– O que um deus faz em um buraco como esse em plena a torre Karin? - ele perguntou ainda com a voz meio trêmula observando para ver se ele não ia realmente comer, ou fazer alguma coisa com ele, pois por mais que ele fosse amigo do Goku ele era um terráqueo que tinha uma espada e que não tinha chance alguma com um inimigo muito mais poderoso que ele.
– Eu estava treinando no outro mundo o meu tele transporte para espaços mais fechados, mas quando me tele portei de novo parei aqui, tentei sair, mas o meu teletransporte não dava certo aqui. Aqui parece ser uma sala que não dá para usar poder o poder do ki, então fiquei esperando até você aparecer, mas por algum motivo que desconhecemos a porta se fechou enquanto você entrava. Além do mais eu tentei abri-la, mas ela não abre por dentro, me parece que é só por fora. Já que foi assim que você entrou.
– O QUE? - ele colocou as mãos no seu cabelo negro e comprido completamente desesperado. - Nós vamos ficar presos aqui, eu e você?
– Olha o respeito rapaz, eu sou um deus.
– Que se dane você ser um deus, ou o bispo ou sei lá o que. Eu vou morrer de fome se ficar aqui preso esperando alguém - ele andava de um lado para o outro quando sentiu o local cair um pouco de terra. Yajirobi se encolheu em um canto e ouviu o deus dizer.
– Admira-se você ter ajudado o senhor Goku em algumas coisas com essa covardia toda aí.
– Olha aqui seu deus de meia tigela, eu não sou covarde, sou apenas precavido e gosto muito da minha vida - ele encara o deus esquecendo-se do seu medo por alguns minutos. - Esperai... Como você conhece o Goku? - ele perguntou erguendo a sobrancelha.
– Eu emprestei o meu planeta supremo para ele e o senhor Vegeta derrotarem o Majin Boo - Yagirobi abriu a boca em admiração.
– Porém você dependeu dos meus amigos para acabar com aquele gordo cor de rosa, achei que deuses eram mais fortes.
– Olha aqui seu covarde de meia tigela, caso você não saiba temos uma hierarquia de deuses e não sou forte como a raça sayajin, porém existem deuses mais fortes que o senhor Vegeta e o senhor Goku juntos no universo - ele tentou voltar a sua calma habitual.
– Nossa - ele ficou boquiaberto quando ouviu um barulho mais ao fundo, era tipo um rosnado e então ele viu um cão gigantesco com duas cabeças babando pela boca e olhando para ele.
– Se...nhor... Deus - apontou para o cachorro atrás do Kibitoshin e saiu vagarosamente subindo as escadas já que dava para ver graças à áurea do deus.
Kibitoshin olhou para trás e viu o imenso cachorro e quando olhou para o gordinho novamente o viu esmurrando a porta e porta e pedindo socorro.
Kibitoshin sentiu a gosma cair em cima de seus cabelos, passou a mão e viu a baba do cachorro pingar de seus dedos, fez cara de nojo e pensou que poderia acabar com aquele cachorro em instantes se o seu ki saísse do seu corpo e não servir para ser um tipo de luminária do local, mas por algum motivo os seus poderes de deus não estavam funcionando naquele ambiente com um cachorro gigante, nervoso e babão.
O Kibitoshin subiu os degraus rapidamente, pois havia percebido que também estava em maus lençóis.
– Senhor deus faça alguma coisa, ou vamos ser comidos e meu gosto não é bom - Yajirobi batia na porta do lado de dentro, tentava a espada, mas nada a porta permanecia trancada.
– Já disse meus poderes de deus não funcionam aqui nessa sala, ou seja, lá o que for isso.
– E essa claridade toda aí que você está emanando.
– Não passa disso - ele estava começando a ficar desesperado já que o cachorro gigante já aproximava deles rosnando.
Yadijobi havia desistido de gritar e tentar abrir a porta, agora unia as mãos e de olhos fechados rezava a Kami-sama que os ajudasse, já que ele não queria ser o alimento do cãozinho.
Kibitoshin batia na porta desesperado vendo se alguém abria, já que seus poderes de deus não estavam funcionando e ele não ia usar a sua força contra o pobre animal.
Os dois viram o cachorro ficar cada vez mais perto dos dois, que estavam perto da porta e gritavam com todo o fôlego para alguém vim salvar eles. Foi quando o barulho da maçaneta chamou a atenção deles e a porta se abriu para o lado de fora fazendo com que os dois caíssem no chão do templo.
Yajirobi se levantou rapidamente, olhou para o gatinho e disse:
– Como você deixa um cachorro desse tamanho preso em um quarto fechado assim? - sumiu de suas vistas sem deixar pista.
Karin olhou o deus deitado no chão com um sorriso sem graça o olhando e ouviu dizer:
– O que vocês faziam aí com o meu Tob - ele entra e faz carinho no cachorro gigante.
– Como um gato como senhor pode ter um cachorro de estimação?
– Eu não sou um gato qualquer, eu sou um mestre e posso ensinar qualquer ser bons modos, tirando o Yadirobi - ele riu viu o cachorro latir e abanar o rabo feliz. - Mas o senhor ainda não me disse o que fazia aí dentro - o gatinho sabia quem ele era.
– Eu estava treinando o meu tele transporte para lugares fechados, então parei aqui, porém não consegui sair, parece que essa sala tem alguma coisa que impede de liberar o ki.
– A sim é o Tob, ele tem uma coleira inibidora de ki e quem tiver por perto dele não consegue usar - o gatinho sorriu ao deus e mesmo se levantou deu um sorriso sem graça e se tele portou para o seu mundo.
"Como um gato pode ter um cachorro de estimação e com uma coleira inibidora de Ki"? Ele ficou se perguntando indo descansar um pouco daquela bagunça toda que havia envolvido.
Kibitoshin pensava evitar a Terra por que ali tinha cada um mais estranho que o outro.
Já Yadirobi voava em uma nave o mais rápido possível tentando tirar a imagem de ser comigo por um cachorro gigante ao lado de um deus maluco que conhecia o Goku.
"Mesmo longe o Goku ainda arruma encrenca para mim. A mais quando o ver, ele vai ouvir muito, há se vai". O gordinho ia a toda a velocidade tentando esquecer o seu dia que havia deixado de ser monótono, para envolver-se com um deus em uma aventura em uma sala do templo de Karin com um cachorro gigante de duas cabeças.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

A luta

Chichi voltou novamente até onde Goku estava e o viu dormindo ali no meio daquela calma.
- Como ele consegue, acabou de acordar - ela sorri e cutuca-o com o pé.
- Acorda preguiçoso, você vai me levar na casa da Bulma.
Goku se mexeu um pouco, abriu os olhos lentamente e viu a morena com suas roupas azuis e vermelhas chinesas, de cabelos amarrados e com a sapatilha. Era a roupa dela de luta.
Suspirou fundo se levantou e a agarrou pela cintura trazendo para perto de si.
- Voando ou tele transporte?
- Tele transporte - ela estava ansiosa, o que fez Goku não gostar muito.
Goku levou os dois dedos a testa e concentrou-se no ki de Vegeta e Bulma.
Goku apareceu de frente ao casal fazendo Bulma se assustar.
- Continua mal educado como sempre - ela protestou de cara feia.
- Desculpe - ele esfregou a nuca e soltou Chichi.
- Olha só! A cafona veio mesmo - Vegeta a olhou e viu a determinação nos olhos dela.
- Ainda não entendo por que quer lutar com a Chichi Vegeta, ela é uma guerreira, mas não é poderosa como vocês e...
- Eu sei Bulma, mas será interessante saber o que a esposa do Kakarotto aprendeu no outro mundo - ele sorriu de lado  olhou novamente para a mulher de seu amigo. - Me acompanhe cafona.
- Vegeta...
- O que é verme insolente.
- Não machuque a Chichi - ele falou preocupado.
- Prometo não deixar ela muito machucada, Kakarotto - e riu o vendo fechar o semblante quase indo para cima dele de raiva.
Goku viu os dois entrarem pelo corredor e ficou apreensivo.
- Vai dar tudo certo amigo - Bulma tentava amenizar a agonia dele, mas ela também estava preocupada.
*****
Vegeta caminhou até á maquina de gravidade e aumentou para dez.
- Creio que tenha treinado na gravidade dez vezes maior que a Terra.
- Sim - ela respondeu sentindo o corpo pesar.
- Ótimo - ele se colocou em posição de luta e ela também.
Chamou com a mão com aquele sorriso lateral dele.
Chichi partiu para cima dele com toda a velocidade que podia alçar dando chutes e socos bem centrados.
Mesmo defendendo Vegeta se sentiu satisfeito com o porte dela, agora ele entendia por que Kakarotto morria por ela.
Ela era uma guerreira nata, lembrava muito as sayajins do seu planeta pelos cabelos pretos, pele branca só faltou à cauda.
Ele sentia socos e chutes deferidos a ele, ela parecia tentar achar uma brecha, mas ele tinha o mesmo modo do seu marido quando fez um pequeno treinamento com ela. Foi ai que ela entendeu o que ele queria lhe mostrar. Sorriu gostando da sensação.
Afastou-se um pouco e escutou o sayajin marrento.
- Já cansou, cafona? - ele partiu para cima dela em ataques corpo a corpo enquanto ela também se defendia, porém sabia que ele não usava nem um quarto do seu poder com ela, pois se usasse a mandaria longe.
Ela sorriu, o encarou de uma forma séria e passou os punhos em meio os braços dele dando um soco e jogando ele um pouco mais distante.
- Ora, ora, conseguiu me acertar - ele se levantou fez o vento soprar só com o braço a mandando contra a parede da sala gravitacional.
Chichi bateu com as costas na parede, caiu no chão, gritou em dor, mas ergueu furiosa.
Juntou as mãos e lançou energia em direção a ele.
- Ela aprendeu soltar energia - ele riu sarcástico. - Mas ainda não está bom e assim que se solta energia.
Ele lançou em direção a ela e Chichi tentou bloquear com os braços, porém não conseguiu muito, sentiu os braços queimando tirou os da frente e foi lançada novamente caindo no chão.
Gemeu baixo, se ergueu sentiu o gosto de sangue na boca passou a mão, viu o sangue em seus braços, pois não esperava que ele usasse uma energia assim.
- Acho que os deuses foram moles de mais com você - ele riu, viu que ela havia se ferido um pouco, mas viu a determinação nos olhos dela.
Ela partiu para cima dele com chutes, socos, mas nenhum o acertava, ela parecia se perder na raiva.
Sentiu-o acertar ela, jogar para longe de novo, sentiu seu corpo no chão. Levantou-se com certa dificuldade, olhou vendo a imagem do sayajin embaçada diante de si.
Vegeta foi até a maquina, desligou a gravidade.
- Parabéns cafona, você pode lutar ao nosso lado, só não sei se sobrevive - ele foi caminhando para a porta.
- Não terminamos ainda - ela o encara de forma determinada.
Vegeta viu nela uma sayajin de sangue puro num corpo de uma terráquea.
 - Se você se machucar mais, vou ter que lutar contra Kakarotto com todas as minhas forças e acho que você não vai querer isso, vai? - ele saiu da sala e ela saiu logo atrás. - Mas admito, você conseguiu manter uma luta razoável comigo - ele riu sarcástico. - Porém seu eu usar todos os meus poderes  - ele  deu um sorriso lateral a deixou ali e foi para o seu quarto.
Goku viu Chichi aparecer, correu até ela e abraçou.
- Ai! Goku não aperte muito.
- Ele te machucou? - ele perguntou preocupado.
- Só uns amassados e um corte - ela mostrou a boca.
- Eu vou... - ela o parou.
- Eu aceitei o desafio, também tenho que aceitar as consequências - ela deu um sorriso sentindo dor. - Vamos a um hospital - ela o viu pegar ela no colo e a levando para o hospital, nem se despediram da amiga, já que Goku estava preocupado com ela.
Goku a levou ao hospital, mas não acharam nada quebrado, apenas alguns hematomas e roxos.
Goku a levou para casa e a deitou no cochão delicadamente.
Ela olhou para ele  com carinho.
- Eu treinei para ajudar você em suas missões, mas vi que ainda estou longe de ter o mesmo nível que vocês, então Goku pode me treinar - ela o encarava sério.
- Chi, você não é uma sayajin e...
- Eu sei, mesmo assim de agora em diante eu quero estar ao seu lado até nas lutas.
Goku sorriu, tocou-lhe os lábios delicadamente para não machucar mais e deu-lhe um beijo terno.
Estava orgulhoso dela, sabia que ela poderia ajudar algum dia, mas temia em pensar em vê-la morta de novo, porém ele sabia que não podia interferir. Afinal ele sempre levou a vida dele do jeito dele, não podia proibir a esposa, a mulher que sempre o fez feliz.
Sorriu acariciou os cabelos negros e ficou vigiando o seu descanso depois de um pequeno treino com Vegeta.
Nada podia mudar.  Nada podia tirar ela dele novamente,  pelo ao menos agora não.
Chichi voltara do outro mundo, mas para ficar mais ainda no seu coração, e com certeza estava conseguindo, ainda mais depois de tudo, ela ficaria eternamente dentro do seu coração.
****
Yana havia chorado horrores por ter visto o seu herói com a esposa, pois sabia que com ele não teria mais chance alguma, porém se lembrou de um rapaz. Sim ele lembrava bem o pai, era solteiro e muito bonito, talvez pudesse tentar alguma coisa com ele, afinal poderia ficar na mesma família.
Ela se arrumou toda, e foi dar uma volta perto da faculdade onde ele estudava, afinal já tinha ouvido algumas vezes ele falar onde estudava.
Ficou ali por perto e esperou até vê-lo, e logo ela o viu.
- Goten! - ela acenou e ele a olhou.
- Olá Yana, quanto tempo! - ele sorriu a garota o mesmo sorriso do pai. - O que faz aqui?
- Eu estava dando uma volta, então me lembrei que você estudava aqui - ela deu um sorriso tímido a ele.
- Legal - ele olhou e viu a garota se aproximar.
- Demorei muito Goten?
- Não Parz - ele deu um beijo nela.
Yana suspirou fundo e pensou realmente não tinha sorte com aquela família, discretamente e disse:
- Foi bom te ver Goten - ela se despediu e o deixou ali.
Parz perguntou quem era e ele contou, eles saíram conversando.
Yana andava cabisbaixa, quando deu de cara com um rapaz trombando com ele.
- Me desculpe eu estava distraída - ela o olhou e viu ele lindo, cabelos ruivos, olhos verdes e um pouco rubro.
- Eu que peço - ele ficou meio tímido, mas começou a conversar com ela já que tinha sido uma trombada,
Bom era um começo, talvez Yana esquecesse tudo que aconteceu com ela e a família Son, Talvez um amor surgisse desse encontro, talvez sua vida tivesse um final feliz de agora em diante.

Fim. 

sábado, 31 de janeiro de 2015

Reencontro.


Ficaram assim alguns minutos sentindo o abraço uma da outra.
Bulma a soltou e afastou dela.
- Você está linda amiga, o outro mundo te fez muito bem.
- Oh! Você nem imagina o quanto - ela sorri.
- Vamos nos sentar - Bulma mostrou o sofá a ela e a Goku.
- Eu vou deixar vocês conversando e vou dar um oi para o Vegeta - ele deu um sorriso bobo e saiu dali.
- Esse nunca muda.
- Verdade - concordou a morena.
- Mas me diga como conseguiu ressuscitar e como rejuveneseu tanto? - Bulma estava curiosa.
Então Chichi começou a contar todo o processo de sua ressurreição.
- Bom ser a esposa do homem mais forte do universo tem suas vantagens - ela respondeu depois de contar sobre sua ressrreição.
*****
Goku já batia a porta da sala gravitacional e Vegeta abriu, sabia que era ele.
- Começou a ficar educado do nada, Kakarotto? - seu mau humor era visível.
- Se eu entro com o meu tele transporte na sala você reclama, se eu bato você reclama, ai complica Vegeta - ele deu um sorriso amarelo a ele.
- Arg! - ele bufou. - O que quer? - virou de costas a ele e foi treinar solitariamente. - Está muito arrumado para ter vindo treinar - ele dava chutes e socos no ar.
- Só estou passando o tempo, já que...
- A cafona está conversando com a Bulma - ele olhou e deu um sorriso lateral dando mais uns socos no ar.
- Como ela fez para voltar à vida? - ele perguntou e parou o seu treinamento, caminhou ate ele.
Então Goku lhe disse como foi e que ela se arriscou muito.
- È Kakarotto,  eu admito, a cafona e bem corajosa - ele colocou a mão no ombro dele. Tanto que voltou com um ki bem mais elevado do que ela foi para o outro mundo. - Vegeta o encarou sério  e com sua cara de poucos amigos. - Ela foi espeta, treinou no outro mundo do mesmo modo que você... Achei que ela fosse uma cafona chata, que mimava muitos os macaquinhos terceira classe, mas ela me surpreendeu - ele sorriu de canto.
- Eu percebi isso Vegeta - Goku sorriu, enfiou as mãos nos bolsos de um modo impaciente. - Estou muito ansioso para saber o que ela aprendeu no outro mundo, com o senhor Kaioh, com o Kibitoshin - ele abaixou a cabeça e olhou o amigo.
- Humpf - ele cruzou os braços de modo imponente.
- Eu sei que você também quer medir forças com ela - ele olhou o sayajin mais baixo. - Seu modo já diz tudo.
- Você me conhece bem é claro que eu mediria forças com ela. Sou um sayajin de sangue nobre e adoro uma batalha. - ele afastou dele. - Assim que medir a suas forças com ela, diga que eu também quero passar um tempinho com ela aqui - ele viu Goku fechar a cara para ele.
- Não se preocupe, eu a deixarei viva para você cumprir o seu papel - ele sorriu saiu para ver a mulher mais de perto.
Goku o acompanhou até a sala e viu a morena conversando com a Bulma. Goku chegou logo em seguida, fazendo as duas olhar os dois.
- Olá Vegeta, tudo bem? - Cumprimentou a morena.
- Estou - respondeu seco, virou-se para o sayajin mais alto ao seu lado e disse em bom tom. - A cafona não está cafona mais Kakarotto - ele a encarou e viu-a fechar a cara a ele.
- Cara feia para mim é fome - ele a olhava de uma forma que Bulma não gostou e Vegeta viu. - Ser a mulher do sayajin mais idiota do universo teve algumas prioridades - ele aproximou dela e Bulma não gostou da forma que Vegeta aproximou dela. - Vejo que treinou duro, para quem odiava que os filhos lutassem, ou fossem rebeldes sem causas. O que levou você a isso? - ele perguntou intrigado.
Chichi se levantou e foi para perto do marido e com cara de poucos amigos ela respondeu a altura.
- Para ajudar o Goku nas missões dele, além do mais, meus filhos tem um legado a carregar, eu não ligo mais para o que eles façam ou deixam de fazer.
Vegeta sorriu um sorriso de canto, sentou-se ao lado da Bulma e passou as mãos pelos ombros dela.
- Sua amiga voltou bem diferente Bulma - ele passou o nariz a provocando enquanto os dois olhavam. - Adoraria passar um tempo com a cafona na sala gravitacional - ele se levantou e saiu os deixando ali.
- O que ele quis dizer com isso Chichi? - ela encarou o casal a sua frente.
Então Chichi se sentou novamente e contou a ela e ao Goku tudo que fez no outro mundo.
- Desculpa Bulma, eu já tenho o meu marido e o amo muito, mas sabe como o seu é orgulhoso então eu terei que mostrar a ele o que aprendi, mas terá que ser em outra ora. - Ela sorriu meigo a amiga.
- Tudo bem - ela sorriu meio sem jeito.
- Vamos meu amor, ainda quero passar o resto do dia com você.
- Claro Chichi - ele pegou na mão dela, se despediram de Bulma e saíram pelo portão.
Bulma suspirou fundo olhando todos os lados tentando entender o que foi aquilo e bom deus os ombros e foi para o seu laboratório.
****
Goku já passeava com sua esposa pelo shopping, estava adorando passar um dia só com ela, se divertia rindo como uma criança.
Chichi balançava a cabeça em um gesto de não enquanto sorria vendo ele a puxar pela mão, distraído.
- Goku cuidado - ele esbarrou em alguém e a segurou para não cair, quando olhou para ela.
- Yana! - ele a soltou e viu a moça olhar de uma forma penetrante, seu coração disparou como se fosse um tambor.
"Por que no dia que eu resolvo a sair eu tenho que dar de cara com ele". - ela pensa saindo de seus pensamentos.
- Você está bem? - Chichi coloca a mão no ombro dela, mas quando a garota se vira vê Chichi.
Ela queria sair dali correndo, queria sair no meio dos dois e viu a irmã se aproximar.
- Yana, está tudo bem? - Yuna vê o casal diante de seus olhos.
- Sim - ela olhou para irmã que viu o homem parado a olhando.
- Essa é a minha esposa Chichi - ele apresentou meio sem jeito.
- Muito prazer, senhorita - Yana a conhecia, pois quando estava morta ela apareceu para ela.
- O prazer é todo meu Yana - ela sorriu um sorriso sínico e disse com todas as letras. - Agradeço por deixar o meu marido ainda melhor na cama.
Yana engoliu seco com a provocação e viu a irmã a chamar.
- Vamos Yana, temos que ir.
- Sim - ela disse meio automática enquanto  olhou a ultima vez para Goku.
Sabia que nunca mais o teria de volta, sabia que o seu coração era traiçoeiro, pois ela queria deixar de gostar dele, mas ao vê-lo ela só sentiu mais vontade de abraçá-lo e sentir os braços enormes dele em volta dela, mas agora, agora acabou, nem isso ela teria, nunca teve, pois ele tinha a esposa de volta. Como ela não sabia, mas sabia que aquele pessoal estranho o suficiente para coisas milagrosas acontecerem.
Nunca soube ao certo, mas sabia que tudo ali tinha algo misterioso e meio mágico para ela...
Goku também olhou como se sentisse algo vindo dela, mas não conseguiu decifrar.
- Gorilinha fofo! - ela o chamou e ele olhou novamente para ela, sentiu seu estomago roncar.
- Vamos comer alguma coisa - ele sorriu sem jeito saido de seus pensamentos.
- Ainda gosta dela? - ela apontou para o ponto vazio, sentindo uma ponta de ciúmes e com uma cara de poucos amigos.
- Não, eu amo você, mas senti algo estranho como se tivesse ficado vestígios de uma energia nela.
Chichi sentou-se com ele na lanchonete e suspirou fundo pensou se contaria ou não a ele, pois ela sabia de tudo do outro mundo, porém achou melhor dizer.
- Ela ficou grávida de você - ela contou de supetão.
 Goku arregalou os olhos para ela.
- Mas eu me preveni... Eu... Eu... - ele quase se desesperou.
- Calma... - ela colocou a mão em cima das mãos dele. -  Eu vi lá do outro mundo... - ela tentava o acalmar. - Ela perdeu o bebê.
- Hãm! - ele não entendeu.
-  O corpo  do bebê não resistiu ao dna humano, seu sangue se chocou com o dela, causando uma rejeição. Então o corpo dela rejeitou o bebê meio sayajin...
- Mas você nuca teve problemas com os nossos filhos... - ele estava mais calmo.
- Não, mas vai da reação de cada organismo, por exemplo, Bulma passou muito mal e quase perdeu o Trunks, mas mesmo turrão Vegeta foi lá e ajudou ela com o sangue dele, foi onde o salvou.
- Ela devia ter vindo me procurar, me contar... - ele ficou meio triste, afinal era o seu filho.
- Você terminou com ela, e ela é muito mais orgulhosa que o Vegeta. Ela chegou a pedir a irmã para não te procurar.
Goku sorriu a ela de uma forma meiga e disse:
- Eu entendi - ele olhou o sanduiche  e o pegou o levando a boca, mas parou. - Você é mais especial do que eu pensei... - ele enfiou um pedaço de sanduiche na boca.
- Talvez por eu ser uma lutadora de artes marciais não tive problemas com os meninos.
- Pode ser - ele disse engolindo o pedaço do sanduiche.
Ficaram ali mais um pouco e mais tarde voltaram para casa.
*******
O dia amanhecia lindo e ensolarado e Goku desperta lentamente com o cheiro da comida que vinha da cozinha, sorriu, vestiu o seu dojin e foi para tomar o café da manhã, desceu e viu Goten já comendo.
- Bom dia pai! - ele sorriu ao pai.
- Ótimo dia filho.  
- Se percebe - ele sorri e leva a xícara de café a boca.
Chichi foi colocar uns bolos sobre a mesa.
- Chi, você vai mesmo aceitar o desafio do Vegeta?
- Claro meu gorilinha fofo.
Ele fechou o cenho e a encarou.
- Sabe que não será nada fácil lutar com ele, Chi.
Goten cuspiu o café sobre a mesa quase engasgando e olhou bem para mãe.
- Vai lutar com o tio Vegeta? - ele perguntou tentando melhorar a garganta com o quase engasgo.
- Vou sim - ela estava convicta.
Ele começou a rir feito um maluco.
- Qual a graça Goten? - ela perguntou irritada o olhando fundo nos olhos dele.
Goten engoliu seco e viu que mãe falava sério, então ele pegou um pedaço de bolo e enfiou na boca para não dizer mais nada.
Goku terminou de comer, se levantou e foi até ela.
- Me acompanhe - ele saiu pela porta e Chichi não quis contrariar ele e o acompanhou.
Goku parou um pouco a frente da sua casa e se colocou em posição de luta.
-  Me ataque - ele olhou para ela determinado.
Chichi deu um sorriso animado e partiu para cima dele com socos e chutes, mas como sempre Goku sempre defendia com maestria cada ataque dela, enquanto ela aumentava a velocidade tentando o fazer abrir uma brecha, mas nada.
Ela parou, encarou-o de uma forma séria, lembrou-se do dia que ela lutou com ele no torneio de artes marciais, sabia que ele e o Vegeta eram mais fortes que ela, mas ela não ia deixar barato, pois ela treinou duro no outro mundo, aprendeu muitas coisas inclusive a liberar energia.
Ela colocou as mãos de uma forma diferente da dele e liberou uma energia lançando em direção a ele.
Goku se admirou, não sabia que ela tinha aprendido liberar energia, sentiu-se orgulhoso por ela, mas apenas elevou um pouco mais o ki e rebateu a energia para longe.
Chichi bufou em raiva e tentou de novo. Goku a impediu novamente.
Ela partiu então com golpes e mais golpes sobre ele, mas ele defendia com braços, pernas, mas teve uma hora que ela achou uma brecha e ela o chutou o jogando para mais distante.
Ela correu até ele preocupada e o viu se levantando e ficando com parte do seu corpo no chão.
- Você conseguiu me pegar de jeito - ele viu ela se abaixar perto dele.
- Você se machucou? - ela passou a mão no tórax dele.
Ele riu e a encarou.
- Acha mesmo que eu me machucaria só com isso. - ele a puxou e ela caiu sobre ele.
Sentiu o seu cheiro próximo e a abraçou.
- Você cresceu muito, está realmente forte, mas te aviso, não vai ganhar do Vegeta...
- Eu sei, mas sei que ele também não me machucaria.
- Chi... O Vegeta não é tão mole como eu, além do mais, ele poderia te machucar sim, ele é mais grosso, mais...
- Eu sei, mas eu vou - ela o encarou de forma determinada.
Goku suspirou fundo e olhou para ela encostando a testa na dela.
Eu vou entrar na sala de gravidade com você, se as coisas ficarem muito tensas eu vou intervir.
- Nem vem Goku - ela saiu dos braços dele. - Eu vou mostrar a ele como eu cresci e que eu não sou como ele pensa - ela saiu pisando alto e o deixou ali.
Goku suspirou fundo, não podia a impedir, pois ele sempre viveu do jeito dele, agora ela também tem o direito de fazer o que ela bem entende.

Ficou deitado olhando o céu azul claro, os raios de sol passando entre as folhas, fichou os olhos e ficou ali sentido a brisa fresca enquanto ela caminhava de volta a casa. 

domingo, 25 de janeiro de 2015

Começando de novo.


Chichi acorda e vê o seu marido dormindo tranquilamente virado de costas para ela.
Ela sorri, pois estava feliz por ter voltado e poder viver ao menos mais um tempo com ele.
Ela se levanta, se veste e desce para fazer seu primeiro café da manhã, depois de sua volta.
Alguns minutos depois, Goku se vira e procura a mulher com o seus braços, mas não encontra. Então ele abre os olhos lentamente tentando acostumar com a claridade que entrava no quarto.
Ao ver que só estava ele na cama, suspirou fundo e ficou meio triste, pois achou que tudo tinha sido um sonho, ou um momento e que sua mulher teria voltado ao outro mundo, mas logo ele balançou a narina conhecendo aquele cheiro familiar de comida. Sim aquele cheiro que só ele conhecia. Ele se levantou rapidamente e foi o mais rápido que pode para cozinha e a encontrou lá.
Foi até ela a abraçando com força por trás.
- Bom dia! - ele deu um beijo estalado no rosto dela, depois sorriu de orelha a orelha.
- Bom dia meu gurilhinha, vejo que esta alegre - ela continuou mexendo nas panelas.
- Estou muito feliz - ele continua abraçado a ela. - Pois eu tenho uma segunda chance de me redimir com você, então depois do café nos vamos dar um belo passeio.
- Mas Goku a casa está uma... - ele a interrompeu com um beijo.
- Não argumente - ele afastou e se sentou  a mesa esperando o café da manhã.
Chichi apenas sorriu a ele e terminou o café vendo Goten chegar à cozinha.
- Bom dia mamãe - ele deu um abraço gostoso na mãe e um beijo na bochecha.
- Bom dia Goten - ela viu ele se sentar e começar a comer ao lado de seu pai.
Chichi ouviu batidas a porta e foi abrir, viu Gohan parado com cara de bobo olhando para ela.
- Vovó! - Pan deu um pulo a abraçando quase a derrubando.
- Pan como você cresceu! - ela sorriu brincando com a garota.
- Mamãe, mas... Como? - Gohan não sabia se ficava feliz ou se ficava surpreso.
-Uma longa história ela sorriu e pediu para eles entrarem.
Gohan entrou e se ajeitou na mesa ao seu lado sua filha enquanto Goku e Goten comiam.
Chichi então contou a Gohan como conseguiu estar ali agora e ainda com o rostinho jovem.
- A senhora se arriscou muito, poderia ter perdido a essência da senhora e aí ficaria pior.
- Eu sei Gohan, mas eu sabia que poderia tentar, pois queria muito voltar e estar ao lado do seu pai e de vocês, afinal ainda não era o meu dia.
- Isso é ótimo, mamãe, papai deve estar muito feliz.
- Eu estou sim - Goku comentou depois de engolir a comida.
- A volta da mamãe, vai trazer o nosso pai de volta. Com aquela cara de bobo alegre dele - Goku olhou para Goten sem entender.
Todos riram da cara dele, porém era alegria mesmo ter a matriarca da casa dos Sons de volta.
*****
Yana se arrumava de frente ao espelho, mas sempre pensando no seu herói.
- O que será que ele esta fazendo agora? - ela se pergunta enquanto passa o batom.
Passa a mão no ventre se imaginando com uma barriga enorme, mas fica triste, pois não ha como nem mesmo sobrou aquele pedacinho dele dentro dela.
- Yana, ande logo - chamou Yuna para elas irem ao shopping juntas.
- Já estou indo - ela gritou e saiu do quarto dela suspirando fundo.
Elas iam se distrair um pouco no shopping, já que Yuna conseguiu tirar ela de casa um pouco com muito dialogo.
****
Os garotos já tinha ido para a faculdade enquanto Pan olhava a avó lavar a louça e brincava com o seu avô.
Logo Chichi terminou a ultima louça, secou e guardou.
Goku viu, deixou a garotinha de lado um pouco e disse:
- Agora vá se arrumar - ele a abraçou pela cintura.
- Mas e a casa eu tenho...
- Hum, hum - ele fez um gesto de não com a cabeça. - Tem nada, hoje o dia será para ti Chi.
Ela suspirou vencida, pois sabia que o sayajin queria e ela tinha que aproveitar isso o máximo possível.
- Está bem, eu vou lá em cima me trocar e você se vista também - ela o olhou só de bermuda.
Goku sorriu, virou-se para neta e disse:
- Pan, a vovó e eu vamos dar um passeio de casal, então sugiro que vá para casa ficar com a sua mãe.
- Está bem vovô - ela sorriu vendo o avô feliz e saiu para sua casa.
Goku subiu e viu a sua esposa trocando a roupa e sorriu a vendo com sua pele branca e macia.
- Humm! Desse jeito eu acho que não vamos a lugar algum - ele a puxa para si e a beija ferozmente a deixando bem próxima de si sentindo a pele dela na sua.
Chichi o afasta com delicadeza buscando o ar.
- Aonde vamos meu gurilinha fofo - ela sorri fazendo figa a ele.
- Nas nuvens - ele a puxa para perto de si e lhe aplica um beijo onde suas línguas já dançam juntas.
Goku passava as mãos dele pela pele macia dela, enquanto deixa os seus lábios e busca pelo pescoço dela.
Eram raras as vezes que Goku a procurava, pela sua ingenuidade, pelo seu jeito de ser, a maioria das vezes era ela que o procurava e ele não resistia e acabava na cama com ela, mas hoje era uma dessas exceções.
Chichi sentiu-se nos braços do sayajin em baixo de suas pernas enquanto ele a levou para a cama de casal que era deles.
Sentiu o esposo sobre ela a olhando com aqueles olhos negros e penetrantes. Ela  deu um sorriso a ele de forma meia, pois queria aproveitar aquele momento que ele a procurava.
Ela sentiu a boca dele na dela, depois desceu pela sua pele branca e seminua, já que ele a pegou antes dela vestir outra roupa.
Ela arfou quando ele pressionou o seu corpo no dela, as pernas dela envolvendo a cintura dele, foi quando ela sentiu o seu membro encostar a sua intimidade.
Goku sentiu as unhas dela em suas costas enquanto ele apertava mais o seu corpo contra o dela, para ela sentir o quanto ele a queria.
- Viu Chichi... Viu como eu te desejo e como eu te quero - ele sussurrou rouco no ouvido dela, fazendo o ar quente entrar e ela fechar os olhos enquanto ele descia os beijos até chegar ao seu sutiã e retirá-lo com delicadeza revelando os seus fartos de sua moça, ainda apertando o seu membro contra a feminilidade dela.
- Ah! - ela arfou erguendo o quadril para sentir o membro dele. - Você anda muito pervertido... - Onde foi parar o meu Goku ingênuo? - ela se perguntou o vendo apertar um de seus mamilos rosados com uma das mãos enquanto ele abaixou os lábios no outro seio dela há fazendo gemer alto.
Ele deu um sorriso daqueles de bobo a ela, mas continuou o caminho até chegar à feminilidade dela, tirando a calcinha e vendo o quanto a sua flor já estava pronta.
- Hum... Assim que eu gosto... Só me esperando - ele deslizou os dedos levemente em meio as pernas dela e sentiu toda a umidade.
Goku a encara de uma forma que ela sabia o que ele queria,  tira a própria bermuda para ela ver o seu desejo enorme e ele desliza o seu membro sobre a flor que ele tanto amava.
- Veja Chi... - Veja o quanto eu te quero - ele fazia movimentos suaves sobre a flor que ele tanto gostava sem a penetrar. - Diz que me quer, diz - a voz rouca dele se perdia enquanto ele sentia a umidade aumentar, molhando o seu membro.
Ela fecha os olhos aperta os lençóis com força sentindo-se mole perante ele. Ela não sabia o quanto ele havia crescido, mas sabia que por culpa dela ele ficara assim, aqueles momentos eram únicos, apenas dos dois, onde somente os dois sabiam o amor que reluzia entre eles.
- Eu te quero... Meu gurilinha fofo, eu te quero... - ela o sentiu entrar  como se tudo fosse o ultimo minuto, sentiu os movimentos fortes e potentes dele em um vai e vem na dança do amor, onde ela sentia o prazer que ele lhe causava.
Sim ele era o mestre  dela e a levava realmente nas nuvens e como a levava.
Ele não quis se transformar em super sayajin dessa fez, queria terminar o amor perfeitamente no seu jeito natural, como o sayajin moreno que ela se casara, há sentiu  entrar no clímax antes dele.
- Tão apressada - ele sorriu de um modo meigo e logo entrou no clímax também.
Ah ele adorava aquele corpo, aquela pele, aquele cheiro de suor que ficava impregnado nos lençóis.
Saiu e deitou ao seu lado e sussurrou em seu  ouvido.
- Então... Depois de ir às nuvens, aonde a minha Chi quer ir - ela a abraça esperando seus corpos se acalmarem um pouco.
Ela respira fundo e vê ele abraçando a cintura dela e a puxando para si.
- Quero ir ver a Bulma... - virou o rosto para ele. - Depois podíamos passar o dia como um casal, como às vezes fazíamos... - ela enfiou o rosto no tórax dele.
- Como quiser, minha Chi... Seu desejo será realizado. - ele deu um tapinha na bunda dela e a fez dar um gritinho assustado.
Ele caiu na gargalhada e disse:
- Vai tomar um banho, eu vou depois.
- Vamos juntos, você não acabou de dizer que meus desejos serão realizados.
- Hummm! - acho que realmente não vamos sair hoje - ele riu se levantando e pegando ela no colo e levando ao banheiro.
Depois de mais ou menos uma hora o casal finalmente sai do banheiro rindo e abraçados um ao outro.
Chichi o soltou e foi para a sua cômoda onde ficava a sua roupa intima, enquanto Goku foi para  o guarda roupa escolher alguma roupa que não fosse o seu dojin, mas confortável para passar o dia ao lado da sua esposa.
Goku se distraiu olhando as suas roupas enquanto Chichi vestiu uma calcinha e um sutiã rosa bebe em rendas, super delicado, para depois ir a ultima gaveta e abri-la, pegou um vestido no estilo chinês como ela gostava.
Ela o ergueu diante dos seus olhos o olhando, era um lilás bem clarinho, com pequeninas borboletinhas brancas voando e pequenas florzinhas roxas dando a estampa ao vestido que era sem mangas, com os fechos nas laterais, indos acima do busto um pouco até o pescoço, com uma pequena gola. Descia Fazendo às curvas da sua cintura e descia a saia ate os joelhos com uma abertura em uma das laterais até o meio da coxa.
Chichi o vestiu e enquanto abotoava os botões ao fecho. Goku tirou a roupa do guarda roupa e a viu com o vestido paralisado de boca aberta para ela.
Em sua mente veio uma recordação, sim, aquele vestido era especial e ele nunca havia visto ela vestida nele e suas lembranças foram longe.
"Ele desceu as escadas e viu-a dando papinha para o filho, fazendo aviãozinho para ele comer.
- Bom dia Chi! - ele deu um beijo em seu rosto sorrindo. - Bom dia Gohan. - brincou com o garoto e caminhou para fazer o seu café da manhã
- Goku você sabe que dia é hoje? - ela perguntou colocando a colher na tigela para pegar mais papinha para o pequeno.
Goku parou, pensou, pensou e disse:
- Hoje é terça feira - ele olhou sem entender onde ela queria chegar.
Ela rosnou com raiva, deixou a colher de lado, colocou as mãos na cintura e virou-se para ele se segurando.
- Aniversario do Gohan? - ele perguntou tentando se lembrar.
-Não Goku, aniversário do Gohan foi mês passado, ele fez dois anos - ela falou brava, enquanto o garotinho brincava com a colher.
- Já sei, aniversário da Bulma - ele falou animado.
Chichi ficou com muita raiva, pegou o garoto e subiu pelas escadas com o garoto preso na sua cintura.
- Ei Chichi... Fala-me que dia é hoje... - ele a seguiu, mas não a tempo de receber uma portada na cara.
Goku ia bater na porta, mas ouviu-a falando com o garoto.
Sabe Gohan o seu pai é um idiota, ele nunca se lembra de nada, nem o dia do meu aniversário, nem do nosso casamento, nem o seu aniversário - ela chorava enquanto o garoto falava palavras com certa dificuldade misturando letras.
Goku suspirou fundo e saiu desistindo da ideia de bater a porta, saiu e foi procurar algum presente a ela, passou a tarde toda procurando alguma coisa, mas não sabia ao certo o que daria, nunca foi muito bom com isso, então foi quando ele passou na porta de uma loja só de roupas chinesas e viu aquele delicado vestido que lhe chamou a sua atenção e ele foi até lá e o comprou para ela, fazendo a vendedora embrulhar em um papel de presente e tudo mais.
Pegou uma flor  e foi para casa, mas quando chegou lá não a encontrou, mas deixou em cima da cama de casal com a flor e desceu, pensou em preparar algo para eles comerem em comemoração e o fez, deixando a mesa bem posta, com algumas velas e ficou a esperando, mas nada dela aparecer. Seu estômago roncou e ele resolveu comer sozinho, para depois ir deitar no sofá e a esperar chegar. Não queria procurar por ela, pois não sabia se ela iria querer falar com ele, pegou no sono e nem viu quando ela chegou.
No outro dia ele a viu com os vestidos de costume e suspirou fundo. Ele achou que ela iria usar no dia seguinte, que ia dizer obrigada,mas não. No dia seguinte ela ainda estava brava com ele e mal trocou palavras com ele.
- Goku! - ela o chamou tirando ele daquelas lembranças e ficou meio triste, desviou o olhar do dela. - O que foi meu amor?
- Nada... - ele foi vestir a roupa dele.
- Acho que eu nunca te agradeci devidamente esse vestido - ela ergueu o queixo dele para olhá-la.
- Eu que nunca me lembro das datas importantes para você... - ele a olhou de cima em baixo e não se arrependeu de ter dado aquele vestido a ela, pois ele ficou lindo.
- Eu fiquei com raiva de você naquele dia que nem abri o presente e muito menos vi a mesa arrumada, só fui ver no dia seguinte, depois que você saiu tristonho para ir treinar.  Então eu vi a mesa arrumada, o sofá amassado e subi para ver o pacote que eu tinha jogado de lado de raiva... - Quando eu rasguei vi esse vestido lindo, mas não tive coragem de vestir, por que você queria que eu vestisse aquele dia e eu não vesti... - ela o abraçou. - Agora eu posso vestir, já que vamos nos divertir em uma ocasião muito especial. 
- Ficou lindo em você, como eu imaginei você vestida nele quando o vi na loja - ele foi para perto dela e ela o abraçou.
- Obrigada Goku, por dias maravilhosos que me deu... Ou pelo ao menos tentou. - ela se afastou e viu ele se vestir enquanto ela deixava seus cabelos soltos prendendo apenas com um presilha de flores na lateral.
Depois fez uma leve maquiagem e calçou um sapato de salto que tinha guardado.
Goku também terminou de se vestir, uma calça de linho bem passada, preta com quinas, uma camisa gola polo bege um sapato bem engraxado preto e assoviou para ela a admirando.
- Você está linda.
- E você nem se fala em - ela passou as mãos nos braços fortes dele, deu um beijo em seu rosto. - Vamos - ela sorriu e viu ele a abraçar pela cintura e sair voando pela janela.
Logo os dois já estavam no portão da Corporação Cápsula tocando o interfone.
A empregada atendeu então Goku disse:
- Bulma está? - ele perguntou de mãos dadas a sua companheira.
- Sim senhor, vou abrir - ela disse abrindo o portão e Goku entrou.
Chichi escondia-se de trás dele, pois queria fazer uma surpresa.
Goku entrou a sala e viu a mulher de cabelos azuis o receber.
- Olá meu amigo - ela o olhou as roupas dele. - Hum está bonito em, quem você pensa em conquistar dessa vez? - ela não havia visto a mulher atrás do mesmo.
- Eu quero conquista a Chichi - ele sorriu.
Bulma juntou a sobrancelhas achando que o amigo havia ficado maluco, mas ele estava alegre de mais para estar maluco e alguma coisa havia diferente no seu olhar. Sim ele parecia estar com um brilho renovado no olhar.
- Mas ela não está entre nós, Goku... - ela ficou triste e viu algo se movimentar de trás dele.
Olhou a mulher de cabelos negros e soltos, com aquele lindo vestido chinês.
Bulma arregalou os olhos, pois a mulher estava jovem, linda e mais viva que nunca.
- Mas... - ela não acreditava.
- Não vai me dar um abraço, Bulma - Chichi sorriu com algumas lagrimas nos olhos.
Bulma se emocionou, correu até ela e abraçou matando a saudade da amiga.

Ficaram assim alguns minutos sentindo o abraço uma da outra.