segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

A gravidez.

Alguns dias haviam se passado desde que Yana havia se demitido da casa de Goku. Ela estava na casa de sua irmã e estava com aproximadamente um mês de gravidez, ela havia descoberto uns quinze dias depois que saiu da casa dos Sons. Não sabia como tinha ocorrido, pois Goku sempre se prevenia, nunca deixara passar um dia sem uma camisinha, parece que ele evitava isso, mas por um desejo de Kami-sama ela estava grávida e não sabia o que fazer.
Yuna a viu pensativa sentada no sofá da sala e disse ao ver a irmã com os pensamentos longes.
- Você tem que contar a ele Yana. - ela sentou-se ao lado dela. - Vai criar essa criança sozinha.
- Ele não queria Yuna, ele sempre usou camisinha, sempre se preveniu, realmente não sei por que isso aconteceu, mas ele não saberá da existência desse bebê.
- Você é mesmo cabeça dura, viu. - ela franziu o cenho preocupada.
- Sim, eu sou e não pretendo vê-lo, nunca mais - ela passou a mão no seu ventre com carinho.
- Vai ao médico hoje?
- Sim, hoje começa o meu pré- natal - ela sorri, por mais que tivesse se esquivado havia ficado um pedacinho do seu amor dentro de si e ela estava muito feliz, mesmo que ele nunca soubesse de sua gravidez, ela ia cuidar do seu filho com todo carinho do mundo, pois ele seria uma lembrança dos bons momentos que passou naquela casa ao lado do seu salvador, mesmo que ele nunca a amasse, ela o teve em seus braços por varias vezes.
- Vamos, eu te levo - Yuna sorriu a irmã e ela se levantou, pois já sabia da noticia e iria começar o seu pré natal.
***
Goku estava no seu quarto ainda dormia abraçado ao travesseiro de sua amada, em um sono profundo. Mas logo ele sentiu uma mão tocar os seus cabelos rebeldes, um toque que ele conhecia muito bem, aquele cheiro também que penetrava nas suas narinas.
Ele teve medo de abrir os olhos e ver que ela não esta ali.
- Sentindo a minha falta meu gurilhinha fofo - a voz quente em um sussurro rouco nos seus ouvidos aguçados o fez abrir lentamente os olhos e virar-se para o lado de aonde a voz vinha.
Goku a viu, sentada ao seu lado na cama com a pele branca, aproximadamente uns vinte anos, seus trajes típicos chinês no azul e vermelho, cabelos pretos num rabo de cavalo e sentada ao lado dele na cama, com uma aureola sobre a cabeça.
- Chi - ele a abraçou com todo o carinho, mas ela o afastou delicadamente.
Ele ergueu a sobrancelha e viu ela com uma cara de poucos amigos.
- É eu sei por que você esta com essa cara... Pode me bater, me xingar, pode fazer o que você quiser... - ele se afastou um pouco mais dela. -  Eu mereço, mereço tudo que eu estou passando... Pagando um preço alto e justo, por ter deixado você sete anos cuidando dos meninos. Deixado você para treinar o Oob...  - ele se levantou da cama e caminhou até a janela aberta. - Eu nem pude te proteger daquele ser, mesmo com todo esse poder e... Ter ficado com aquela garota... Mesmo eu tendo me afastado dela - ele abaixou  a cabeça e sentiu as lágrimas descerem. - Me desculpe por nunca ser o seu marido ideal - ele olhava um ponto qualquer do lado de fora da casa e a sentiu abraçar por trás.
Ele tirou os braços dela com delicadeza em volta de si e virou-se para ela.
- Eu não tenho o direito de te tocar mais... Eu toquei outra mulher... Eu fiz tudo errado... - ele não conseguia encará-la.
- Mas você tocou por curiosidade, não a amou como me ama, certo?
-Certo,  Eu amo você Chi, mas mesmo assim eu...
- Shiuu! - ela colocou o dedo nos lábios dele. - Eu sei de tudo, eu sei que você a deixava na cama e vinha para o nosso quarto. Sei que você nunca se transformou em super sayajin para ela, e sei que guardou tudo isso para mim, ou estou errada.
Ele a olhou nos olhos profundamente, suspirou fundo e viu o sorriso no rosto lindo de sua esposa, agora com a expressão jovial de quando se casaram, o cheiro dela entrando nas narinas dele, a saudade doendo no seu peito, à dor do arrependimento de tudo que fizera e ela percebeu isso nos seus olhos, se sentiu triste por ele, pois entendia perfeitamente o porquê ele fizera aquilo tudo, mesmo sendo egocêntrico e apaixonado por lutas, ela sempre soube que teria que dividir ele com o universo, mas agora nem isso ela podia mais, pois ela só tinha ganhado a permissão de ter o seu corpo e visitá-lo muito raramente por que era a esposa dele, e isso era impagável, pois no outro mundo todos a conhecia como a esposa do ser mais forte do universo, o herói que salvou varias vezes não só a Terra, como galáxias inteiras. Então ela sabia disso, sabia que ele era ingênuo, e conhecia cada pedacinho dele, por todos os anos  que viveu junto com ele e que ele pode dar atenção a ela, mesmo se esquecendo de varias datas, ou quebrando coisas tentando ao menos a fazer descansar um pouco dos afazeres da casa. Ele não era um mau marido, mas ela só tivera que aprender a dividir ele um pouquinho com muitos e todos ao mesmo tempo.
Suspirou fundo e o abraçou forte encostando o rosto em seu tórax nu e fechou os olhos sentindo o cheiro dele.
Goku envolveu os braços em volta da cintura dela, a puxou para mais perto e colocou o seu queixo apoiado nos seus cabelos de forma que sentisse o cheiro dela, fechou os olhos desejando do fundo do seu coração que ela ficasse para sempre com ele, ao seu lado, como todos os dias fizera, cozinhando, brigando, dando broncas e o amando intensamente como ela sempre fez.
Eles ficaram um tempo assim, até que ela se afastou e o encarou fundo.
- Já tem que ir? - ele perguntou sentindo como o seu coração fosse partir, como se quisesse que o tempo parasse só para os dois.
- Não. Eu pedi permissão ao senhor Emmadaio para ficar até mais tarde aqui com você.
Ele ergueu a sobrancelha e disse:
- É mesmo? - ele aproximou dela mais um pouco. - O tempo suficiente para eu matar a saudade? - ele ficou meio rubro.
- Ao menos parte dela - ela sorri a ele ergue os pés tentando alçar o seus lábios.
Goku abaixou-se um pouco  deixou os lábios rosados dela tocar o seus, aos poucos eles começaram um beijo saudoso e casto, como se o tempo fosse parar ali naquele momento, para aos poucos ele ir afundando mais e mais, agora usando a língua para explorar a boca dela.
Aquele gosto o deixava maluco, aquele cheiro o deixava embriagado de desejo e paixão. Ele esqueceu completamente que ela não pertencia mais aquele mundo, apenas aproveitou o momento deles juntos.
****
Yana chegou ao seu médico e logo foi atendida para fazer os exames necessários. Depois de todos os exames prontos e ela ter esperando algumas horas para saber o resultado o médico a chamou até sua sala e assim que ela entrou ele disse:
- Yana, olhando os seus exames e o seu ultrassom eu vejo que há algumas células um pouco diferentes no seu organismo.
- Como assim doutor? - ela perguntou curiosa.
- Seu corpo está reagindo em relação a essas células que esta formando o seu bebê e pelo que eu identifiquei elas estão vendo o seu bebê como um corpo estranho, pois as células dele não são compatíveis com a sua.
- Isso é grave doutor?
- Bom, se continuar assim você terá um aborto natural, mas se quiser seguir em frente vai ter que falar com o pai do bebê para saber qual o tipo sanguíneo dele, pois há maior quantidade de células do bebê é dele e o seu corpo está reagindo a isso.
- Se eu não falar com o pai eu posso ter um aborto natural.
- Sim, isso se não houver maiores complicações e você morrer nesse meio tempo, pois as células estão agindo muito rápido e produzindo muito anticorpos.
- Entendi  - ela passou a mão no vente e engoliu seco. - Não a nada que possamos fazer sem o pai doutor?
- Não, pois eu preciso examinar o sangue dele para ver por que o seu corpo está reagindo.
-Entendi - ela abaixou a cabeça triste.
- Bom se você quiser tentar podemos tentar uma medicação para tentar segurar o bebê e você ficar em repouso absoluto, mas isso não garante que ele vá sobreviver.
- Entendi - ela sentiu um fio de esperança. - Vamos tentar doutor.
- Está bem - ele receitou os remédios e entregou a ela, mas a moça viu muito triste.
Yana agradeceu e saiu do consultório, logo viu a sua irmã que percebeu o seu estado e esperou ela falar.
- Meu organismo esta  vendo o meu filho como corpo estranho, eu posso ter um aborto natural ou morrer se eu não procurar o pai.
- Agora você vai ver o Goku?
- Não - ela engoliu seco. - Não sei por que está acontecendo isso, mas eu vou abortar logo e tentar viver.  Além do mais o médico vai tentar os remédios para tentar segurar o bebê.
- Mas...
- Não adianta irmã, eu não quero mais vê-lo - ela entrou no carro e voltou para casa com a irmã.
******
Goku acariciava sua esposa, há beijando enquanto se perdia naquele corpo dela, que ele tanto amava.
Goku sentia-se cada vez mais excitado enquanto Chichi dava-lhe um imenso prazer com seus lábios e mãos tão hábeis que ele queria virar super sayajin ali mesmo.
Chichi ainda estava vestida vendo o seu marido tão submisso a ela, coisa rara de acontecer. Ela continuou as caricias até ele deixar seu liquido sair sujando um pouco o seu rosto.
Ela sorria para ele de uma forma meiga, mas ele está tão envolvido nos seus instintos que a puxa para perto de si encostando-se a ela enquanto ele rasgou o seu vestido chinês tão rápido que ela nem percebeu.
Ele às vezes rasgava as suas roupas, mas não tão selvagem como agora, pois ele parecia a querer de uma forma mais selvagem. Era como se ele quisesse algo mais marcante, algo que ele sabia que ela ia gostar.
Ele tocou com um pouco de mais força os seios dela e ela gemeu alto, depois ele usou a boca a fazendo segurar nos cabelos rebeldes dele enquanto ele tocava um e acariciava o outro com a boca.
- Ah! Goku... O que você tem hoje em... - ela estava com a voz entrecortada e já começava a suar.
Ele parou de acariciar os seus seios e a encarou.
-Eu tenho muita saudade de você Chi, tanta que eu não quero perder um minuto si quer sem estar ao seu lado - ele estava sendo carinhoso e ao mesmo tempo usando o seu controle. - Essa será a nossa ultima vez, Chi, por isso quero que seja ao menos especial para você - ele afundou o seus beijos na pele branca dela só a deixando de calcinha e logo levou os dedos em meio às pernas dela. - Hum... Já está tão molhada assim.? - ele carinhosamente deslizou os dedos na flor que ele tanto gostava sentindo a umidade dela. Chichi fechou as pernas fixando os dedos ele e gemeu, sentiu suas pernas bambearem.
Ah ele era tão perfeito, poderia ficar assim para sempre, mesmo sendo apenas momento, mas ela gostava, ainda mais quando a atenção dele se voltava a ela, porém ela sabia que logo, logo ia voltar para o outro mundo e ter que separar dele de novo.  Suspirou fundo, o sentiu arrancar a calcinha sentiu a boca dele em sua flor de uma forma tão penetrante e intensa que ela achou que ia morrer de novo. Suspirou fundo agarrando aos cabelos dele com força e empurrando a cabeça dele mais fundo.
Ah! Como ela queria sentir ele dentro dela, causando aquelas sensações gostosas. Ah ele era muito perfeito.
Goku  pressionou sua cabeça e usou a língua para acariciar aquela flor, sim ele queria fazer tudo para depois ele a penetrar de uma forma intensa e ao mesmo tempo carinhosa.
Ela sentiu-se nas nuvens enquanto ele começou os seus movimentos de vai e vem em uma dança de prazer, às vezes eles se beijavam e se abraçavam enquanto as pernas dela estavam em volta da cintura dele.
Goku às vezes acariciava os seus seios, às vezes passeava com a boca pelo seu pescoço, ombro enquanto mantinha-se firme e se segurando para não se transformar em super sayajin.
- Vai meu amor... Se transforme para mim - ela o queria de todas as formas possíveis.
- Qual deles Chi...? - ele já deixava o seu poder a envolver lhe causando sensações que ela adorava.
- Super sayajin...Três... - ele sorriu e a encarou. Saiu de dentro dela, para poder se transformar, assim que se transformou ele a penetrou de novo e Chichi apenas sentiu o poder em sua volta, causando um prazer muito grande, fazendo ela quase gritar.
Os minutos iam passando e eles já estavam suados e abraçados ainda no mesmo ritmo, com a mesma intensidade, com a mesma determinação, então foi quando ele sentiu o seu liquido a invadir completamente e sair do seu controle. Ela o abraçou ofegante e cansada sentindo o calor dele dentro dela.
Ele ficou um tempo abraçado com ela, acariciou as sua costa e depois a soltou e saiu a abraçando novamente a trazendo para si, colocando as suas narinas entre o seu ombro e a seu pescoço, ficou ali sentido o cheiro dela sem dizer uma palavra.
*******
Yana já estava em casa, deitada no sofá, olhando o teto enquanto acariciava o seu ventre, quando viu  a sua irmã a sua frente e disse:
- Não adianta ficar com essa cara, eu não vou procurar ele - Yuna estava com um bico de pirraça tentando conversar com a irmã.

Yana sorriu da cara da irmã dela, mas sabia que corria um risco muito grande optando pela sua teimosia.

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