Meu nome é Luciano é esse fato ocorreu comigo no dia trinta e um
de outubro de dois mil e seis.
Eu saia de uma festa a fantasia, estávamos comemorando o halloween. Eu peguei a minha moto e coloquei a minha jaqueta sobre a minha fantasia de zumbi, despedi dos meus amigos e comecei a dirigir.
Eu passava na porta de um cemitério quando uma moça de cabelos ruivos, olhos claros, um belo corpo e aparentava ter minha idade, vinte e dois anos. Ela pedia carona à beira da estrada.
Eu resolvi dar a carona, pois eu tinha uma segundo capacete em minha garupa. Parei minha moto e disse:
– Para onde quer ir moça?
– Vai mesmo me dar carona?
– Claro, para uma moça bonita eu darei sim.
– Que rapaz gentil.
– Então para onde quer ir?
– Rua Afonso Dourado quadra dez lote quinze Jardim das Fronteiras.
– Está com frio? - Eu perguntei a vendo subi na moto e depois esfregando os braços.
– Sim, eu estou. - Ela colocou o capacete.
–Aqui, vista. - Dei a minha jaqueta para ela se vestir.
– Você é mesmo um cavalheiro.
– A que isso. - Eu disse sem jeito. – Qual é o seu nome?
– A quando chegarmos ao endereço eu digo.
– Quanto mistério. - Eu disse dando partida novamente na moto e indo ao seu endereço.
– Quem mora neste endereço?
– Minha mãe.
– Você estava em uma festa também, já que hoje e halloween?
– Sim, mais eu perdi minha carteira e eu não pude voltar para casa.
– Mais não é perigoso para você pegar carona sozinha em frente aquele cemitério?
– Eu estava com medo de esperar lá.
– Mais eu poderia ser um maníaco e te atacar.
– Você não faria isso.
– Não, claro que não. - Eu sorri dirigindo com ela em minha garupa.
Logo chegamos ao endereço.
– Pronto está entregue.
– Muito obrigada pela sua gentileza. – Ela desceu da moto.
– A que isso, valeu à pena ter uma garota linda na minha garupa.
– Obrigada mais uma vez e até mais. - Ela ia entrando a casa.
– Moça não vai dizer seu nome? - Eu gritei e ela já havia adentrado a casa.
Dei partida à na minha moto decepcionado por não ter o nome da moça, quando senti um vento frio bater em meus braços.
Eu percebi que ela não havia me entregado a minha jaqueta, mais como já passava da meia noite e já estava tarde, eu resolvi voltar à casa da moça no outro dia, então continuei seguindo para a minha casa.
No outro dia por volta das dez da manhã voltei aquela casa e toquei a campainha.
Uma senhora de meia idade atendeu.
– Em que posso ajudar meu jovem? - Ela perguntou.
– Desculpe o incomodo mais ontem eu dei carona a uma moça e ela entrou nesta casa com a minha jaqueta.
– Não entrou nenhuma moça aqui ontem meu jovem.
– Como não? - Perguntei assustado. – Eu a deixei aqui neste endereço e ela adentrou aqui nesta casa.
– Meu filho, não adentrou nenhuma moça nessa casa.
– Olha senhora eu a peguei na porta do cemitério ela me deu esse endereço, subiu a minha moto e eu emprestei a minha jaqueta a ela, era um pouco mais de meia noite. Quando eu dei carona a ela, eu vinha de uma festa a fantasia. Eu tenho certeza que foi aqui.
– Como ela era meu jovem? – Perguntou a senhora olhando o jovem rapaz.
– Não muito alta, ruiva, aparentava ter uns vinte a vinte e dois anos, olhos claros e muito bonita por sinal.
– Entre meu jovem. - Ela me pediu para entrar e prosseguiu. – Era aquela moça. - Ela me mostrou uma foto que estava em um quadro dependurado na parede da sala.
– Sim, foi ela que eu deixei aqui e entrou na casa da senhora.
– Desculpe meu filho, mais isso é impossível?
– Por quê? - Eu perguntei já assustado.
– Ela era minha filha, mas morreu aos vinte e um anos assassinada por um maníaco próximo ao cemitério, ela voltava de uma festa e esperava o taxi quando foi assassinada há dois anos.
– O que? Mais... - Eu estava apavorado. – Não pode ser verdade, nós conversamos, sorrimos e eu a deixei aqui.
– Se quiser ir ver o túmulo dela pode ir lá ao cemitério meu filho, pois minha filha já não está mais aqui. - A velhinha chorava de canto.
– A senhora gostaria de ir lá comigo? - Eu perguntei a vendo chorar.
– Sim, há muito tempo eu não vou ver o túmulo da minha filha, pois eu não tenho condições para ir muito lá.
– A senhora já andou de moto?
– Não, mais eu vou com você meu filho. – Ela saiu pela porta a trancando.
Eu ajudei a colocar o capacete nela e a ajudei a subir na moto e fomos para aquele mesmo cemitério onde havia dado a carona para aquela linda garota.
Após alguns minutos nos chegamos ao cemitério e adentramos juntos, passamos por vários túmulos.
– Aqui é o túmulo dela. - A mulher me mostrou uma lápide bem simples com a foto da garota e dizia assim: “Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue. Liandra Aparecida Lemos.”
– Sua filha realmente era muito linda. - Eu dizia olhando a foto da lápide quando vi a minha jaqueta em cima do túmulo dela.
Eu não acreditava no que estava vendo, minha jaqueta estava lá no túmulo daquela moça.
– Senhora... - Eu disse tremendo, assustado e com medo.
– Olha aqui a minha jaqueta. - Eu mostrei a ela tremendo mais ainda.
A senhora olhou ficou simplesmente pasma.
– Como isso e possível?_Ela perguntou tremendo também.
– Eu não faço a mínima ideia, mais estou caindo fora daqui e agora. - Eu comecei a correr.
– Espere filho eu vou com você. - Ela começou a correr também.
Eu a deixei na casa dela.
– Muito obrigada senhora.
– Eu que agradeço a você por ter me levado ao túmulo da minha filha, pena que não da para explicar como a sua jaqueta foi parar lá.
– Sinceramente senhora eu prefiro ficar sem saber. - Eu me despedi dela e fui para minha casa.
Um ano depois no dia trinta e um de outubro mais um rapaz passa por perto do cemitério...
Meu nome e Keven é esse fato ocorreu comigo no dia trinta e um de outubro de dois mil e sete.
Eu saia de uma festa a fantasia, estávamos comemorando o halloween. Eu peguei a minha moto e coloquei a minha jaqueta sobre a minha fantasia de homem esqueleto, despedi dos meus amigos e comecei a dirigir.
Eu passava na porta de um cemitério quando uma moça de cabelos ruivos, olhos claros, um belo corpo e aparentava ter minha idade vinte e dois anos. Ela pedia carona.
Eu resolvi dar a carona, pois eu tinha uma segundo capacete em minha garupa. Parei minha moto e disse:
– Para onde quer ir moça?
– Vai mesmo me dar carona?
– Claro, para uma moça bonita eu darei sim.
– Que rapaz gentil.
– Então para onde quer ir?
– Rua Afonso Dourado quadra dez lote quinze Jardim das Fronteiras.
Eu saia de uma festa a fantasia, estávamos comemorando o halloween. Eu peguei a minha moto e coloquei a minha jaqueta sobre a minha fantasia de zumbi, despedi dos meus amigos e comecei a dirigir.
Eu passava na porta de um cemitério quando uma moça de cabelos ruivos, olhos claros, um belo corpo e aparentava ter minha idade, vinte e dois anos. Ela pedia carona à beira da estrada.
Eu resolvi dar a carona, pois eu tinha uma segundo capacete em minha garupa. Parei minha moto e disse:
– Para onde quer ir moça?
– Vai mesmo me dar carona?
– Claro, para uma moça bonita eu darei sim.
– Que rapaz gentil.
– Então para onde quer ir?
– Rua Afonso Dourado quadra dez lote quinze Jardim das Fronteiras.
– Está com frio? - Eu perguntei a vendo subi na moto e depois esfregando os braços.
– Sim, eu estou. - Ela colocou o capacete.
–Aqui, vista. - Dei a minha jaqueta para ela se vestir.
– Você é mesmo um cavalheiro.
– A que isso. - Eu disse sem jeito. – Qual é o seu nome?
– A quando chegarmos ao endereço eu digo.
– Quanto mistério. - Eu disse dando partida novamente na moto e indo ao seu endereço.
– Quem mora neste endereço?
– Minha mãe.
– Você estava em uma festa também, já que hoje e halloween?
– Sim, mais eu perdi minha carteira e eu não pude voltar para casa.
– Mais não é perigoso para você pegar carona sozinha em frente aquele cemitério?
– Eu estava com medo de esperar lá.
– Mais eu poderia ser um maníaco e te atacar.
– Você não faria isso.
– Não, claro que não. - Eu sorri dirigindo com ela em minha garupa.
Logo chegamos ao endereço.
– Pronto está entregue.
– Muito obrigada pela sua gentileza. – Ela desceu da moto.
– A que isso, valeu à pena ter uma garota linda na minha garupa.
– Obrigada mais uma vez e até mais. - Ela ia entrando a casa.
– Moça não vai dizer seu nome? - Eu gritei e ela já havia adentrado a casa.
Dei partida à na minha moto decepcionado por não ter o nome da moça, quando senti um vento frio bater em meus braços.
Eu percebi que ela não havia me entregado a minha jaqueta, mais como já passava da meia noite e já estava tarde, eu resolvi voltar à casa da moça no outro dia, então continuei seguindo para a minha casa.
No outro dia por volta das dez da manhã voltei aquela casa e toquei a campainha.
Uma senhora de meia idade atendeu.
– Em que posso ajudar meu jovem? - Ela perguntou.
– Desculpe o incomodo mais ontem eu dei carona a uma moça e ela entrou nesta casa com a minha jaqueta.
– Não entrou nenhuma moça aqui ontem meu jovem.
– Como não? - Perguntei assustado. – Eu a deixei aqui neste endereço e ela adentrou aqui nesta casa.
– Meu filho, não adentrou nenhuma moça nessa casa.
– Olha senhora eu a peguei na porta do cemitério ela me deu esse endereço, subiu a minha moto e eu emprestei a minha jaqueta a ela, era um pouco mais de meia noite. Quando eu dei carona a ela, eu vinha de uma festa a fantasia. Eu tenho certeza que foi aqui.
– Como ela era meu jovem? – Perguntou a senhora olhando o jovem rapaz.
– Não muito alta, ruiva, aparentava ter uns vinte a vinte e dois anos, olhos claros e muito bonita por sinal.
– Entre meu jovem. - Ela me pediu para entrar e prosseguiu. – Era aquela moça. - Ela me mostrou uma foto que estava em um quadro dependurado na parede da sala.
– Sim, foi ela que eu deixei aqui e entrou na casa da senhora.
– Desculpe meu filho, mais isso é impossível?
– Por quê? - Eu perguntei já assustado.
– Ela era minha filha, mas morreu aos vinte e um anos assassinada por um maníaco próximo ao cemitério, ela voltava de uma festa e esperava o taxi quando foi assassinada há dois anos.
– O que? Mais... - Eu estava apavorado. – Não pode ser verdade, nós conversamos, sorrimos e eu a deixei aqui.
– Se quiser ir ver o túmulo dela pode ir lá ao cemitério meu filho, pois minha filha já não está mais aqui. - A velhinha chorava de canto.
– A senhora gostaria de ir lá comigo? - Eu perguntei a vendo chorar.
– Sim, há muito tempo eu não vou ver o túmulo da minha filha, pois eu não tenho condições para ir muito lá.
– A senhora já andou de moto?
– Não, mais eu vou com você meu filho. – Ela saiu pela porta a trancando.
Eu ajudei a colocar o capacete nela e a ajudei a subir na moto e fomos para aquele mesmo cemitério onde havia dado a carona para aquela linda garota.
Após alguns minutos nos chegamos ao cemitério e adentramos juntos, passamos por vários túmulos.
– Aqui é o túmulo dela. - A mulher me mostrou uma lápide bem simples com a foto da garota e dizia assim: “Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue. Liandra Aparecida Lemos.”
– Sua filha realmente era muito linda. - Eu dizia olhando a foto da lápide quando vi a minha jaqueta em cima do túmulo dela.
Eu não acreditava no que estava vendo, minha jaqueta estava lá no túmulo daquela moça.
– Senhora... - Eu disse tremendo, assustado e com medo.
– Olha aqui a minha jaqueta. - Eu mostrei a ela tremendo mais ainda.
A senhora olhou ficou simplesmente pasma.
– Como isso e possível?_Ela perguntou tremendo também.
– Eu não faço a mínima ideia, mais estou caindo fora daqui e agora. - Eu comecei a correr.
– Espere filho eu vou com você. - Ela começou a correr também.
Eu a deixei na casa dela.
– Muito obrigada senhora.
– Eu que agradeço a você por ter me levado ao túmulo da minha filha, pena que não da para explicar como a sua jaqueta foi parar lá.
– Sinceramente senhora eu prefiro ficar sem saber. - Eu me despedi dela e fui para minha casa.
Um ano depois no dia trinta e um de outubro mais um rapaz passa por perto do cemitério...
Meu nome e Keven é esse fato ocorreu comigo no dia trinta e um de outubro de dois mil e sete.
Eu saia de uma festa a fantasia, estávamos comemorando o halloween. Eu peguei a minha moto e coloquei a minha jaqueta sobre a minha fantasia de homem esqueleto, despedi dos meus amigos e comecei a dirigir.
Eu passava na porta de um cemitério quando uma moça de cabelos ruivos, olhos claros, um belo corpo e aparentava ter minha idade vinte e dois anos. Ela pedia carona.
Eu resolvi dar a carona, pois eu tinha uma segundo capacete em minha garupa. Parei minha moto e disse:
– Para onde quer ir moça?
– Vai mesmo me dar carona?
– Claro, para uma moça bonita eu darei sim.
– Que rapaz gentil.
– Então para onde quer ir?
– Rua Afonso Dourado quadra dez lote quinze Jardim das Fronteiras.
Fim...
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