Fiquei
ali tentando me acalmar, tentando tirar as lembranças da minha mente, era como
se eu mexesse em um vespeiro e sentisse cada ferroada em mim.
Abri
lentamente meus olhinhos e senti a claridade arder nas minhas retinas,
levantei-me da cama calmamente e fui lavar o meu rosto.
Senti
fome, mas achei melhor ficar em jejum. Passei pela mesa e vi o diário fechado,
a cadeira encostada na mesa. Então resolvi me sentar, puxei a cadeira e me
sentei. Fitei o diário e o abri lentamente vendo as entrelinhas que eu havia
escrito. Decidi escrever mais um pouco, acho que não me custaria nada. Sorri
meio de lado, olhei a folha que ainda estava em branco, peguei a pena, a molhei
na tinta do meu lado esquerdo, levei a mão até o papel e continuei meu relato,
ou melhor, continuei colocando as minhas pequenas memórias naquele diário:
Dia 16 de janeiro 750
“Algumas
horas depois meus fiéis servos e eu acordamos com uns rugidos ferozes, passos
que faziam o chão tremer.
Fomos ver o que era e vimos um macaco gigante
que destruía tudo pela frente. Tentamos combatê-lo, mas em vão, pois ele
parecia extremamente forte.
Tentamos fugir, mas eu não queria abandonar o
meu castelo que eu havia construído com tanto suor.
Voltamos ao castelo, mas ele estava destruído
e no meio dos escombros estava o garotinho dormindo.
- Então aquele garotinho que era o monstro e
que destruiu o meu lar – chorei humilhado e ressentido.
Tudo tinha ido por água a baixo; o meu sonho,
o meu castelo, tudo. Virei- me para a
moça e a raposa limpando as lágrimas e disse:
- Reconstruam imediatamente – dei a ordem e
eles começaram a reconstruir o meu precioso castelo.
***
Dia 17de janeiro 750
As esferas voltaram a apitar no radar do
dragão, satisfeito com a nova possibilidade de ter aqueles preciosos artefatos
mágicos em minhas mãos.
No entanto eu estava com medo de encontrar
aquele garoto que virava um macaco gigante. Foi aí que eu conheci o mestre
Tsuru e o Tao Pai Pai. Eu os conheci procurando ajuda para procurar os
preciosos artefatos mágicos. Pois estava muito difícil reuni-las.
Contei a eles sobre a lenda e fomos para uma
base secreta, onde eles me pediram para consertar o radar do dragão para que
pudéssemos procurar as bolas e realizar o meu desejo.
Convicto de que eu teria ao menos uma parte
do mundo parafusava dentro do radar junto com meus capachos. Já estávamos sujos
de graxa e ainda não havíamos terminado.
Foi quando radar começou a fazer um
barulhinho na tela e começou a piscar mostrando o local onde cada artefato
mágico estava.
- Eu consegui! – gritei olhando para Tao Pai
Pai e mestre Tsuru.
Eu estava realmente animado e ao meu lado Mai
e Shu estavam da mesma forma.
- Mas que ótimo amo – comemorou a raposa.
- Nós podemos encontrar as esferas do dragão
agora mesmo! – era a Mai me ajudando.
- O radar do dragão finalmente está pronto! –
Sorri tão feliz que nem dava para acreditar.
- Entendo. Então cada um desses pontos
mostram onde estão as famosas bolas do dragão – riu mestre Tsuru.- Agora
finalmente podemos conquistar o mundo.
- E, mas elas estão espalhadas pelo mundo
todo, vai ser difícil de pegá-las. – era Tenshinhan alertando.
- Não se preocupe com isso vamos conseguir –
mestre Tsuru ainda olhando o grande radar a frente dele.
- Estamos felizes por ajudar – uni as mãos e
sorri animadamente.
- Pode confiar na gente – era moça
esperançosa e estava no meu lado esquerdo.
- Certamente não vamos contar nada a ninguém
– a raposa sorria alegremente.
- Eu sei disso – começou o mestre com a voz
estridente. – Tao Pai Pai o prêmio deles.
- Claro – respondeu ele com a voz fria e
cruel. – Vocês estão com muita sorte que vão receber um prêmio meu.
Rimos satisfeitos, talvez uma pequena parte
do mundo fosse nossa. Ou melhor, minha, já que Mai e Shu eram meus servos.
Vimos Tao Pai Pai caminhar lentamente em
nossa direção, com os braços para trás, postura ereta, cara carrancuda.
Ele parou em nossa frente, jogou a trança
para trás e eu vi que estávamos em uma tremenda enrascada.
Tremendo de medo Mai, Shu e eu tentamos
fugir, mas não conseguimos. Tao Pai Pai nos deu uma surra e nos expulsou dali.
Eu prometi a mim mesmo que não ia pedir ajuda
a mais ninguém.
Naquele mesmo dia vi que as esferas haviam
sido usadas, pois o céu escureceu e meu sonho tinha ido por água a baixo mais
uma vez.
Dia 18 de janeiro 751
O tempo se passou rapidamente depois daquela
infelicidade que eu tive com aquele tal de Tao Pai Pai e mestre Tsuru, agora
seria bola para frente.
O radar começou a dar um pequeno sinal. O que
significava que as esferas haviam voltado e poderiam ser usadas novamente para
um novo desejo.
Esfreguei as minhas mãos satisfeito e disse:
- Finalmente elas voltaram e eu posso
finalmente dominar o mundo – olhava o painel.
A raposa entrou a sala da nave e disse:
- Já faz mais de um ano mestre, por isso as
esferas já estão reagindo.
-Sim Shu! – não acreditava que eu poderia
juntá-las e realizar o meu sonho. - Isso é ótimo, agora ninguém vai me impedir
de realizar o meu desejo – sorri animadamente. - Onde está á Mai, a chame para
irmos procurar essa esfera.
- Está bem senhor – Shu me reverenciou e
saiu.
Alguns minutos depois, meus capangas e eu
sobrevoávamos uma vila, aterrissamos e começamos a caminhar pela rua meio
deserta, o sol quente sobre os nossos ombros, a terra seca e alguns
comerciantes estavam espalhados; então falei para ela nervoso:
- Perguntando às pessoas não vamos encontrar
os artefatos mágicos – estava com olhos semicerrados.
- Eu não tenho culpa se nosso radar não tem
tecnologia suficiente – ela respondeu calmamente.
- Maldição – reclamei bravo para ela,
enquanto caminhávamos pela rua à procura da esfera.
Paramos em uma loja e eu me encantei com uma
bela coroa. O vendedor me disse que tinha sido de um embaixador muito famoso
chamado Alexandre “o grande”. Adentrei mais a loja para ver se eu aproveitava
para investigar se tinha alguma bola do dragão por ali.
O vendedor me disse algumas coisas querendo
me vender vários objetos, mas depois se lembrou da lenda do dragão passada de
geração para geração e me mostrou uma esfera de quatro estrelas.
Claro que eu a comprei na hora e com todo o
dinheiro que eu tinha.
Estava saindo da loja muito feliz e
satisfeito com o artefato mágico em uma caixa, que estava em minhas mãos.
Estava distraído quando olhei para o lado e o
vi:
- Ah! Você é o marciano! – apontou o garoto
para mim com o dedo indicador, surpreso em me ver.
- E você é o monstro que eu vi da ultima vez!
– apontei o mesmo dedo para ele. Depois abracei a caixa que estava em minhas
mãos. - Isso é meu e eu acabo de comprar por um preço muito alto, gastei todo o
dinheiro que eu tinha.
- Essa é uma esfera do dragão? – perguntou
ele com uma cara tonta.
- Cala a boca, moleque – Mai tirou o revólver
do bolso e começou a atirar nele.
Depois começamos a correr como loucos para
poder despistar aquele monstrinho, mas o garoto veio correndo atrás de nós.
No entanto Mai e eu conseguimos entrar na
nossa nave a tempo.
Mas eu havia me esquecido que aquele moleque
tinha uma nuvem e podia voar sobre ela. E para o meu azar ele vinha atrás de
nós.
Mai olhou o radar e disse:
- Senhor tem algo errado, estamos indo na
direção contrária da esfera – ela apontou para o painel que piscava. - E a que
o senhor tem, não reage.
Foi aí que percebemos que a esfera que eu tinha
era falsa.
Sem querer deixei a esfera cair e ela quebrou
em vários pedaços.
- Ela não passava de vidro barato – falei olhando
os cacos no chão.
- Droga, pagamos muito dinheiro por uma
imitação.
- BURRA! – gritei com ela nervoso. - Não é o
dinheiro que me importa – ela tremia de medo. – É o meu sonho de ser o senhor
de todo mundo – estava possesso de tanta raiva.
- Amo! – era a raposa gritando feito um
louco. – O radar deve estar com defeito, por que estamos indo na direção contrária
da bola do dragão.
- Venha aqui Shu – o chamei e ele se
aproximou de mim.
Dei um cascudo na cabeça dele com muita
raiva.
- Ao! – ele ficou esfregando o local com a
mão.
- Deixa comigo – esfreguei as mãos e sorri
lateralmente, olhei a janela da nave e vi o garoto com a cara pregada no vidro
olhando para dentro.
Fui em
direção à mesma em passos apressados, abri a janela e disse apontando o dedo
indicador a ele:
- O que quer aqui... – o vento me puxou para
fora da nave, me levando para longe, comecei a cair em queda livre gritando e
pedindo socorro.
O garoto
veio até mim, parou ao meu lado em cima daquela nuvem dourada e disse:
-
Devolva a esfera que meu avô deixou de lembrança para mim e eu te salvo.
- Quem é
o seu avô? – perguntei curioso e ainda em queda livre. – Eu não conheci o seu
avô!
- Eu
estou falando da esfera que está com você – ele me olhou sentado naquela nuvem
amarela. “Como ele consegue voar nessa coisa”? Perguntava-me ainda olhando.
“Aquilo era mágico?”
- Ah! Eu
já sei qual é... – respondi e pensei. “Eu dou aquela imitação a ele, esse
monstro me salva e eu posso ir atrás das originais”.
Olhei
para baixo e quase tive uma vertigem.
- Eu devolvo o que você quiser, mas me salva
de uma vez – eu mal pude ouvir as minhas próprias palavras e ele pegou o meu
pé, saiu me levando pelo céu afora.
- Salvei a sua vida, agora me devolva a
esfera – eu mal pude ouvir as palavras do garoto, pois estava tonto, quase
desmaiado, juro que eu achei que ia morrer.
Assim que ele me deixou na nave que voava
pelo céu, coloquei Shu e Mai para colar a imitação que estava em cacos.
O garoto já estava parado em cima da nuvem,
rente à janela.
- Vou ter que esperar muito? – perguntou ele
com os cabelos sendo soprados pelo vento.
Comecei a dar algumas desculpas a ele, lhe
ofereci um chá, mas logo Mai e Shu entraram na sala da nave com a esfera em
mãos. Mai entregou a esfera ao garoto alertando para ter cuidado.
- Já tem o que queria, agora vá embora –
disse com raiva fechando a janela na cara dele.
“Enganei o moleque e agora eu irei atrás dos
meus preciosos tesouros”. Pensei olhando pela janela com os braços para trás e
um sorriso cínico no rosto.
Algumas horas mais tarde, nós sobrevoamos uma
aldeia e minha fiel puxa saco comentou:
- Excelência, desculpa aborrecê-lo, mas temos
sérios problemas, será muito difícil competir com o rei Cutelo.
- Sua imbecil – ergui o dedo indicador para
cima. – Eu vou governar o mundo e mesmo que esse reizinho. Seja lá quem for
ele. Mesmo que ele esteja com uma das esferas do dragão, eu tenho certeza que
eu vou consegui-las.
- Mas excelência... – ela já ia argumentar.
- Ele é extremamente horrível e todo mundo
tem medo dele – foi à vez de Shu argumentar me olhando. – Ele é um vilão
terrivelmente odioso.
- O rei Cutelo? – perguntei desanimado.
- O senhor não sabia excelência? – perguntou
Mai pilotando a nave.
- É claro que sim, mas... Não se fala em
vitória sem antes lutar – apesar de estar com medo eu tinha que tentar, estava
ficando difícil a busca por aquele tesouro.
Aproximamo-nos das casas e eu estava ansioso
para ter o meu precioso artefato mágico, apontei para frente e disse:
- Vamos atacar... – olhava para uma espécie
de televisão que me mostrava as pessoas e as casas que nossa nave sobrevoava.
- Espere excelência... – A moça me pediu. -
Veja – ela mudou a tela do visor e vimos algumas pessoas nos dando boas vindas
com placas e em uma delas estava escrito: “Bem vindo Goku”
- Elas estão nos confundindo com aquele
garoto, esse é o nome dele – Mai estava calma e pilotando a nave.
Eu sorri malignamente e tive uma grande
ideia, então virei para a raposa e o mandei disfarçar de Goku. Ele se disfarçou
me obedecendo como um cachorrinho obedece ao dono. Saímos da nave e fomos muito
bem recebidos pelo rei Cutelo.
Até ali o meu plano estava dando certo e logo
eu teria a esfera original em minhas mãos.
Seguimos para a casa do rei, acompanhado pelo
mesmo, depois nos sentamos no chão e o rei mandou entrar a comida que seria
servida ao Goku que ficaria noivo da filha do rei.
O gigante conversava animadamente enquanto a
comida era servida, virei para Shu:
- Pede o dinossauro assado a ele – sussurrei
a ele.
- Mas mestre, eu não dou conta de comer
tanto.
- O que estão cochichando ai? – perguntou o
grande homem com um chapéu de chifres na cabeça para nós.
- É que o Goku quer levar um desses pratos –
eu estava meio inseguro.
- Pode levar o que quiser – ele deu um tapa
nas costas do Shu e a cabeça saiu e foi rolando chão afora, mas assim que pegamos a cabeça para disfarçar a
raposa de Goku novamente.
O castelo foi atacado quase no mesmo momento,
para nossa sorte, ou azar...
Não sabíamos ao certo o que era, mas iríamos
aproveitar para roubar a esfera.
Entrei dentro do dinossauro assado e tirei o
meu precioso tesouro, saí correndo, mas aqueles homens começaram a atirar em
mim com pistolas. Corri o mais rápido que pude, desviei de todas as balas o
mais rápido que podia.
Entrei na nave às pressas e Mai decolou,
enquanto sobrevoávamos deixando aquela pequena vila de lado.
Eu alisava a pequena bola dourada com muita
felicidade e disse:
- Seu brilho misterioso é a evidência de que
essa é a original. Não tenho dúvida a respeito.
- Então por que trouxemos a falsa da outra
vez? – perguntou Shu sentado no banco de passageiro da nave.
- O que disse idiota? – bati com a esfera na
cabeça dele.
- De qualquer forma, os inimigos ainda estão
atrás de nós – foi Mai quem pilotava a nave.
- Vamos despistá-los – falei convicto e
continuamos voando.
Escondemos a nave nas nuvens, depois que o
avião nos ultrapassou começamos a atirar no mesmo, até ele cair.
- Mostrei a eles como sou terrível – ergui os
braços em comemoração.
Escondemos a nave em uma base secreta embaixo
da areia no deserto e os soldados nos localizaram, os puxei para dentro da
fortaleza e liguei a tela para falar com eles.
- Bem vindos ao meu castelo – falei com os
soldados.
Então a moça apontou a tela que dava para
fora da nave e disse:
- Olha ali, senhor! – ela me chamou a
atenção.
- Põe na tela Mai – ela colocou a imagem. –
Mas é aquele garoto! – apontei para a tela. – Como ele nos descobriu?
O puxei para dentro da base pela areia da
mesma forma que fiz com os soldados.
Liguei a tela da tevê que dava para ver a
cela em que ele estava:
- AGORA JÁ CHEGA! – gritei o olhando pela tela.
- Você é o marciano horrível – o garoto
estava bravo comigo.
- Hahaha, você que é horrível.
- Devolve a esfera do meu avô, agora – exigiu
ele.
- Hum – mostrei a língua a ele. – Tenho uma
coisa melhor para você – apertei o botão e apareceu um robô na cela dele e iria
acabar com o garoto.
Fiquei olhando a tela para ver o garoto
sucumbir, mas ele uniu as mãos, as puxando para trás, depois levou elas para
frente e lançou uma energia acabando rapidamente com o meu robô.
- Excelência, o inimigo esta no céu - Mai
estava apavorada; enquanto estávamos sendo atacados.
- O que estão esperando? – perguntei nervoso.
– Contrataquem – ordenei bravo.
A garota ligou os canhões e começou a
contratacar.
Então decidimos fugir levando a esfera, mas
confesso que me arrependi, pois vi várias naves em volta da minha nos atacando,
até que ela explodiu, mas graças á fumaça e ao paraquedas estávamos salvos.
Descemos lentamente para o chão e vi aquele
tanto de soldados nos aguardando e quando tocamos o chão um deles disse:
- Me dê à esfera do dragão – estendeu a mão
para o meu lado.
Eu olhei todos os lados e não tive escolha,
pois estava cercado. Estendi as duas mãos segurando a esfera em direção ao
soldado.
No silêncio e sem poder fazer nada, não tinha
como nem fugir. Também me arrependi de ter deixado a base, pois me levou a
perda do meu precioso artefato mágico.
Tinha o lado bom, pelos ao menos eles
deixaram nós sairmos vivos dali...
Voltei para o meu castelo como se fosse um
cachorrinho, com o rabinho entre as pernas, mas não antes de mandar Mai e Shu
investigar quem eram aqueles soldados que usavam um uniforme escrito RR na
roupa.”
Dia 19 de janeiro.
“Mandei subordinados pesquisarem sobre
aqueles soldados que tinham RR bordados em letras vermelhas sobre uma faixa
preta em forma de triângulos um de frente para o outro.
Depois de um tempo Mai e Shun voltaram com os
papéis das pesquisas em mãos e como cachorrinhos que abanam o rabo para o dono
em alegria de saber que foram capazes de algo. A moça virou-se para mim e
disse:
- Senhor, aqueles soldados eram das Forças
Red Ribbon, eles são muito temidos e perigosos e por alguma razão que não
sabemos, eles também estão atrás das esferas do dragão.
- Hum... – fiquei pensativo. – Ligue o radar
do dragão, Mai.
A moça ligou e começou a piscar, algumas
esferas estavam indo em direção a onde as outras estavam paradas em um único
lugar, mas no radar havia um sinal de uma esfera solitária piscando claramente
esfreguei as mãos sorrindo ironicamente e disse:
- Mai, vamos atrás dessa esfera do dragão -
apontei para o monitor do radar. – E me bole um bom plano.
Mai ponderou, levou uma das mãos ao queixo e
disse:
- Podíamos deixar o garoto tomar conta das
Forças Red Ribbon e assim que ele tiver quase todas as esferas, nós vamos até
ele e roubamos.
- Adorei o plano Mai – sorri satisfeito. –
Agora vamos pegar a bola preciosa.
Fomos até o local onde estava o artefato
mágico brilhantemente, dourado, a pegamos, voltamos para o meu castelo e fiquei
observando o radar do dragão minuciosamente.
Foi quando Mai entrou em um correria só,
super apressada e disse:
- Mestre, devemos encomendar um robô bem
sofisticado e criar uma caixa que isole a radiação que a esfera transmite;
assim ninguém nos encontrará e nem a esfera.
- Mai, você está me saindo uma ótima serva –
eu estava realmente satisfeito com ela.
Criamos a caixa, escondemos o artefato mágico
dentro da mesma e fomos em direção a onde o garoto estava, pois já havíamos
pesquisado para nos informar e também o radar do dragão mostrava a localização
quase exata das preciosas bolas mágicas.
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