Ela já havia descoberto a traição do seu ex-namorado, ela
nunca havia imaginado que mesmo depois de mais de dez anos juntos ele poderia
ter feito aquilo com ela.
Logo ela
que era uma garota linda, inteligente, rica e que tudo que ele aprendeu foi com
ela, mas agora ele havia a trocado e não era há tanto tempo assim, e na raiva
começou a trabalhar feito uma condenada.
Sempre
concertando a nave gravitacional para aquele alien lunático, os robôs que vira
e mexe ele trazia para ela concertar e ainda tinha os projetos da empresa, seus
suspiros sempre cansados enquanto tentava resolver tudo e para tentar esquecer
todos os seus problemas, ela simplesmente fazia tudo que ele pedia e ainda
cuidava da Corporação Cápsula.
Suspirou
cansada e naquele momento ela ia saindo do seu laboratório toda suja de graxa,
com terríveis olheiras quando aquele sayajin com duas lindas entradas, cabelos
perfeitamente negros, em forma de fogo, sedoso, brilhante e cheiroso. Vestido
em uma camiseta de botões manga curta na cor branca e meio transparente,
mostrando o desenho dos seus músculos torneados pelo tempo. Uma calça social
azul no mais perfeito linho, muito bem passada e formava as vincas, um sapato
preto bem engraxado que quase dava para usar como espelho. E por ultimo aquele
perfume que você sente a metros de distância e dá vontade de se jogar em cima.
Bulma
olhou e até estranhou a forma dele estar vestido, até por que ele nunca gostou
das roupas que ela lhe dava, mas velo daquele jeito fez o seu coração acelerar.
- Gostou
do que viu? -perguntou ele notando que ela não parava de olhá-lo.
- Se eu
disser que não, estarei mentindo - ela deu um sorriso tímido e se sentia uma
horrorosa perto dele, feia daquele jeito. - Pretende ir a algum lugar? -
perguntou ela curiosa.
- Não é da
sua conta... - saiu dali pisando alto e Bulma suspirou.
- Meu Kami
me abana... Como esse homem pode ser lindo desse jeito? - Bulma suspirou fundo
mais uma vez e sentiu o seu coração doer, sentiu uma lágrima escorrer pelos
seus olhos e não entendeu por que, ela nunca tinha se importado com ele antes.
Está certo
que eles sempre estavam brigando, ou discutindo, pois seus gênios não
combinavam muito, mas ela nunca tinha visto o sayajin como vira hoje. Ela o viu
como um homem, lindo, desejável, pagável e mais um pouco.
- Droga
Bulma! - se repreendeu. - Ele é um assassino e nunca vai te ver como a menina
de seus sonhos. Melhor você esquecer isso. - ela foi para o seu quarto tomou um
banho bem demorado e deitou na cama pensando naquele sayajin e o quanto ele com
aquela roupa havia mexido com ela.
Mas ela
sabia que nunca teria chance com aquele sayajin, afinal era fraca, não era da
mesma raça que ele, não tinha a menor chance.
Ela saiu
da banheira enrolada na toalha e suspirou fundo, percebera que de alguma forma
ela tinha se apaixonado.
- Não
Bulma é só atração, carência, ou algo do tipo - ela tentava convencer a si mesma.
- Eu nunca serei o anjo que ele deseja, também não tenho curvas no meu corpo.
Ele já me disse que eu sou uma tábua de passar varias vezes.
Bulma colocou a cabeça no travesseiro
e acabou adormecendo, estava cansada de mais.
Na manhã
seguinte se levantou ainda pensando na figura que vira, onde ele estava indo,
ela não tinha a mínima ideia, mas que ele estava lindo, divino, deslumbrante e
fez despertar algo que ela jamais imaginou. Suspirou fundo entrou no
laboratório e viu que ele já estava na nave gravitacional treinando.
Ligou o
visor e ficou olhando ele treinar, tinha que olhar apenas de vez enquanto para
ele não desconfiar, mas de alguma forma ela queria olhá-lo.
- Sei que
nunca entenderá esse absurdo sentimento - ela suspira fundo, dá o dia por
terminado, sobe para o seu quarto e se arruma.
Ela ia
tentar tirar tudo que viu da cabeça, tentar esquecer, tentar entender tudo que
estava sentindo.
Vestiu um
vestido vermelho todo em renda com um forro formando um tomara que caia por
debaixo da renda e tinha as alças delineando perfeitamente em seus ombros, o
tomara que caia mostrava delicadamente as curvas superiores dos seus seios nada
vulgar. Ele vinha descendo fazendo as curvas de sua cintura, sua saia meio
prissada e no meio da coxa dela.
As sandálias
pratas com detalhe em vermelho e de salto alto, maquiagem forte e pronta para
matar.
Bulma se
olhou no espelho e se sentiu bem, pois há muito tempo ela não se via linda
daquele jeito.
Saiu de
seu quarto e deu de cara com o sayajin suado, sem camisa, pele morena, de short
coladinho, mostrando todas as curvas que ela tinha direito de ver.
"Sei
que nunca me verá como causa do seu despertar". Pensa ela o vendo olhar para ela.
- Vai
encontrar aquilo que você chama de namorado - ele deu um sorriso lateralmente a
ela, passou a mão pelos cabelos negros que brilhavam com os xampus caros que
ela dava a ele.
- Não
tenho mais namorado a um bom tempo, sou solteira e posso fazer o que eu quiser
- ela passou por ele.
- Maldita
terráquea por que tem que cheirar tão bem - ele resmunga por sons inaudíveis
para ela.
- Sei que
nunca se fixará na aparência do meu corpo - Bulma olha para trás, mas não o vê
ali mais.
Bulma saiu
em uma cápsula carro triste e dirigiu sem rumo por algumas horas, depois parou
em um barzinho e bebeu uns coquiteis de frutas muito bem feitos.
- Eu
entendo os seus medos, mas não sei como fazer para ver que eu sou uma mulher por dentro.
Ela virou o ultimo copo de coquetel de coco e
resolveu pagar e ir para casa, ficar ali se lamentando era inútil.
- Queria
ficar ao seu lado até que o mundo girasse ao contrário, mas para mim é
impossível. - algumas lágrimas caíram de seu rosto.
Ela sabia
que era impossível e não tinha esperança junto aquele homem, sayajin. Ela nem
sabia ao certo.
- Agora
sim, eu seguirei, ficarei ao seu lado junto ao seu silêncio. - ela descobriu
que estava apaixonada por ele, e não tinha pouco tempo, mas só agora o seu
coração lhe mostrou.
- É certo
que eu estou vivendo em um conto de fadas que eu invento, pois aquele príncipe
nunca ira me ver como a sua princesa. - ela abriu a porta sua casa e entrou em
silêncio
Suspirou
fundo, e foi andando lentamente no escuro, descalço e sem fazer barulho, mas
bateu em algo duro, parecia uma parede.
- Aí! -
ela já ia caindo e foi segurada por uma mão grossa e cálida.
- Shiuuu!
- ele a puxou para perto de si e deu-lhe um beijo quente, selvagem e com muita
vontade.
"
Achei que jamais iria ter a fortuna desse beijo". Ela pensa enquanto é
beijada por ele e corresponde a altura.
Ela sentiu
as mãos dele percorrendo suas curvas, seus lábios quentes pelo seu pescoço.
Nunca imaginou que isso poderia acontecer, alias nem imaginou que esse dia um
dia chegaria.
- E ainda
sim, te curarei, quase te regendo em pensamento - Bulma sentiu se embriagada e
mole.
- Sempre
estarei ao seu lado junto ao seu silêncio - ele a pegou no colo e a levou para
a sua cama, ali mesmo se deliciaram de uma forma que ela jamais imaginou,
parecia que os dois tinham sido feitos um para o outro.
Eles se
amaram loucamente, como se não houvesse amanhã.·.
Bulma se
sentiu nas nuvens com aqueles músculos todos em seus pequenos braços, se sentiu
uma princesa dos seus contos de fadas.
Foi até
que eles adormeceram juntos e na manhã seguinte quando ela acordou não estava
mais lá.
Suspirou fundo e como era bastante inteligente
sabia que ele nunca ficaria ali ao lado dela até amanhecer, até por que ele era
orgulhoso de mais, porém ela sabia que ele ia voltar para ela.
- Aqui
estarei Vegeta. Sempre a sua espera - ela sorri olhando o teto estava de certa
forma feliz, pois tinha dando um passo com o seu sayajin e agora era só questão
de tempo para que eles pudessem aprender juntos.
Fim
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